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Jovem em estado crítico após duplo atropelamento e fuga na A3

Em Cerveira

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Foto: DR / Arquivo

Um jovem de 20 anos ficou em estado crítico na sequência de um duplo atropelamento ocorrido durante esta madrugada, ao quilómetro 96 da A3.

ATUALIZAÇÃO

Morreu jovem atropelado esta madrugada na A3

O sinistro deu-se no sentido Sul / Norte, em Vila Nova de Cerveira, e fez ainda mais quatro feridos, entre os quais um bebé de sete meses.

Ao que O MINHO conseguiu apurar, o jovem estaria fora do carro quando foi abalroado por uma primeira viatura, tendo segundos depois sido atropelado por uma segunda viatura, com esta última a não parar para prestar assistência.

De acordo com os envolvidos no primeiro atropelamento, um casal que seguia com os filhos [um bebé de sete meses e uma menina de dez anos], a vítima mais grave estaria fora do carro já dentro da faixa da autoestrada, quando o terão colhido acidentalmente.

Estes testemunharam que se via algum fumo junto da viatura, o que poderá ter motivado a saída do condutor da viatura em plena autoestrada.

O casal, que acabou transportado juntamente com os filhos para o Hospital de Viana, por precaução, apontou ainda às autoridades que outra viatura terá atropelado a vítima segundos depois do primeiro atropelamento, mas não terá parado.

A vítima mais grave acabou por ser transportada pela SIV de Ponte de Lima para o Hospital de Braga com prognóstico muito reservado.

No local estiveram os Bombeiros de Ponte de Lima, SIV de Ponte de Lima, VMER de Viana e GNR.

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Mãe e filho menores feridos em acidente em Barcelos

Em Lijó

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Foto: Vítor Vasconcelos / O MINHO

Uma mulher e um menor ficaram feridos, esta terça-feira à tarde, na sequência de uma colisão entre duas viaturas ligeiras, na rua dos Caminheiros de Santiago, junto ao campo de futebol de Lijó, em Barcelos, disse a O MINHO fonte dos bombeiros.

As vítimas, mãe e filho, foram transportadas para o Hospital de Barcelos com ferimentos considerados ligeiros.

Foto: Vítor Vasconcelos / O MINHO

No local da ocorrência estiveram duas ambulâncias dos Bombeiros de Barcelinhos.

Os Bombeiros de Barcelos fizeram a limpeza da via, que esteve parcialmente cortada.

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António Costa felicita Pedro Sánchez pela vitória dos socialistas nas legislativas espanholas

Diplomacia

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Foto: Divulgação

O primeiro-ministro, António Costa, felicitou, este domingo, o seu homólogo espanhol, Pedro Sánchez, pela vitória dos socialistas do PSOE nas eleições gerais de Espanha, disse à agência Lusa fonte do executivo português.

A mesma fonte adiantou que António Costa transmitiu a mensagem de felicitações ao primeiro-ministro de Espanha e líder do Partido Socialista Operário Espanhol (PSOE), Pedro Sánchez, numa breve conversa telefónica.

Com cerca de 95% dos votos escrutinados, o PSOE lidera a contagem com cerca de 28% dos votos, correspondentes a 120 deputados eleitos, estando em segundo lugar os conservadores do Partido Popular (PP) com 88 lugares e em terceiro o partido de extrema-direita Vox com 52 lugares.

A coligação de extrema-esquerda Unidas Podemos elegeu até agora 35 deputados e o Cidadãos obtém apenas 10 lugares.

Com estes resultados, o bloco dos partidos de esquerda (PSOE, Unidas Podemos e Mais País) totaliza 158, enquanto o bloco de direita (PP, Vox e Cidadãos) alcança 150 lugares. A participação eleitoral é de 69,96%.

Nas eleições de 28 de abril, os socialistas do PSOE tiveram 28,7% dos votos, seguidos pelo PP com 16,7%, o Cidadãos (direita liberal) com 15,9%, o Unidas Podemos (extrema-esquerda) com 14,3% e o Vox (extrema-direita) com 10,3%.

As eleições de hoje foram convocadas em setembro pelo Rei de Espanha, depois de constatar que o primeiro-ministro socialista em funções, Pedro Sánchez, não conseguiu reunir os apoios suficientes para voltar a ser investido no lugar na sequência das eleições de abril.

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PSD: Montenegro promete devolver o ‘D’ ao partido e baixar impostos

Eleições diretas

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Foto: Facebook

Luís Montenegro apresentou, este domingo, a sua candidatura à liderança dos social-democratas com as promessas de uma baixa de impostos, IRS, IRC e IVA, e de “devolver o ‘D’ ao PSD”, porque o país já tem “PS a mais”.

O candidato fez um discurso de 40 minutos, dirigido aos militantes, mas também a todos os portugueses, numa sala decorada e com luzes laranja, num espaço junto ao Tejo, em Lisboa, em que falou de tudo, com críticas à estratégia do líder, Rui Rio, ao Governo, passando pela situação mundial e na União Europeia.

O social-democrata revelou que, se for eleito, nas diretas de janeiro de 2020, uma das suas primeiras propostas é de política fiscal e prevê uma baixa de impostos para “impulsionar o crescimento da economia, desafogar a classe média, aumentar os rendimentos das famílias, contribuir para melhorar salários e pensões”.

Luís Montenegro, o ex-líder parlamentar do PSD durante o tempo do Governo PSD/CDS-PP, prometeu uma “redução gradual faseada ao nível do IRS e IRC” e a simplificação do regime do IVA (Imposto sobre o Valor Acrescentado), de “fusão da taxa intermédia e mais elevada”, que estimou não ser “superior a 20%”.

Internamente, falando para o partido e sobre a sua estratégia, o antigo líder parlamentar disse que quer “devolver o ‘D’ ao PSD”, o que causou sorrisos e palmas na sala, porque “o país já tem PS a mais”, o “Estado já tem PS a mais” e não precisa de ter um “PSD subalterno ao PS”.

O ‘D’ do PSD representa, segundo afirmou, o ‘D’ da “democracia, da diferença, da dignidade, desenvolvimento, dinamismo, disrupção”.

No deu discurso, apontou ao Governo do PS de António Costa, que acusou de ser primeiro-ministro de um país “do poucochinho” por dizer que Portugal está a convergir com a União Europeia, mas que tem “20 países à frente” em termos de indicadores económicos.

O resultado é que o Governo “passou a viver da herança [dos resultados] do Governo do dr. Pedro Passos Coelho”, afirmou, arrancando uma salva de palmas dos apoiantes, entre eles muitos ex-deputados do ‘passismo’, como Carlos Abreu Amorim, Teresa Morais, Paula Teixeira da Cruz ou a antiga ministra das Finanças Maria Luís Albuquerque.

Mais uma vez, recusou que o partido, sob a sua liderança, venha a ser “a bengala suplente do PS” quando falham os apoios da esquerda, BE e PCP, para “caucionar mais ou menos discretamente as habilidades deste Governo”.

E deu o exemplo dos acordos entre a direção do PSD de Rui Rio, sobre fundos europeus e descentralização, que, segundo disse, serviram para ajudar a “simular a moderação e o recentramento” do PS quando ainda era apoiado pelos partidos de esquerda, na anterior legislatura.

O novo Governo de António Costa é “grande” em número de ministros e secretários de Estado, com “promessas e banalidades a mais” e com resultados que “são perigosamente pequenos”, numa altura em que “as pessoas e as empresas” vivem “atulhados em impostos”.

Montenegro teve a seu lado o ex-líder do partido e ex-ministro Rui Machete, a militante n.º 2 do PSD, Conceição Monteiro, e ex-deputados como Hugo Soares, o presidente da Câmara de Viseu, Almeida Henriques, Nuno Serra ou Amadeu Albergaria.

A sala estava decorada em tons laranja, cor do partido, com imagens de todos os líderes que foram primeiros-ministros, de Sá Carneiro, Carlos Mota Pinto, Pinto Balsemão, Cavaco Silva, Durão Barroso, Pedro Santana Lopes e Pedro Passos Coelho.

As eleições diretas para a escolha do presidente do PSD foram agendadas para 11 de janeiro e congresso nacional realiza-se entre 07 e 09 de fevereiro, em Viana do Castelo.

Até ao momento, há três candidatos: Rui Rio, o atual presidente; Luís Montenegro, ex-líder parlamentar; e Miguel Pinto Luz, vice-presidente da câmara de Cascais, distrito de Lisboa, e que apresenta formalmente a sua candidatura no dia 18 de novembro.

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