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Guimarães

Jovem de 25 anos morre após acidente em obra em Guimarães

Um outro trabalhador ficou em estado grave

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Foto: DR / Arquivo

Um jovem, de 25 anos, perdeu a vida na sequência dum acidente numa obra, onde procedia a trabalhos de construção civil, em Guimarães, disse a O MINHO fonte dos bombeiros. Um outro trabalhador, com cerca de 60 anos, ficou em estado grave.

A tragédia ocorreu numa construção situada na Rua Quinta da Pereira, na freguesia de Fermentões, cerca das 09:00 horas desta manhã.

Segundo fonte do CDOS, as vítimas trabalhavam na construção de uma casa e foram atingidas por uma “estrutura” que se desprendeu.

O ferido grave foi levado para o Hospital de Guimarães.

Para o acidente foram mobilizadas duas ambulâncias e uma viatura médica de emergência e reanimação.

Ao teatro de operações acorreram duas ambulâncias dos Bombeiros de Guimarães com apoio da VMER, com o óbito a ser declarado no local.

A PSP registou a ocorrência.

(notícia atualizada às 15h13)

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Guimarães

Guimarães dá 15 mil euros em prémio que homenageia D. Afonso, “príncipe da Beira”

Na área das ciências biomédicas

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Foto: Divulgação / CM Guimarães

O Duque de Bragança, através da Fundação D. Manuel II, a Universidade do Minho e o Município de Guimarães instituíram o Prémio Príncipe da Beira Ciências Biomédicas, no valor de 15 mil euros, foi hoje anunciado.

Este galardão visa distinguir um investigador de excelência na área das ciências biomédicas, com menos de 40 anos de idade, pretendendo apoiar o seu plano de pós-graduação a realizar numa instituição de I&D nacional ou estrangeira.

Em nota enviada à imprensa, é referido que a iniciativa tem como objetivo primordial “premiar anualmente a excelência da investigação e contribuir para abrir novos caminhos na investigação aplicada e ética no domínio das ciências biomédicas”.

“Pretende também colaborar para o desenvolvimento de terapias avançadas e impulsionar o desenvolvimento de uma nova geração de investigadores com formação focada naquela área científica”, aponta a mesma nota.

Foi admitido a concurso um único plano de trabalho por candidato, o qual deveria ser executado por um período mínimo de um ano e ser enquadrado nos estudos pós-graduados, nomeadamente de doutoramento.

O júri incluiu personalidades e cientistas de mérito, como Manuel Braga da Cruz, Rui L. Reis, Miguel Oliveira, Adalberto Neiva de Oliveira, Adelina Paula Pinto e António Ferreira.

Depois de analisadas 44 candidaturas, a cerimónia de entrega do Prémio Príncipe da Beira em Ciências Biomédicas 2019 terá lugar no dia 4 de fevereiro 2020, pelas 12:00, no Salão Nobre da Câmara de Guimarães.

A cerimónia conta com a presença de representantes de todas as entidades envolvidas, nomeadamente da Universidade do Minho, da Câmara de Guimarães e ainda da Fundação D. Manuel II, contando ainda com a presença de D. Afonso, Príncipe da Beira, que entregará o prémio.

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Guimarães

Câmara de Guimarães investe 3 milhões em estrada que liga três freguesias

Reperfilamento da Estrada Municipal 582, que liga Fermentões, Pencelo e Selho S. Lourenço

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Foto: Divulgação / CM Guimarães

A obra de reperfilamento da Estrada Municipal 582, que liga Fermentões, Pencelo e Selho S. Lourenço, em Guimarães, vai arrancar em breve, num investimento de cerca de três milhões de euros, anunciou hoje o município.

Em comunicado, o município refere que em causa está “um projeto completo” e não “uma simples repavimentação”.

”Se a intenção fosse apenas uma simples repavimentação, a obra já estaria feita há muito tempo, mas queremos um arruamento urbano, desde Fermentões, Pencelo e Selho S. Lourenço, numa zona densamente urbanizada, pois merece um espaço físico com arborização, iluminação, estruturas urbanas, passeios e isso leva mais tempo”, refere o presidente da Câmara, citado no comunicado.

Domingos Bragança adianta também que o projeto de requalificação para a zona do Parque Industrial de Pencelo está em curso, com vista ao avanço de obras “ao fim de vários anos, de modo a que as empresas que lá estão sintam que estão bem e tratem das suas ampliações”.

A intervenção na Estrada Municipal 582 tem como base a mitigação das debilidades existentes, nomeadamente nas pavimentações e organização espacial, permitindo a melhoria da mobilidade, com a introdução de percursos pedonais interligados (passeios) e organização do parqueamento automóvel.

Tudo para conceder à população “outras condições e possibilidade de uso de meios de mobilidade alternativos, bem como melhores acessibilidades”.

No final da reunião de Câmara de hoje, e no âmbito das obras comparticipadas pelo Estado central, Domingos Bragança adiantou ainda o início do desnivelamento da rotunda de Silvares, enquanto se aguarda que o projeto para o posto da GNR de Lordelo seja contemplado no Orçamento de Estado.

Destacou também o projeto elaborado pela Universidade do Minho para a construção do edifício do Campus da Justiça, junto ao Parque da Cidade.

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Guimarães

Tribunal de Contas trava medicamento “essencial” no Hospital de Guimarães

No valor de 2,9 milhões

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Foto: DR / Arquivo

O Tribunal de Contas (TdC) recusou o visto a um contrato, no valor de 2,9 milhões de euros, celebrado pelo Hospital de Guimarães para aquisição de um medicamento considerado “essencial” para a prestação de cuidados de saúde.

Por acórdão de 10 de janeiro, hoje divulgado publicamente na sua página, o TdC explica que a recusa se ficou a dever ao facto de o hospital, à data de assinatura do contrato, não dispor dos meios financeiros necessários para pagar.

Verifica-se, assim, segundo o TdC, “uma situação de incumprimento de determinadas normas da Lei dos Compromissos e dos Pagamentos em Atraso das Entidades Públicas”.

Por aquela lei, as entidades públicas não podem assumir compromissos que excedam os seus fundos disponíveis.

“Sem prejuízo de se reconhecer a relevância da aquisição do medicamento em causa para uma adequada prestação de cuidados de saúde, o certo é que isso não basta para arredar o cumprimento das exigências legais que se impõem nesta matéria”, sublinha o acórdão.

Este acórdão é referente ao recurso que o Hospital de Guimarães apresentou à primeira recusa de visto por parte do TdC.

No recurso, o hospital sublinhava que “está em causa a aquisição de medicamentos essenciais para a prestação de cuidados de saúde”.

“A eventual impossibilidade de aquisição de medicamentos, por causa desta regra orçamental e financeira, constituiria uma grave violação do princípio da proporcionalidade e do direito à saúde constitucionalmente consagrados”, alegava ainda o hospital.

O hospital dizia ainda que tinha demonstrado “inequivocamente” que, na data de assunção de compromisso, respeitava “todas as obrigações” da chamada Lei dos Compromissos.

No entanto, o TdC julgou o recurso do hospital “totalmente improcedente”.

Contactada pela Lusa, a administração do hospital disse que já recorreu novamente da decisão de indeferimento da concessão de visto prévio ao contrato, aguardando-se a decisão.

Sublinha que os doentes “nunca ficaram sem tratamento e que o hospital continuará a assegurar a continuidade do mesmo”.

O contrato em causa foi celebrado em 19 de março de 2019, entre o Hospital de Guimarães e a empresa Alloga Logifarma, S.A, tendo como objeto a aquisição do medicamento Migalastate, na dosagem de 123 miligramas.

O preço contratual era de 2,94 milhões de euros, acrescido de IVA à taxa legal em vigor.

O contrato foi por ajuste direto, uma opção justificada pelo hospital por a entidade adjudicatária ser “fornecedora exclusiva, enquanto única titular da Autorização de Introdução no Mercado, respeitante ao medicamento” em questão.

O medicamento destina-se ao tratamento da doença de Fabry.

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