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Futebol

Jogo entre Vizela e Chaves remarcado para 5 de outubro

Covid-19

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Foto: FC Vizela / Facebook

Os encontros entre Académico de Viseu e Académica, e Feirense e Desportivo de Chaves, suspensos na primeira jornada da II Liga de futebol devido a casos positivos de covid-19, já têm nova data, implicando ainda mexidas noutra partida.


Segundo informou hoje a Liga de clubes, o jogo entre o Académico de Viseu e Académica realiza-se no dia 07 de outubro, enquanto a partida entre Feirense e Desportivo de Chaves vai ser disputada a 15 de outubro.

Já o embate entre o Vizela e o Desportivo de Chaves, relativo à quinta jornada, foi remarcado para 05 de outubro.

Quanto ao jogo entre Sporting e Gil Vicente, que foi o primeiro do principal campeonato português (I Liga) a ser adiado devido à pandemia de covid-19, ainda não foi anunciada nova data para o mesmo.

A pandemia de covid-19 já provocou pelo menos 961.531 mortos e mais de 31,1 milhões de casos de infeção em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

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Futebol

Taça de Portugal: SC Braga na Trofa e Vitória SC em Arouca

Sorteio da terceira eliminatória

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Foto: DR / Arquivo

Na terceira eliminatória da Taça de Portugal, o SC Braga visita o Trofense, o Vitória SC joga no reduto do Arouca, o Famalicão, semifinalista em 2019/20, desloca-se a Lisboa para um duelo com o Oriental, o Gil Vicente vai ao reduto do Oleiros e Moreirense desloca-se ao reduto do Merelinense.

O Vizela, da II Liga, vai receber o Boavista.

O Desportivo de Monção (um dos três emblemas dos distritais ainda em prova) vai receber o primodivisionário Rio Ave.

O FC Porto inicia a defesa do título da Taça de Portugal no terreno do Fabril do Barreiro, do Campeonato de Portugal, na terceira eliminatória da prova, ditou o sorteio hoje realizado na sede da Federação Portuguesa de Futebol.

Os dois emblemas vão defrontar-se mais de 40 anos depois, sendo que o último embate remonta a 1976, quando o Fabril ainda militava no escalão maior do futebol nacional. A equipa da margem sul ocupa atualmente o oitavo lugar da série G do Campeonato de Portugal.

Já o Benfica, recordista de troféus (26) e que perdeu a final da última edição para os ‘dragões’, vai deslocar-se ao reduto do Paredes, nono colocado da série C do Campeonato de Portugal e que apenas defrontou os ‘encarnados’ numa ocasião.

Em 1985, nos quartos de final da ‘prova rainha’, as ‘águias’ venceram por 3-0.

O Sporting terá uma deslocação mais curta, uma vez que visita o Sacavenense, líder da série F do terceiro escalão, sendo que o único embate entre os dois emblemas, em 1932, terminou com um triunfo ‘leonino’, por 5-1, no longínquo e já extinto Campeonato de Lisboa.

Além dos 18 clubes da I Liga, a terceira ronda da ‘prova rainha’ inclui outros 12 da II Liga, além de 29 do Campeonato de Portugal e três dos distritais.

Os cinco jogos da segunda eliminatória que faltam disputar estão agendados para 28 de outubro: Pedras Rubras-Salgueiros, Felgueiras 1932-Valadares Gaia, Rebordelo-Varzim, Vilaverdense-Lourinhanense e Vitória de Setúbal-Académico de Viseu.

As partidas da terceira eliminatória da Taça de Portugal estão agendadas para o fim de semana de 21 e 22 de novembro.

Sorteio completo

Arouca (L2) – V. Guimarães (L)
Real (CP) – B SAD (L)
Felgueiras (CP)/Valadares (CP) – Tondela (L)
Monção (D) – Rio Ave (L)
UD Leiria (CP)) – Portimonense (L)
Sacavenense (CP) – Sporting (L)
Paredes (CP) – Benfica (L)
Penafiel (L2) – Marítimo (L)
Trofense (CP) – SC Braga (L)
Oliveirense (L2) – Paços de Ferreira (L)
Fabril (CP) – FC Porto (L)
Oriental (CP) – Famalicão (L)
Beira-Mar (CP) – Santa Clara (L)
Vizela (L2) – Boavista (L)
Casa Pia (L2) – Nacional (L)
Merelinense (CP) – Moreirense (L)
Oleiros (CP) – Gil Vicente (L)
Estrela (CP) – Farense (L)
Estoril (L2) – Lusitano de Évora (CP)
Vilafranquense (CP) – Sanjoanense (CP)
Montalegre (CP) – V. Setúbal (CP)/Académico Viseu (L2)
Vilaverdense (CP)/Lourinhanense (CP) – Olímpico Montijo (CP)
Anadia (CP) – Pinhalnovense (CP)
Académica (L2) – Rebordelo (D)/Varzim (L2)
Oriental Dragon (CP) – Leixões (L2)
Feirense (L2) – Amora (CP)
Espinho (CP) – Gondomar (CP)
Limianos (D) – Fontinhas (CP)
Pedras Rubras (CP)/Salgueiros (CP) – Covilhã (L2)
Marinhense (CP) – Cova da Piedade (L2)
Torreense (CP) – Alverca (CP)
Fafe (CP) – Vilar Perdizes (D)

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Futebol

Vitória SC recorre do castigo aplicado no ‘caso Marega’

Por insultos racistas

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Foto: Imagens SportTV

O Vitória SC anunciou hoje que vai recorrer do castigo de três jogos à porta fechada imposto pela Autoridade para a Prevenção e Combate à Violência no Desporto (APCVD), devido aos insultos racistas dirigidos ao futebolista Marega.

A entidade adiantou hoje à Lusa que um despacho “exarado” na terça-feira, com conhecimento dos minhotos, puniu o clube da I Liga com uma “sanção acessória de realização de três espetáculos desportivos à porta fechada, com início do cumprimento da sanção após regresso do público aos espetáculos desportivos”, mas o Vitória, em comunicado, criticou a forma como a APCVD conduziu o processo e anunciou o recurso.

“Não podendo deixar de registar que esta decisão tenha sido publicamente pré-anunciada pelo Presidente da APCVD, Rodrigo Cavaleiro, ao arrepio de todas as formalidades processuais, o Vitória Sport Clube informa que vai apresentar o competente recurso”, lê-se na nota publicada pelos vimaranenses.

Vitória SC punido com três jogos à porta fechada devido ao ‘caso Marega’

Esse pré-anúncio da decisão refere-se às declarações proferidas por Rodrigo Cavaleiro à Lusa, em 05 de outubro, nas quais sugeriu “a possibilidade de jogos à porta fechada, também consoante as diversas infrações” e “algo na ordem dos milhares de euros” de coima – o valor aplicado ao emblema de Guimarães é de 55 mil euros.

O Vitória frisou ainda que a APCVD não impôs uma sanção acessória de três jogos à porta fechada, mas três sanções acessórias de um jogo à porta fechada.

Uma delas refere-se à “violação do dever de garantir o cumprimento das regras e condições de acesso e permanência de espetadores no recinto desportivo”, alega o emblema vimaranense.

As sanções responsáveis pelos outros dois jogos à porta fechada resultam de “apoio a Grupo Organizado de Adeptos (GOA) não registado” e da “violação do dever de zelar pelo comportamento dos GOA”, lê-se ainda no comunicado vitoriano.

O caso relativo a estas sanções ocorreu há oito meses, no Estádio D. Afonso Henriques, em Guimarães, durante o jogo de futebol entre o Vitória SC e o FC Porto, que os ‘dragões’ venceram por 2-1.

Por volta dos 70 minutos, pouco depois de ter marcado o golo da vitória ‘azul e branca’, Marega, que já alinhou nos vimaranenses, pediu para ser substituído e acabou mesmo por abandonar o relvado, agastado com cânticos de natureza racista que lhe estavam a ser dirigidos por adeptos do Vitória, com sons a imitar macacos.

O caso também originou uma investigação da Polícia de Segurança Pública (PSP) às câmaras da videovigilância do estádio vimaranense, com a colaboração do Vitória, de forma a serem identificados os eventuais autores dos insultos racistas e um processo-crime do Ministério Público (MP) “por atos de discriminação racial”.

Três adeptos do emblema vimaranense estão a ser julgados no Tribunal de Guimarães, pelo crime de discriminação e incitamento ao ódio e à violência, punido com pena de prisão de seis meses a cinco anos, desde 25 de setembro.

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Futebol

Vitória SC punido com três jogos à porta fechada devido ao ‘caso Marega’

Clube tem 20 dias para recorrer

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Foto: DR / Arquivo

O Vitória SC foi hoje punido com três jogos à porta fechada pelos insultos racistas dirigidos ao futebolista maliano do FC Porto Marega, em fevereiro, pela Autoridade para a Prevenção e Combate à Violência no Desporto (APCVD).

Vitória SC recorre do castigo aplicado no ‘caso Marega’

Questionada pela Lusa, a APCVD confirmou já ter sido “proferida e notificada ao arguido a decisão final” do processo decorrente do jogo entre vitorianos e portistas, em 16 de fevereiro último, a contar para a edição de 2019/20 da I Liga.

“Por despacho exarado em 20 de outubro de 2020, foi aplicada ao Vitória Sport Clube, Futebol SAD a coima de 55 mil euros, bem como a sanção acessória de realização de três espetáculos desportivos à porta fechada, com início do cumprimento da sanção acessória após regresso do público aos espetáculos desportivos”, lê-se na resposta à Lusa da APCVD.

Esta decisão é passível de recurso, dispondo o Vitória SC de “um prazo de 20 dias para eventual impugnação judicial”.

O caso ocorreu há oito meses, no Estádio D. Afonso Henriques, em Guimarães, durante o jogo de futebol entre o Vitória SC e o FC Porto, que os ‘dragões’ venceram por 2-1.

Por volta dos 70 minutos, pouco depois de ter marcado o golo da vitória ‘azul e branca’, Marega, que já alinhou nos vimaranenses, pediu para ser substituído e acabou mesmo por abandonar o relvado, agastado com cânticos de natureza racista que lhe estavam a ser dirigidos por adeptos do Vitória, com sons a imitar macacos.

O caso também originou uma investigação da Polícia de Segurança Pública (PSP) às câmaras da videovigilância do estádio vimaranense, com a colaboração do Vitória, de forma a serem identificados os eventuais autores dos insultos racistas e um processo-crime do Ministério Público (MP) “por atos de discriminação racial”.

Três adeptos do emblema vimaranense estão a ser julgados no Tribunal de Guimarães, pelo crime de discriminação e incitamento ao ódio e à violência, punido com pena de prisão de seis meses a cinco anos, desde 25 de setembro.

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