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Desporto

João Sousa sobe 13 lugares no ranking mundial depois de participação histórica em Wimbledon

Conquistador chegou aos oitavos de final, na sua melhor prestação de sempre num Grand Slam

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Foto: Twitter

O tenista vimaranense João Sousa subiu hoje 13 posições na classificação mundial ATP, para o 56.º lugar, depois de ter chegado aos oitavos de final do torneio de Wimbledon.

João Sousa, que conseguiu em Wimbledon a sua melhor prestação num Grand Slam, perdeu diante do tenista espanhol Rafael Nadal, número dois do mundo, em três ‘sets’, por 6-2, 6-2 e 6-2.

João Sousa nos oitavos de final de Wimbledon pela primeira vez

O ‘ranking’ mundial continua a ser liderado pelo sérvio Novak Djokovic, que venceu no domingo o torneio londrino, diante de Roger Federer, seguido por Rafael Nadal, enquanto o suíço é terceiro e aproximou-se do espanhol, de quem dista 485 pontos.

Os resultados no principal torneio de relva do mundo permitiram também a subida do espanhol Roberto Bautista Agut, que chegou às meias-finais do torneio, derrotado por Djokovic, e progrediu nove lugares na classificação, ocupando o 13.º posto.

Entre os portugueses, Pedro Sousa e João Domingues ‘caíram’ duas posições cada, para os 109.º e 172.ºs lugares, respetivamente, enquanto Gonçalo Oliveira e Gonçalo desceram cinco postos e ocupam o 262.º e o 345.º. Frederico Silva manteve o 296.º lugar.

Em femininos, a liderança continua nas mãos da australiana Ashleigh Barty, apesar da sua eliminação nos oitavos de final do ‘Grand Slam’ britânico, com o trio da frente a manter-se inalterado, com a japonesa e a checa Karolina Pliskova nos lugares imediatos.

A campeã de Wimbledon, a romena Simona Halep, subiu do sétimo para o quarto lugar, e a finalista vencida, a norte-americana Serena Williams, do 10.º para o nono.

A maior ‘queda’ entre as primeiras pertenceu à alemã Angelique Kerber, campeã na Austrália e nos Estados Unidos em 2016, e em Wimbledon em 2018, que desceu oito posições e passou a ser 13.ª na hierarquia mundial, após o desaire na segunda ronda em Wimbledon.

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Futebol

Bancada do estádio do Rio Ave permanece encerrada por tempo indeterminado

Estádio dos Arcos

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Foto: Divulgação / Rio Ave FC

O Rio Ave, da I Liga portuguesa de futebol, informou hoje que a bancada nascente do seu estádio vai permanecer encerrada ao público por tempo indeterminado.

O emblema vila-condense esclareceu, através de um comunicado, que será feita “uma análise mais profunda ao relatório produzido pelo Instituto Superior de Engenharia do Porto (ISEP), que, em 08 de agosto último, recomendou a não utilização da estrutura.

“Ao tomar conhecimento do relatório do ISEP, o Rio Ave optou, responsavelmente, pelo encerramento da bancada até que fossem aprofundadas as condições ou pormenores que resultariam de uma análise mais profunda”, pode ler-se no texto publicado no site do clube.

O relatório do ISEP apontava que “a normal utilização da bancada, na sua função de suportar ações provenientes da sobrecarga do público, está severamente comprometida”, recomendando a “suspensão da utilização da bancada para qualquer tipo de atividade que envolva a presença de público”.

“Porque a preservação e a segurança do valor da vida humana estão acima de qualquer outro interesse, o Rio Ave jamais colocou a hipótese de ignorar ou omitir este facto que lhe foi comunicado, ainda que não haja qualquer interdição de uso do espaço ou que este esteja em risco de ruína”, esclareceu o emblema vila-condense.

No mesmo comunicado, os vila-condenses explicaram os contornos que levaram ao adiamento do jogo da primeira jornada do campeonato, frente ao Vitória de Guimarães, dizendo que acataram uma recomendação da PSP, que temia “a existência de tumultos entre os adeptos visitantes”.

Isto porque, para esse jogo, já tinham sido vendidos cerca de 2.500 bilhetes para os adeptos vimaranenses, mas, com a solução de usar apenas a bancada poente do recinto, a lotação para os visitantes teria de ser limitada a apenas 900 lugares.

“Surgiu da parte das forças de segurança (PSP) a informação de que não estariam reunidas as condições de segurança adequadas para a realização do evento. A justificação apresentada baseava-se no receio de reação tumultuosa dos adeptos visitantes que iriam ficar sem os ingressos ou impedidos de o adquirir, dado que teria de haver uma redução para 900 lugares”, explicou o Rio Ave.

Os vila-condenses acrescentaram que, dado que “qualquer problema de ordem publica ou segurança que viesse a ocorrer seria da responsabilidade do Rio Ave, promotor do evento, não haveria outra solução senão aceitar a nova calendarização do jogo, ainda que esta solução não fosse ao encontro do interesse desportivo ou da solução que seria a ideal”.

Segundo disse à Agência Lusa fonte do clube, até que seja encontrada uma solução para a bancada nascente, o público será encaminhado para a bancada poente, que tem uma capacidade para cerca de 5.000 pessoas, sendo que um mínimo de 5% da lotação será destinado aos adeptos dos clubes visitantes.

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Futebol

Spartak de Moscovo vence rival CSKA antes de defrontar SC Braga

Liga Europa

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Foto: DR / Arquivo

O Spartak de Moscovo, adversário do Sporting de Braga no playoff de acesso à Liga Europa, venceu hoje por 2-1 o rival CSKA Moscovo, no encontro de encerramento da sexta jornada da primeira liga russa de futebol.

Os golos apenas aconteceram na segunda parte, quando o defesa-central francês Samuel Gigot, assistido pelo alemão André Schurrle, deu vantagem à equipa da casa, aos 59 minutos, anulada instantes depois, aos 68, pelo russo de origem brasileira, Mário Fernandes.

Samuel Gigot viria a tornar-se a figura da partida a 11 minutos do apito final ao fazer o bis no encontro, confirmando o quarto triunfo consecutivo em todas as competições, antes de se deslocar a Portugal para defrontar os minhotos na primeira mão do playoff, na quinta-feira, pelas 19:45. A segunda mão está agendada para 29 de agosto.

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Canoagem

Apuramento Olímpico: Erro da organização deixa seleção de canoagem retida em Budapeste

Canoístas portugueses decidem em Szeged apuramento para Tóquio 2020

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Fernando Pimenta à partida do Aeroporto do Porto: Foto: Facebook

Um ‘mal-entendido’ da organização dos mundiais de canoagem da Hungria atrasou um dia para esta terça-feira a chegada da seleção de Portugal a Szeged, condicionando a sua preparação para o momento decisivo rumo a Tóquio2020.

“Viajar à tarde para chegar à noite e descansar era a nossa ideia. Não sei como foi possível, mas a organização não tinha a informação da nossa chegada. Não encontraram solução e tivemos de improvisar dormida em Budapeste. Só hoje, após o almoço, e depois de vários inconvenientes adiamentos, desbloquearam a situação e viemos para Szeged, a 175 quilómetros”, lamentou Ricardo Machado.

Em declarações à agência Lusa, o vice-presidente da Federação portuguesa referiu que este contratempo, entre outras coisas, “causou natural ‘stress’ e ansiedade” ao grupo e alterou “o plano de treinos e rotina de descanso” para a competição, que principia já na quarta-feira.

“São muitas equipas, 102 países e mais de 1.000 atletas. Pode acontecer… pena que tenha sido connosco. De qualquer forma, isto não nos abate. A equipa está muito bem preparada, confiante e mais do que motivada para lutar pelo apuramento para os Jogos Olímpicos”, completou.

Teresa Portela em K1 200 e Hélder Silva em C1 200 são os primeiros a entrar em ação, num dia em que Fernando Pimenta vai fazer K1 500, “prova de cujo resultado vai abdicar”.

“Quando o inscrevemos ainda não sabíamos se a prova colidia em termos de horários com os 1.000 metros, que são a prioridade. Como assim é, ele vai apresentar-se, mas ficará pelas eliminatórias”, assumiu.

De quarta-feira a domingo, os mundiais de canoagem definem boa parte das vagas para os Jogos Olímpicos Tóquio2020, sendo que o apuramento terá uma segunda fase, continental, e ainda mais restrita, em maio de 2020.

Com o foco nos Jogos do Japão estão mais de 1.000 canoístas em representação de 102 países.

A Lusa viajou a convite da Federação Portuguesa de Canoagem.

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