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Rali de Portugal volta ao Minho e Norte

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O Rali de Portugal, sexta prova do Mundial da especialidade, vai juntar 89 competidores, numa edição na qual o francês Sebastien Ogier procura alcançar o recorde de seis triunfos e que terá novamente a Exponor, em Matosinhos, como epicentro.


O Rali de Portugal está de volta ao Minho e Norte de Portugal e fica na estrada de 17 a 20 de maio. A apresentação da edição de 2018 decorreu ontem, dia 04, na Casa da Arquitetura, em Matosinhos, na presença das entidades envolvidas na sua realização: a Turismo do Porto e Norte de Portugal, os 14 municípios que recebem a prova, a Comissão de Desenvolvimento e Coordenação da Região Norte e o Automóvel Clube de Portugal. Foto: Divulgação

Em 17 de maio, quinta-feira, os pilotos têm o ‘shakedown’ em Paredes, o derradeiro teste para os pilotos e os carros antes da partida oficial em Guimarães, no Campo de São Mamede: o pelotão segue depois para o circuito de Lousada, para a única super especial do rali, no primeiro momento de competição.

Na sexta-feira, destaque para o Alto Minho, com dupla passagem pelos troços de Viana do Castelo, Caminha e Ponte de Lima, todos sem alterações face ao traçado de 2017.

Ao fim do dia decorre o Porto Street Stage, com um percurso renovado: arranca na Sé do Porto, sobe à Estação de São Bento e à Brasileira, antes de entrar na Avenida dos Aliados, virando depois para a Torre dos Clérigos, sendo que a especial, de 1,95 quilómetros, termina em frente ao Tribunal da Relação.

No sábado, os pilotos começam a competição em Vieira do Minho, seguindo para Cabeceiras de Basto, na Serra da Cabreira, e Amarante, para a mais longa especial, de 37,6 quilómetros.

O último dia, a disputar no domingo, decorrerá todo no concelho de Fafe, palco de todos os troços: além da tradicional dupla passagem pela classificativa de Fafe-Lameirinha, a última das quais disputada sob o regime de ‘Power Stage’, os troços de Montim, este ano com duas passagens, e Luílhas voltam a fazer parte integrante do programa.

A cerimónia de pódio volta a ter lugar na Marginal de Matosinhos.

Impacto de 136 milhões de euros

Rali de Portugal em Ponte de Lima (2017). Foto: Luís Lima

Ao longo de 4 dias serão percorridos mais de 1.500 km que atravessam 13 concelhos ansiosos por acolher os concorrentes e a ‘afición’, num evento que tem um impacto de 136 milhões na economia do território.

O presidente da Turismo do Porto e Norte de Portugal, Melchior Moreira, nem questiona a importância de manter o evento e adianta ser “um privilégio poder acolher um dos ralis fundadores do WRC já considerado por diversas vezes o “Melhor Rally do Mundo” num momento alto para um destino que fechou o ano com o número de dormidas previsto alcançar só em 2020, 7,4 milhões de dormidas”.

Há 3 anos consecutivos que este evento tem apresentado resultados extremamente positivos, seja na captação de público, de visionamento na comunicação social, seja na criação de rendimento para o território da região. Os números que chegam da edição de 2017 mostram que houve um impacto de 136 milhões de euros na economia do território, dos quais 71 milhões de euros de impacto direto (mais 7 milhões de impacto global do que na edição de 2016); quase 1 milhão de adeptos, referindo que de entre os espetadores, 39,1% realizam a primeira visita à Região com o propósito do Rally de Portugal; 92,9% dos adeptos do Rally de Portugal pretendem regressar à Região, incluindo no Inverno (69,2% - diminuição da sazonalidade), assumindo que o Porto e Norte de Portugal prima pela hospitalidade, pela paisagem, pela gastronomia e pelo património e cultura. Em termos de impacto da oferta e procura turística do Destino do Porto e Norte de Portugal, com a realização deste evento, há ainda a destacar o aumento de ganhos económicos no destino, sendo que 58,2% dos ganhos diretos são de mercados externos (exportações de viagens e turismo), de 14 diferentes países de origem.

“Perante esta realidade, continuo a defender que não deve haver hesitação em manter o rali no Norte. As entidades competentes devem dar o seu apoio financeiro para que este evento tenha continuidade”, sublinha Melchior Moreira.

Campeonato do mundo de ralis

Foto: DR

O Rali de Portugal também pontua para o WRC Júnior, com 14 inscritos, bem como para o campeonato de Portugal, fazendo regressar Armindo Araújo, vencedor em 2003, 2004 e 2006, quando a prova não recebeu os melhores do mundo, em competição com 17 pilotos.

O finlandês Markku Allen venceu cinco edições (1975, 1977, 1978, 1981 e 1987) e Ogier, atual campeão do mundo, respondeu com vitórias em 2010, 2011, 2013, 2014, 2017, pelo que, de 17 a 20 de maio, mais de um milhão de espetadores verão, ao vivo, o gaulês a tentar fazer história

A tentar contrariar o favoritismo do Ford de Ogier, líder do campeonato, destaca-se a Hyundai, que traz a equipa completa, com destaque para o belga Thierry Neuville, o segundo da geral do campeonato, com a companhia do espanhol Dani Sordo, do neozelandês Hayden Paddon e do norueguês Andreas Mikkelsen.

Nas outras marcas, os destaques vão para a Toyota, que contará com os finlandeses Jari-Matti Latvala e Esappeka Lappi e o estónio Ott Tänak, enquanto a Citroën traz os britânicos Kris Meeke, vencedor da edição de 2016, e Craig Breen e o norueguês Mads Ostberg, que ganhou em 2012.

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Miguel Oliveira aponta ao ‘top-5’ nas próximas três corridas

Mundial de MotoGP

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Foto: Facebook

O piloto português Miguel Oliveira (KTM) espera terminar as próximas três corridas do Mundial de MotoGP entre os cinco primeiros classificados.

Em declarações à equipa Tech3, pela qual alinha na categoria rainha do campeonato do mundo de velocidade, o piloto de Almada mostrou-se “entusiasmado por correr em Le Mans”, palco do Grande Prémio de França, no próximo fim de semana.

“Claro que queremos dar a volta ao resultado de Barcelona [desistência por queda] e marcar pontos, que é o mais importante”, começou por explicar Oliveira, que se prepara para entrar num novo ciclo de três corridas consecutivas, duas delas em Aragão, onde está habituado a ter bons resultados.

Por isso, Miguel Oliveira frisa que o objetivo para estas três provas “é terminar todas e dentro dos cinco primeiros lugares”.

Para já, segue-se o GP de França, “que é a corrida caseira para a equipa” Tech3, pelo que se sente “ainda mais motivado para conseguir um bom resultado”, que acredita “poder alcançar”.

“Estou mesmo satisfeito por poder voltar ao trabalho”, concluiu.

Depois desta tripla jornada segue-se mais uma semana de pausa antes das três provas finais, duas em Valência e a derradeira no Algarve, em Portimão, a 25 de novembro.

Após oito corridas disputadas, Miguel Oliveira é o nono classificado do campeonato, com 59 pontos.

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Miguel Oliveira desiste do GP da Catalunha devido a queda

MotoGP

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Foto: DR / Arquivo

O piloto português Miguel Oliveira (KTM) desistiu hoje do Grande Prémio da Catalunha de MotoGP, oitava prova do Mundial de 2020, devido a uma queda, sofrida quando era nono classificado.

O piloto luso, que partira da 12.ª posição da grelha, estava na luta pelo sexto lugar quando sucumbiu às dificuldades com o pneu dianteiro que vinha apontando ao longo do fim de semana.

Na mesma curva 2 caíra, duas voltas antes, o italiano Valentino Rossi (Yamaha), quando era segundo classificado.

De fora estavam já, também, o espanhol Pol Espargaró (KTM), o francês Johann Zarco (Ducati) e o italiano Andrea Dovizioso (Ducati), líder do campeonato, todos devido a quedas, sem consequências físicas para os pilotos.

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Miguel Oliveira parte do 12.º lugar para o GP da Catalunha

MotoGP

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Foto: DR / Arquivo

O piloto português Miguel Oliveira (KTM) qualificou-se hoje na 12.ª posição para o Grande Prémio da Catalunha de MotoGP, oitava prova do Mundial de motociclismo de velocidade.

Miguel Oliveira, que caiu no início da derradeira fase de qualificação, mas sem consequências físicas, fez a melhor volta sobre o final, com o tempo de 1.40,188 minutos, a 475 milésimos de segundo do autor da ‘pole position’, o italiano Franco Morbidelli (Yamaha).

O piloto luso garantiu, pela manhã, o apuramento direto para a segunda fase da qualificação ao fazer o terceiro melhor tempo na terceira sessão de treinos livres.

O francês Fabio Quartararo (Yamaha) e o italiano Valentino Rossi (Yamaha), que cumpre em Barcelona o 350.º GP da carreira, completaram a primeira fila da grelha.

A qualificação de Miguel Oliveira acabou por ser prejudicada pela queda, que aconteceu logo na primeira volta lançada, deixando o piloto português com menos tempo para atacar uma boa posição na grelha de partida.

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