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Região

IPCA oferece 680 vagas no concurso nacional de acesso

Áreas da gestão, tecnologia, design e hotelaria e turismo

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Foto: DR

O Instituto Politécnico do Cávado e do Ave (IPCA) oferece, para o próximo ano letivo, 680 vagas no concurso nacional de acesso aos cursos de licenciatura.


Considerando o despacho do Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Manuel Heitor, que fixa as vagas para o próximo ano letivo, o IPCA decidiu aumentar as vagas nos cursos das áreas das competências digitais.

As vagas distribuem-se por 14 cursos de licenciatura, das quatro escolas. A Escola Superior de Design oferece 105 vagas nos cursos de Design Industrial (40 vagas) e Design Gráfico (40 vagas regime laboral e 25 em regime pós-laboral).

A Escola Superior de Gestão oferece 340 vagas, nos cursos de Contabilidade (40 vagas e 30 vagas em regime pós-laboral); Finanças (30); Fiscalidade (30 vagas e 20 vagas em regime pós-laboral); Gestão de Empresas (40 vagas e 30 vagas em regime pós-laboral); Gestão Pública (25 vagas e 20 vagas em PL); Solicitadoria (40 vagas e 35 vagas em regime pós-laboral).

A Escola Superior de Hotelaria e Turismo oferece 75 vagas abertas para o curso de Gestão de Atividades Turísticas (45 vagas e 30 em pós-laboral). A Escola Superior de Tecnologia conta com 75 vagas abertas nos cursos de Engenharia Eletrotécnica e de Computadores (25); Engenharia em Desenvolvimento de Jogos Digitais (25); Engenharia e Gestão Industrial (25); Engenharia Informática Médica (25) e Engenharia de Sistemas Informáticos (30 mais 25 vagas em regime pós-laboral).

Paralelamente a estas ofertas, o IPCA tem oferece ainda 260 vagas nos concursos especiais (incluindo os estudantes internacionais) e os regimes de mudança de par instituição/curso.

A primeira fase de candidatura ao ensino superior arrancou com 50.860 vagas no concurso nacional de acesso, mais oito do que as 50.852 de 2018 e decorre até 6 de agosto, sendo os resultados divulgados a 9 de setembro.

A candidatura ao Ensino Superior Público é realizada exclusivamente através do sistema online disponibilizado no sítio da Direção-Geral do Ensino Superior.

O IPCA tem em funcionamento o Gabinete de Acesso ao Ensino Superior que tem como objetivo apoiar as candidaturas em todo o sistema de Ensino Superior português, e as candidaturas aos concursos locais e especiais.

De salientar ainda que estão neste momento abertas as candidaturas à 1ª fase dos Cursos Técnicos Superiores Profissionais, tendo disponíveis 646 vagas nas áreas do Design, Hotelaria e Turismo, Gestão e Tecnologia.

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Cávado

Esposende recupera casas com mais de 2.000 anos de existência

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O Município de Esposende está a proceder à recuperação das casas do Castro de S. Lourenço, em Vila Chã, num investimento de cerca de 10.600 euros, foi hoje anunciado.

Além da reconstrução de cinco habitações, pertencentes a dois núcleos habitacionais, a intervenção contempla a reconstituição dos espaços de circulação daquele espaço que remonta ao século III A.C..

Em comunicado, a autarquia de Esposende diz estar focada “na concretização do projeto de desenvolvimento delineado para o território concelhio”, com este castro a afigurar-se “como elemento fundamental na consciencialização da população, principalmente junto dos mais novos, do ponto de vista da transmissão histórica sobre o contexto da fundação de Esposende”.

“Neste espaço decorre, anualmente, a Galaicofolia, 2000 anos de festa – (um evento cultural, de lazer e entretenimento promovido pelo Município de Esposende, com o objetivo de afirmar o património local).

Foto: Divulgação / CM Esposende

“Os trabalhos agora desenvolvidos no Castro de S. Lourenço obedeceram a critérios fundamentados pela experiência adquirida nas intervenções realizadas em outros castros nacionais e galegos e, sobretudo, nos resultados obtidos com as intervenções arqueológicas realizadas no próprio castro”, refere a nota enviada às redações.

“Assim, os edifícios foram reconstruídos maioritariamente com a pedra das sucessivas campanhas de escavação, obedecendo ao desenho dos seus alicerces, recuperados nas intervenções arqueológicas”, acrescenta.

Foram recuperados três edifícios circulares, uma estrutura oblonga, sendo a restante de planta irregular. No interior de uma delas respeitou-se o banco de pedra corrido encostado a uma das paredes.

“A manutenção e recuperação das coberturas dos cinco edifícios exige uma ação consistente, garantindo a qualidade do serviço público prestado por este local icónico do Município de Esposende, reconhecido a nível nacional e internacional”, diz a mesma fonte.

De realçar que o Castro de S. Lourenço, integrado na Rede de Castros do Noroeste, consta como o maior fator atrativo do concelho, tendo obtido o certificado de excelência pela maior plataforma de viagens do mundo que ajuda milhões de viajantes a potenciarem ao máximo cada viagem, a Tripadvisor.

Entre 2014 e 2019 foram registados mais de 68 mil visitantes, incluindo alunos e participantes em atividades de Serviço Educativo, crescimento resultante do investimento que o Município de Esposende tem feito no Castro de S. Lourenço, sublinha a autarquia.

A aquisição de terrenos, num investimento de 150 mil euros, permitiu requalificar o espaço envolvente à segunda linha de muralhas. Posteriormente foi construída a área de merendas e o circuito pedonal, zonas de estacionamento, reflorestação com espécies autóctones, recuperação do muro de pedra solta para delimitação do recinto, criação de espaço informal de anfiteatro naturalizado, instalações sanitárias e ilha ecológica, num investimento de cerca de 250 mil euros.

No CISL os visitantes têm à sua disposição o documentário “Quem somos e de onde vimos…”, que permite conhecer o Castro de S. Lourenço no contexto do Noroeste Peninsular, refletindo as vivências do castro ao longo de 20 séculos de ocupação. Os mais novos podem assistir ao filme “Caturo, o pequeno guerreiro” e os especialistas têm à sua disposição o livro “Memórias Arqueológicas do Castro de S. Lourenço” uma publicação com dois volumes.

“IDENTIDADE(S): o Homem e o Território Esposende nas origens da Cultura Castreja” é a mais recente exposição do Centro Interpretativo de S. Lourenço e, tal como a exposição “Mar Histórias”, pode ser visitada gratuitamente de segunda a sexta-feira, das 10:00 às 13:00 e das 14:00 às 18:00 e aos fins-de-semana e feriados, entre as 14:00 e as 18:00.

Encontra-se, ainda, em execução as ações previstas para o “Circuito Megalítico do Planalto de Vila Chã, num investimento de cerca de 30 mil euros, financiadas pela candidatura PROVERE MINHO Inovação.

Para mais informações poderá entrar em contacto com o Serviço de Património Cultural, através do 253 960 179 ou do e-mail [email protected]

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Braga

São Bento abriu a porta aos peregrinos no principal dia da romaria

Religião

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Foto: Facebook do santuário do São Bento da Porta Aberta

Celebra-se esta quinta-feira o principal dia da romaria ao São Bento da Porta Aberta, em Rio Caldo, concelho de Terras de Bouro, com várias iniciativas religiosas abertas à população.

Pelas 11:00 horas desta manhã, o arcebispo de Braga, Jorge Ortiga, celebrou a missa solene com participação do Grupo Coral de S. Bento da Porta Aberta.

Foto: Facebook do santuário do São Bento da Porta Aberta

Foto: Facebook do santuário do São Bento da Porta Aberta

Foto: Facebook do santuário do São Bento da Porta Aberta

Foto: Facebook do santuário do São Bento da Porta Aberta

Foto: Facebook do santuário do São Bento da Porta Aberta

A eucaristia contou com a presença de dezenas de fieis e peregrinos que rumaram durante a madrugada àquele templo situado às portas do Parque Nacional Peneda-Gerês.

Pelas 17:00 horas, foi inaugurada a exposição do Ósculo e da Relíquia do ‘São Bentinho’.

Pelas 18:30, há uma eucaristia campal com o andor ornamentado à porta da basílica.

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Braga

Ricardo Rio pede intervenção da Europa para modernizar rede ferroviária portuguesa

Missiva assinada por 29 personalidades portuguesas

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Foto: DR (Arquivo)

Ricardo Rio, presidente da Câmara de Braga, é um dos signatários de uma carta dirigida à Comissária Europeia dos Transportes, Adina Valean, em que se alerta para “o risco de Portugal se tornar uma ilha ferroviária na Europa em virtude do sistemático atraso na adopção da bitola europeia (1.435 mm) nas linhas internacionais”.

Em comunicado, a autarquia de Braga dá conta desta missiva, assinada por 29 cidadãos portugueses de diferentes áreas, entre os quais três autarcas: Ricardo Rio, José Ribau Esteves (Aveiro) e António Almeida Henriques (Viseu).

A missiva conta ainda com as assinaturas de personalidades como Mira Amaral, ex-ministro da Indústria, João Luís Mota Campos, ex-secretário de Estado da Justiça, ou João Duque, professor catedrático do Instituto Superior de Economia e Gestão.

Segundo Ricardo Rio, é “fundamental que o plano de recuperação e utilização dos fundos oriundos da União Europeia para fazer face à crise imposta pela covid-19 inclua o investimento na modernização das infraestruturas ferroviárias.

“Sendo Portugal um país periférico, o sistema ferroviário é um elemento essencial para assegurar a coesão territorial no contexto europeu e a minoração dos desequilíbrios económicos e sociais”, adianta.

Como salienta a missiva, Portugal “corre o risco de ficar privado de vias terrestres competitivas para o transporte de mercadorias de e para a maior parte da União Europeia”, impedindo-se ainda a “concorrência na operação ferroviária internacional, relegando Portugal para uma situação de monopólio ferroviário”.

Assim, na carta é pedido que o novo TEN-T (Trans-European Transport Network) seja aproveitado para “impulsionar uma transformação” na infraestrutura ferroviária portuguesa no sentido da sua integração plena nas redes europeias.

Os subscritores manifestam-se contra a possibilidade da certificação como interoperáveis de linhas da Rede Core em bitola ibérica, o que seria apenas a “justificação burocrática de um erro histórico” e “contribuiria para a não abertura à Europa do sistema ferroviário português”.

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