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Braga

Instalado primeiro abrigo para gatos de rua em Braga

“Casa dos Gatos”

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Foto: Facebook de JF S. Victor

Braga é a segunda cidade do país a receber a Casa dos Gatos, um projeto criado pela associação Movido a 4 Patas, com vários modelos implementados em Sintra, no distrito de Lisboa.

O primeiro abrigo da cidade foi oferecido à associação Abandoned Pets e acolhida pela freguesia urbana de S. Victor, onde a Junta tem, no seu jardim, uma colónia de gatos.

A Casa dos e Gatos foi um dos pedidos do movimento político independente Braga para Todos, conhecido por trabalhar a causa animal, dirigido ao autarca Ricardo Rio, nas últimas semanas. No entanto, o projeto acabou por ter início com o apoio de Ricardo Silva, presidente da Junta de S.Victor, segundo refere Eduarda Palmeira, presidente da Abandoned Pets, numa nota enviada a O MINHO.

“Quando fomos à junta e vimos vários gatos, pensamos que, ali, seria o local certo para colocar um abrigo que a Movido a 4 patas nos tinha oferecido e estava parado, Por não termos ainda um local que nos parecesse o certo para começar o projeto, pedimos ao presidente Ricardo Silva se permitia que o abrigo ficasse no jardim, parte traseira da Junta”, conta.  E acrescenta: “como a resposta foi sim, vamos agora esterilizar e garantir a alimentação dos gatos dentro do próprio abrigo, e esperamos que dentro de dois meses já sintam que ali é a sua casa”.

Uma Casa da Árvore no centro da cidade de Braga

A associação bracarense pretende, num futuro próximo, alargar o projeto a outras freguesias e envolver as crianças na decoração destes abrigos, com pinturas.

“Queremos que este projeto esteja próximo das crianças, porque fazemos várias palestras em escolas e notamos um grande vontade nos mais novos em ajudar e, a par disso, adoram animais e podem ainda ensinar muito aos adultos”, remata Eduarda Palmeira.

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Braga

Projeto ibérico assegura assistência médica e social a comunidades isoladas em Braga

Reportagem

em

Foto: DR / Arquivo

Vivem isolados dos centros urbanos e sem acesso a serviços de saúde ou sociais. Contudo, devido a uma unidade móvel, desenvolvida através de uma colaboração ibérica, hoje saem das suas casas e têm direito a assistência médica e social.

O relógio marca as 16:00 quando, numa sala da Junta de Freguesia de Arentim e Cunha, no concelho de Braga, as cortinas de um pequeno palco se abrem para uma peça de teatro organizada por populares.

Aqui, são eles os protagonistas. Não só de peças de teatro, mas de histórias de uma vida que anda de “mãos dadas” com a solidão e com o isolamento.

Passaram poucos dias desde que a unidade móvel, desenvolvida no âmbito do projeto ibérico REDMAY, por cá passou e se instalou, trazendo a reboque assistência social, cuidados médicos, atividades lúdicas, recreativas e tecnológicas.

“Esta unidade pretende criar uma rede de proximidade entre os serviços sociais e de promoção da saúde mental com as pessoas idosas”, explica à Lusa Cláudia Igreja, da Câmara Municipal de Braga e responsável pelo projeto REDMAY.

Iniciado em outubro de 2015, este projeto ibérico, que integra o Programa de Cooperação INTERREG V-A Espanha-Portugal (POCTEP) delineou várias estratégias, mas todas seguem o mesmo princípio: promover a qualidade de vida e combater o isolamento social.

“Temos verificado que a proximidade tem sido muito importante para as pessoas”, conta Cláudia Igreja, revelando que, desde junho, a unidade móvel, que já passou por quatro freguesias do concelho de Braga, acolheu 434 pessoas, com idades entre os 55 e 98 anos.

Dentro da unidade, que tem rampa de acesso para o jardim da Junta de Freguesia de Arentim e Cunha, além de equipamentos de rastreio médico, existem também dois monitores. O objetivo? Aproximar esta população às novas tecnologias.

“É um sistema personalizado, através do toque, eles conseguem aceder a jogos, leituras ou até estabelecer contacto com um familiar ou um neto”, explicou a responsável, acrescentando que o sistema visa também “a estimulação cognitiva”.

Além de acompanhar a população através destas unidade móveis, o projeto REDMAY, que tem como coordenador a Xunta de Galicia – Conselleria de Política Social e como parceiros a Universidade de Vigo e a Câmara Municipal de Braga, presta também assistência domiciliária aos moradores que, por motivos de incapacitação ou doença, não conseguem sair das suas casas.

Nestes casos, o projeto assegura a instalação de um “sistema de segurança passiva” e de um “sistema tecnológico idêntico ao da carrinha” nas suas televisões, para que, apesar de impedidos de sair, sejam acompanhados e “tenham acesso ao exterior”.

Foi precisamente o facto de não saber se a população ia sair das suas casas que mais preocupou Neusa Coelho, a assistente social que integra a equipa e que, em declarações à Lusa, conta o quanto “desafiante” consegue ser este projeto.

“A minha maior preocupação, no início do projeto, foi saber se iria ter adesão porque estamos a trabalhar com uma população já sénior, que não sai de casa, vive isolada e sozinha, num território muito deprimido, porque não tem dinamismo”, lembra.

Neusa Coelho acredita que uma das mais-valias deste projeto é a capacidade de providenciar uma “resposta concreta” sobre o estado de saúde das pessoas. No seu entender, a assistência médica e social junto destas populações, pelas entidades públicas, deveria ser repensada.

“As respostas têm de ser repensadas, mais flexíveis e diversificadas, para que se possam estabelecer relações afetivas. Todos estes condimentos têm de estar numa resposta a esta população”, sublinhou.

A unidade móvel, que já assistiu 434 pessoas, vai, até ao final do ano, acompanhar a população residente nas restantes 10 freguesias do concelho de Braga, segundo o vereador das Políticas Sociais da autarquia.

Firmino Marques admite que o projeto tem “superado as expectativas” e que, por isso, o objetivo do município é, em 2020, “dar-lhe continuidade”.

“Já estamos a pensar no futuro e em 2020, naturalmente, teremos este serviço como parte integrante das políticas sociais do município de Braga para a população que mais precisa”, conclui.

Para lá da fronteira, o projeto REDMAY, que conta com um financiamento de 1,12 milhões de euros, está a ser desenvolvido em 20 localidades das quatro províncias da Galiza – Corunha, Pontevedra, Ourense e Lugo -, tendo já assistido 495 pessoas.

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Braga

Despiste na EN 101 faz dois feridos em Braga

Esporões

em

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Duas pessoas ficaram com ferimentos na sequência de um despiste, ao final da tarde deste sábado, em Esporões, concelho de Braga.

O acidente ocorreu na Estrada Nacional 101, com alerta dado às 18:50, como dá conta a página da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil.

Os Bombeiros Sapadores de Braga e o INEM estiveram no local, fazendo transporte dos dois feridos para o Hospital de Braga, com ferimentos considerados ligeiros.

Numa primeira fase foi acionada a equipa de desencarceramento dos Sapadores, mas não foi necessário a sua intervenção uma vez que as vítimas conseguiram sair do automóvel pelos próprios meios.

A GNR registou a ocorrência.

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Braga

Carro destruído pelas chamas na circular urbana de Braga

Rodoviário

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Foto: Joana Carvalho no grupo de Facebook "Moina na Estrada"

Um carro ficou destruído na sequência de um incêndio rodoviário, ao final da tarde destes sábado, em Braga.

O acidente deu-se na Avenida António Macedo, via integrada na circular urbana de Braga, por volta das 18:00 deste sábado.

Fonte do Comando Distrital de Operações e Socorro de Braga disse a O MINHO que não há feridos a registar.

Ao local acorreram os Bombeiros Voluntários de Braga com uma ambulância e uma viatura de combate a incêndios urbanos.

O trânsito ficou bastante condicionado no sentido Estação-BragaParque.

A PSP registou a ocorrência.

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