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Alto Minho

Incêndios: Máquinas de arrasto abrem acessos a frente ativa em Monção

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Máquinas de arrasto estão a ser utilizadas para abrir acessos aos meios terrestres que combatem a frente ativa do incêndio que lavra em Monção, disse a proteção civil.

De acordo com o comandante Operacional distrital de Évora, José Ribeiro, que se encontra em Monção, as máquinas de arrasto estão a ser utilizadas para abrir caminho até à frente que se mantém ativa naquele concelho do distrito de Viana do Castelo onde as chamas deflagraram no sábado.

Além das dificuldades levantadas pelo terreno, os bombeiros enfrentam ” muito calor, e vento, que irá aumentar de intensidade durante a tarde”.

“Vamos ter mais algumas reativações que nos vão dar algum trabalho”, disse o responsável pelas operações de combate que se escusou a apontar previsões para o controlo do incêndio.

José Ribeiro disse ainda que o fogo “lavra junto de algumas povoações mas que os meios estão posicionados para fazer a sua defesa”.

Segundo a informação disponível na página da internet da Autoridade Nacional de Proteção Civil, o combate às chamas neste incêndio mobilizada às 13:00, cerca de 137 bombeiros, apoiados por 43 viaturas e dois aviões médios.

De acordo com a página da Proteção Civil, estavam 13 incêndios em curso em Portugal Continental pelas 13:00, e desde as 00:00 desta segunda-feira ocorreram 118 fogos.

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Viana do Castelo

Colisão com dois feridos graves corta estrada Barcelos-Viana

Acidente

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Foto: DR

Uma colisão rodoviária provocou o corte total da EN 103, entre Alvarães e São Romão do Neiva, concelho de Viana do Castelo.

Há registo de dois homens com ferimentos graves, com idades compreendidas entre os 66 e os 70 anos.

No local estiveram os Bombeiros Sapadores de Viana, a Cruz Vermelha de Neiva, a VMER de Barcelos e a GNR.

O alerta foi dado cerca das 17:30.

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Alto Minho

‘Freestyle’ de concertinas regressa a Arcos de Valdevez (com máscaras e distanciamento)

Tradição minhota

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Foto: Arcos de Valdevez (página de Facebook)

É uma particularidade de domingo no centro de Arcos de Valdevez. As rodas de improviso com concertinas e castanholas a puxar a um pé de dança ao som de modas minhotas estiveram interrompidas durante mais de dois meses face à pandemia de covid-19. Mas hoje regressaram. E sem aviso.

No centro daquela vila, vários tocadores, munidos de máscara e assegurando a distância de segurança recomendada pelas autoridades de saúde, replicaram músicas do coração do Minho, atraindo novamente alguns populares.

No período áureo, durante o verão e com emigrantes, chegam a juntar-se mais de 200 pessoas a cantar, dançar e, claro, a tocar. A moda acabou por ser interrompida pelo surto de covid-19, mas parece agora regressar, ainda de forma tímida, mas com vários participantes.

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Viana do Castelo

IPMA alerta banhistas para perigo de toxicidade dos bivalves em Viana

Ameijoa-relógio, mexilhão, lapa e ameijoa branca

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Foto: Ilustrativa / DR

O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) lançou um aviso para a zona litoral de Viana do Castelo face ao perigo de toxicidade de bivalves e outros moluscos que habitualmente se encontram nas praias.

Segundo aquele instituto, que atualizou o mapa de interdição de apanha e comercialização de “moluscos bivalves, equinodermes, tunicados e gastrópodes marinhos vivos”, está proibida a apanha deste género alimentar, tanto para profissionais como para os banhistas.

Em toda a costa de Viana do Castelo está interdita a apanha de ameijoa-relógio, mexilhão, lapa e ameijoa branca, “por conterem toxinas que provocam intoxicação paralisante”, sendo apenas permitida a apanha de ouriço-do-mar.

Ameijoa Branca

Lapa

De acordo com o IPMA, estes bivalves “podem conter toxinas que provocam intoxicação amnésica, intoxicação diarreica ou intoxicação paralisante”.

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