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País

Incêndio numa habitação em Coimbra provoca um morto

Octogenária

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Foto: Facebook

Um incêndio durante a madrugada numa habitação na freguesia de Castelo Viegas, concelho de Coimbra, provocou um morto, disse hoje o Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS).

O incêndio ocorreu por volta das 01:30, tendo provocado a morte a uma pessoa “com mobilidade reduzida” que vivia no rés-do-chão da habitação e que não conseguiu escapar às chamas”, disse à agência Lusa fonte do CDOS de Leiria, acrescentando que se registou também um ferido ligeiro.

O fogo “cingiu-se apenas ao andar inferior da habitação”, onde uma garagem tinha sido adaptada para servir de habitação à vítima, referiu a mesma fonte, desconhecendo quantas pessoas habitariam a casa.

Segundo fonte da GNR de Coimbra, a vítima é do sexo feminino e tinha 85 anos.

No local, estiveram oito veículos e 23 operacionais dos Bombeiros Sapadores e Voluntários de Coimbra, GNR e INEM.

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País

Covid-19: Há mais 317 casos recuperados no país

Direção-Geral da Saúde

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Foto: DR

Portugal regista hoje 1.436 mortes relacionadas com a covid-19, mais 12 do que na segunda-feira, e 32.895 infetados, mais 185, segundo o boletim epidemiológico divulgado pela Direção-Geral da Saúde. Há 19.552 recuperados, mais 317.

(em atualização)

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País

Taxa de desemprego baixa para 6,2% em março

INE

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Foto: DR / Arquivo

A taxa de desemprego baixou 0,2 pontos percentuais de fevereiro para março, e 0,3 pontos percentuais em termos homólogos, para 6,2%, de acordo com os dados hoje divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).

O INE alerta, no entanto, para o “especial cuidado” a ter na análise das estimativas provisórias apresentadas, uma vez que os dados são influenciados pela situação atual determinada pela pandemia covid-19, “seja pela natural perturbação associada ao impacto da pandemia na obtenção de informação primária, seja pelas alterações comportamentais decorrentes das medidas de salvaguarda da saúde pública adotadas”.

Comparando com o mês precedente, a população desempregada diminuiu 14,4 mil pessoas (4,3%) e a população empregada diminuiu 26,2 mil pessoas (0,5%).

A população ativa, por sua vez, diminuiu 40,6 mil pessoas (0,8%) e a população inativa aumentou 39,5 mil pessoas (1,5%).

“Esta evolução sugere a passagem de empregados e de desempregados para a situação de inatividade”, sinaliza o INE.

Naquele mês, a subutilização do trabalho abrangeu 663,6 mil pessoas, o que correspondeu a uma taxa de subutilização do trabalho de 12,4%.

A subutilização do trabalho é um indicador que agrega a população desempregada, o subemprego de trabalhadores a tempo parcial, os inativos à procura de emprego, mas não disponíveis para trabalhar e os inativos disponíveis mas que não procuram emprego.

Dadas as restrições à mobilidade associadas à pandemia, a análise da evolução deste indicador é particularmente relevante neste contexto, avisa o instituto.

Em abril de 2020, a estimativa provisória da taxa de desemprego situou-se em 6,3%, tendo aumentado 0,1 pontos percentuais em relação ao mês anterior.

A estimativa provisória da taxa de subutilização do trabalho ascendeu a 13,3%, superior em 0,9 pontos percentuais à do mês anterior.

A taxa de desemprego dos jovens foi estimada em 20,2%, a que corresponde um aumento de 1,9 pontos percentuais relativamente à taxa de março de 2019, enquanto a taxa de desemprego dos adultos foi estimada em 5,3%, igual à do mês anterior.

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País

BE quer apoios para trabalhadores independentes prolongados até ao fim do ano

Covid-19

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Catarina Martins. Foto: DR / Arquivo

A coordenadora do BE, Catarina Martins, propôs hoje que os apoios para os trabalhadores independentes devido à pandemia sejam prolongados até ao final do ano e com novos tetos mínimos, defendendo uma grande campanha para erradicar o trabalho informal.

Numa conferência de imprensa na sede do BE, em Lisboa, Catarina Martins apresentou propostas tanto para o Orçamento Suplementar como para a recuperação económica, considerando que “nada será como antes” e o Estado, que terá “uma maior intervenção na economia”, tem a responsabilidade de “fazer tudo para erradicar o trabalho precário e mudar o paradigma do emprego”.

Para o BE, “há um tema que tem estado ausente” no debate sobre a crise provocada pela pandemia da covid-19 que se prende com o emprego que haverá no futuro.

Catarina Martins sustentou que “Portugal tem um modelo de emprego baseado na precariedade, que se provou um dos maiores problemas desta crise”.

Entre as propostas anunciadas pela líder bloquista, e que já foram apresentadas ao Governo pelo BE, está o prolongamento, até ao final do ano, dos apoios aos trabalhadores independentes, estabelecendo um teto mínimo do apoio de 438 euros em caso de ausência de atividade, que atualmente é de 219 euros.

Catarina Martins quer ainda que seja reduzido para metade o período de garantia para acesso ao subsídio de desemprego.

“O Estado deve lançar uma grande campanha para a erradicação do trabalho informal e do abuso laboral”, propôs ainda, insistindo na substituição do ‘lay-off’ por uma medida para as empresas que tenha apoio a 100% para os trabalhadores.

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