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Grupo têxtil de Barcelos inaugura unidade em Famalicão com ex-colaboradores de empresa insolvente

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Um grupo têxtil com sede em Barcelos, que comprou em 2014 uma empesa insolvente de Famalicão do mesmo setor, inaugurou sexta-feira uma nova unidade industrial, num investimento superior a dois milhões de euros, indicou fonte ligada ao projeto.


Em causa está o Grupo Érius Têxteis que adquiriu as instalações fabris e máquinas da antiga Filobranca, empresa cuja falência resultou no despedimento de 157 trabalhadores há cerca de dois anos.

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No entanto o novo projeto do grupo barcelense possibilitou o “regresso” de ex-colaboradores da Filobranca, sendo que, conforme referiu fonte do Érius Têxteis, o investimento de dois milhões de euros numa nova infraestrutura em Riba d’Ave, concelho de Vila Nova de Famalicão, permitiu a criação de 120 postos de trabalho.

A mesma fonte avançou como “possível” que “de acordo com a resposta dada pelo mercado” venham a ser criados “mais postos de trabalho”.

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Já no convite para a inauguração, o grupo salienta “a criação de emprego e a recuperação de dezenas de postos de trabalho perdidos na região, a modernidade do equipamento e a aposta na exportação de toda a produção”.

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A inauguração marcada para sexta-feira contou com a presença do presidente da câmara de Famalicão, Paulo Cunha, e, em comunicado a autarquia famalicense destaca que o grupo Érius Têxteis “foi contemplado com incentivos ao investimento ao abrigo do Regulamento de Projetos de Investimento de Interesse Municipal – Made 2IN”.

A câmara de Famalicão  aponta que o investimento do grupo neste concelho teve como objetivo “concretizar um ambicioso plano de expansão internacional“, realçando que este “exporta 100% da produção e trabalha para grandes marcas mundiais”.

Em informação sobre o grupo lê-se que este é especialista na “concepção e produção de vestuário em malha circular”, tendo uma carteira superior a meia centena de clientes espalhados por 20 mercados.

 

Notícia escrita antes e atualizada após a inauguração 

 

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Ave

Bombeiros que assistiram parto na ambulância em Fafe convidados para padrinhos

Parto

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Foto: BV Fafe

Os bombeiros Marilisa e Pedro, da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Fafe, foram convidados para padrinhos de batismo da pequena Maria Emanuela, bebé que ajudaram a nascer dentro de uma ambulância daquela corporação.

O anúncio foi feito esta sexta-feira através das redes sociais, dando conta do convite dirigido pelos pais da pequena bebé aos bombeiros Pedro Cunha e Marilisa Soares, depois destes terem feito, em exclusivo, o parto da bebé a caminho do hospital.

A pequena Maria não quis esperar e nasceu nas mãos dos bombeiros em Fafe

Conta aquela corporação que o pai da Maria Emanuela, emigrado em França, regressou para ver o “seu novo rebento” e, em conjunto com a esposa, decidiram convidar os bombeiros “parteiros” para visitarem e bebé.

“Durante essa visita, os pais da Maria Emanuela convidaram o Pedro e a Marilisa para serem padrinhos da sua filha, convite esse aceite prontamente e que deixou o Pedro e a Marilisa muito felizes”, escreve a corporação.

“Esta é mais uma história na vida destes dois bombeiros, com um duplo final feliz”, acrescenta.

No passado dia 26 de agosto, Maria Emanuela não quis esperar e nasceu em casa, a 30 quilómetros do hospital onde seria suposto ter visto a luz do dia pela primeira vez.

A mãe da Maria começou a entrar em trabalho de parto dentro de casa. Pedro e Marilisa, bombeiros da corporação de Fafe, acorreram imediatamente ao local para transportar a mãe para o Hospital Senhora da Oliveira, em Guimarães.

Mas a Maria não quis esperar e acabou por nascer nos braços dos bombeiros, situação que já não acontecia “há alguns anos”, segundo revela aquela corporação.

“Assim, depois de ter vindo ao mundo, a Maria Emanuela e a mãe depois de devidamente estabilizadas, foram transportadas para o Hospital de Guimarães”, refere a mesma corporação.

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Ave

Câmara de Famalicão acusa empresa de incumprimento nos transportes escolares

Primeiro dia de aulas com “graves constrangimentos”

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Foto: CM Famalicão

A Câmara de Famalicão acusou esta sexta-feira a empresa de transportes Arriva de “incumprimento” dos percursos e horários definidos para o novo ano letivo, sublinhando que a situação originou “graves constrangimentos” e prejudicou alunos e famílias.

Em comunicado, a Câmara refere que o incumprimento foi constatado na quinta-feira, primeiro dia de aulas, e acrescenta que “exigiu de imediato explicações” à empresa.

A Arriva, ainda segundo o comunicado, transmitiu hoje “o reconhecimento do incumprimento” e deixou a garantia da imediata normalização do serviço prestado.

“A Câmara Municipal vai estar muito atenta a esta situação e não vai deixar de utilizar todos os meios ao seu alcance para que o serviço de transporte público rodoviário decorra com a normalidade habitual e da forma que foi articulada entre empresas, escolas e autarquia”, sublinha.

No comunicado, a Câmara vinca que a regularidade do serviço é uma “exigência absoluta” para com as empresas responsáveis.

“Por isso, o município não deixará de pedir responsabilidades à empresa pela grave situação provocada no primeiro dia de aulas”, remata.

A Câmara diz que o processo foi ajustado, em termos de horários e de percursos, para dar “cabal resposta” às necessidades dos alunos e das famílias, “no pressuposto do cumprimento da universalidade da gratuitidade dos passes escolares que se verifica em Famalicão”.

Este ano, tal como no anterior, a Câmara assume a totalidade do pagamento dos passes a todos os alunos do concelho, desde o ensino básico até ao 12.º ano.

Esta medida abrange cerca de cinco mil alunos, num investimento total de 1,9 milhões de euros por ano.

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Guimarães

Erro no teste à covid-19 fechou creche em Guimarães por engano

Covid-19

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Foto: DR

Um erro das autoridades sanitárias levou a que uma creche em Guimarães fechasse portas quando o mesmo não era necessário, anunciou a instituição que gere o espaço educativo.

Em comunicado, o Centro Social da Paróquia de Fermentões, que tinha encerrado na terça-feira depois de um alegado caso positivo numa das crianças que frequentam a instituição, dá conta de que tudo terá sido um erro da DGS e que, afinal, o espaço pode estar aberto.

Segundo aquele centro, existiu um “erro na transcrição do resultado” e “afinal a criança não estava infetada”. A mesma instituição refere que, face ao plano de contingência, todas as pessoas que estiveram em contacto com a criança foram imediatamente colocadas em isolamento, tanto adultos como crianças.

“Felizmente tivemos hoje a notícia que se tratou de um erro, mas não estamos livres de que isto possa acontecer no futuro”, avisa a instituição.

Face a este volte-face, a cresce reabriu esta quinta-feira “no horário habitual”, para voltar “a funcionar dentro da normalidade possível”.

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