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Região

GNR de Barcelos apanha em flagrante incendiário em Balugães

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 O Comando Territorial de Braga, através do Posto Territorial de Barcelos, identificou um individuo do sexo masculino, com cerca de 40 anos, suspeito de atear fogos na freguesia de Balugães, concelho Barcelos.

Pelas 04:30horas, os militares que se deslocaram ao local do incêndio florestal, encetaram de imediato diligências e realizaram medidas cautelares e de policia acabando por identificar o suspeito como sendo o presumível autor dos focos de incêndios na mancha florestal da freguesia de Balugães.

“Perante estes factos, pelas 05H00, foi comunicado a Policia Judiciaria de Braga os factos ocorridos, tendo de imediato se deslocado ao local da ocorrência do incêndio”, confirma fonte da GNR, acrescentado que o indivíduo foi detido em flagrante.

“Após realizadas diligências pela PJ de Braga em conjunto com os militares desta Guarda no local do incêndio florestal e junto ao suspeito, foi detido, fora de flagrante delito, o suspeito de atear focos de incêndio”, relata a GNR ao O MINHO.

Detido irá ser presente a primeiro interrogatório judicial no dia 31 de julho de 2017, pelas 09:30 horas, no Tribunal Judicial da Comarca de Barcelos para aplicação da respetiva medida de coação.

Incêndio provocado, ao que tudo indica, pelo indivíduo detido, iniciou pelas 04:00 horas, foi extinto pelas 06:50horas, estiveram no local a combater o incêndio florestal cerca de quatro viaturas e 15 operacionais de corporações de Barcelos, Barcelinhos e Vila Verde.

“A área total ardida foi cerca de 2000 metros. Apesar da intervenção musculada inicial dos bombeiros com os meios de combate, foi causado perigo para uma área florestal continua de 150 hectares e diversas habitações existentes nas proximidades”, refere Fonte da GNR.

 

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Alto Minho

Cinco bombeiros de Monção de volta ao serviço após quarentena no quartel

Covid-19

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Foto: Divulgação

Os cinco bombeiros de Monção que estiveram em contacto com um doente que acusou positivo nos testes à Covid-19, já terminaram o período de quarentena de 14 dias, realizado no próprio quartel, anunciou a corporação.

Os cinco “bravos bombeiros” terminaram o período de isolamento recomendado pela Direção-Geral de Saúde na sexta-feira, encontrando-se já ao serviço da corporação monçanense.

Segundo fonte da corporação, este foi um “verdadeiro exemplo de civismo e cidadania”.

“Foram dias difíceis, de uma mistura de sentimentos que os transportavam do riso ao choro em escassos minutos principalmente ao recordarem a família que deixaram cá fora e com a qual não podiam conviver normalmente”, refere a mesma fonte.

“Saíram, mas estão prontos para se juntarem aos restantes camaradas e irão continuar a batalhar na linha da frente em prol da nossa população, correndo riscos para assegurarem o socorro de quem mais precisa”, acrescenta.

“Eles merecem a nossa consideração e o nosso aplauso. Que este exemplo sirva para todos, não custa nada manterem-se em casa, no vosso conforto. Seja um agente de saúde pública. Nós continuaremos aqui para vos socorrer sempre que sejamos solicitados”, finaliza.

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Braga

Em tempos de recolhimento, a pequena Maria também quis nascer em casa com ajuda dos bombeiros

Em Braga

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Foto: Divulgação

Há ocorrências que renovam a esperança em dias melhores e que provocam momentos de felicidade aos bombeiros.

Uma delas ocorreu na quinta-feira, logo às primeiras horas do dia, quando os Voluntários de Braga acorreram a uma chamada para acudir uma futura mãe que entrava em trabalho de parto.

Em tempos de ficar em casa, até a pequena Maria acabou por seguir à regra a indicação, não esperando uma deslocação para o hospital para ver a luz do dia.

Nasceu em casa, na freguesia de Dume, com o apoio de duas bombeiros da corporação voluntária bracarense.

“Nestes momentos de crise em que todos vivemos, há ocorrências que nos fazem lembrar a esperança e nos fazem sorrir”, refere fonte da instituição.

“Ontem, logo bem cedo, ajudamos a Maria a nascer. São momentos como este que devolvem a cor aos nossos dias. Desejamos tudo de bomt à pequena Maria e aos seus papás. Vai ficar tudo bem”, escreve a mesma fonte, através das redes sociais.

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Alto Minho

Alto Minho defende “necessidade imperativa” de quarentena para oriundos do exterior

Covid-19

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Foto: Divulgação

A Comunidade Intermunicipal (CIM) do Alto Minho alertou hoje para a “necessidade imperativa” de “emigrantes e migrantes”, que se encontram ou pretendam regressar à região, cumprirem isolamento profilático por 14 dias, devido à pandemia de covid-19.

“A partir da entrada em Portugal devem permanecer em regime de isolamento profilático/quarentena por um período de 14 dias, evitando qualquer tipo de contacto que coloque em risco a sua saúde e a dos seus concidadãos”, sublinhou a associação que agrega os 10 concelhos do distrito de Viana do Castelo, na nota enviada às redações.

A CIM do Alto Minho acrescentou que os municípios que a integram “não irão passar qualquer licença para festas, romarias e eventos equiparáveis que decorram até final do mês de junho, face aos graves riscos de saúde pública associados à propagação da pandemia de covid-19 na região”.

A comunidade intermunicipal referiu ainda ser uma “necessidade imperativa evitar qualquer tipo das tradicionais atividades da época pascal, tais como compassos pascais, almoços de família, festas e romarias, etc.”.

A nota destaca ainda, tal como o presidente da CIM do Alto Minho, José Maria Costa, avançou hoje à agência Lusa, que “entrará em funcionamento, durante a próxima semana, em Viana do Castelo, um centro de diagnóstico destinado exclusivamente a pessoas com suspeitas de infeção covid-19 referenciadas pelas autoridades de saúde e com prescrição médica”.

Aquele centro “funcionará em modelo ‘Drive Thru’, deslocando-se os pacientes referenciados dentro do veículo ao ponto de recolha sem entrar em contacto com outras pessoas, reduzindo assim o risco de infeção em cada colheita”.

As decisões agora anunciadas foram tomadas, hoje, numa reunião de trabalho do Conselho Intermunicipal CIM do Alto Minho, com o presidente da Unidade Local de Saúde do Alto Minho (ULSAM), para analisar o impacto da pandemia de covid-9 naquele território.

O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já infetou cerca de 540 mil pessoas em todo o mundo, das quais morreram perto de 25 mil.

Em Portugal, registaram-se 76 mortes, mais 16 do que na véspera (+26,7%), e 4.268 infeções confirmadas, segundo o balanço feito hoje pela Direção-Geral da Saúde, que identificou 724 novos casos em relação a quinta-feira (+20,4%).

Dos infetados, 354 estão internados, 71 dos quais em unidades de cuidados intensivos, e há 43 doentes que já recuperaram.

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