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Festa do Rali de Portugal arranca em Guimarães

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Foto: Divulgação / CM Guimarães

A superespecial na pista de ralicrosse de Lousada, de 3,36 quilómetros, marca hoje o início da 52.ª edição do Rali de Portugal, sexta prova do Mundial, que é liderado pelo francês Sébastien Ogier (Ford Fiesta).

O arranque oficial terá lugar no Campo de São Mamede às 18:10, junto ao Castelo de Guimarães, de onde sairão os 88 carros em direção ao centro da cidade, com passagem simbólica em frente à estátua de D. Afonso Henriques. A partir das 19:03, o pentacampeão do mundo procura regressar aos triunfos no campeonato, depois das vitórias em Monte Carlo, no México e em França, e defender os 10 pontos de vantagem sobre o belga Thierry Neuville (Hyundai i20), vencedor na Suécia, e os 28 sobre o estónio Ott Tänak (Toyota Yaris), que triunfou recentemente na Argentina.

LEIA MAIS: Ogier cobiça recorde num país que será sempre especial. Ogier em Ponte de Lima (2017). Foto: Ricardo Brito

Ogier, que já venceu em solo luso em 2010, 2011, 2013, 2014 e 2017, parte mais uma vez como favorito e é sério candidato a destacar-se no historial do Rali de Portugal, depois de ter igualado o registo do finlandês Markku Alen.

A edição de 2018 do Rali de Portugal vai ter 358,19 quilómetros cronometrados, divididos por 20 classificativas, entre as quais a ‘Porto Street Stage’, uma especial-espetáculo de 1,95 quilómetros a percorrer duas vezes no final do segundo dia.

A prova começa com a superespecial de Lousada, onde venceram o belga Thierry Neuville e o norueguês Mads Ostberg ‘ex-aequo’ em 2017, seguindo, na sexta-feira, para o Alto Minho, onde os pilotos vão percorrer duas vezes os renovados troços cronometrados de Viana do Castelo, Caminha e Ponte de Lima, antes da ‘Porto Street Stage’, ao início da noite.

No sábado, Vieira do Minho, Cabeceiras de Basto e Amarante – a especial mais longa da prova com 37,6 quilómetros -, com duas passagens cada, vão acolher praticamente metade da distância do rali.

Para domingo, estão marcadas mais cinco classificativas, Fafe, com duas passagens pelo seu emblemático salto, uma delas a ‘power stage’, e os troços de Luílhas e Montim, este também com duas passagens.

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Bracarense José Correia melhor piloto português em Itália

Na região de Perugia.

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Foi ao volante do seu Nissan Nismo que o bracarense José Correia venceu. Foto: Joaquim Gomes/O MINHO

O bracarense José Correia foi o melhor entre os sete pilotos portugueses, que este fim de com destaque para outros seis corredores, quatro minhotos, nomeadamente Manuel Correia (segundo), Pedro Marques (quinto) e Sérgio Nogueira (sexto) entre lusos.

José Correia, pilotando o seu Nissan GTR Nismo GT3, conquistou a média de 1’41.17, logo a seguir a um trio de italianos, Lucio Peruggini, Marco Iacoangeli e Luca Gaetani, a tripular os três, respetivamente, Ferrari 458 GT3, BMW Z4 GT e Ferrari 458 Itália GT3.

Manuel Correia foi o segundo melhor classificado entre a equipa portuguesa, que a nível de equipa obteve o 13º lugar, naquela que constituiu a estreia lusa em termos coletivos ao nesta prova internacional de automobilismo de montanha, que se realiza pela terceira vez, mas em que o conjunto português se estreou entre 20 equipas com tradição na modalidade.

No sábado, dia de treinos, Manuel Correia teve o melhor tempo entre os sete portugueses, com Pedro Marques a confirmar também o seu bom momento de forma e Sérgio Nogueira a surpreender igualmente pela positiva, piloto cada vez mais ráido e objetivo nas estradas.

Já os transmontanos Luís Nunes e Joaquim Teixeira classificaram em quarto e quinto, enquanto o beirão Pedro Coelho Saraiva ficou pelo sétimo lugar, mas no plano coletivo teve melhor prestação, contribuindo decisivamente para o 13º lugar da equipa portuguesa.

Esta competição, que se disputa de dois em dois anos, concentra os principais pilotos de montanha do mundo, na região de Perugia, com o conjunto luxemburguês Luxemburgo a ganhar, logo seguido pelas equipas italiana e eslovena, sempre muito atentes às subidas, na cidade medieval de Gubbio, sendo os portugueses capitaneados por Nuno Guimarães.

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Grupo Portugal Hillclimb FANS apoia este fim de semana pilotos portugueses em Itália

Quatro pilotos bracarenses participam na prova.

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Foto: ZOOM MOTORSPORT/ANTÓNIO SILVA

O grupo Portugal Hillclimb FANS estará a apoiar este fim de semana, em Itália, os sete pilotos portugueses que participam na FIA Hill Climb Masters, entre os quais quatro bracarenses, José Correia, Manuel Correia, Pedro Marques e Sérgio Nogueira, além dos transmontanos Joaquim Teixeira e Luís Nunes, bem como beirão Pedro Coelho Saraiva.

Depois de terem já apoiado pilotos portugueses por duas vezes além-fronteiras, uma em França e a outra em Tenerife, este grupo de amigos e fãs da montanha que começou no Minho irá apoiar os SETE pilotos portugueses a participar na prova FIA Hill Climb Masters a decorrer o fim-de-semana, na cidade de Gubbio, da região de Perugia, em Itália.

Segundo disse a O MINHO Rui Ramoa, um dos membros do grupo “tudo começou com a nossa paixão pelas rampas, que vem desde muito novos e já há mais de 30 anos que acompanhamos as provas de montanha, o que tem muito a ver com a Rampa da Falperra”.

Rui Ramoa explicou que “por sermos quase todos naturais de Braga e as casas onde então alguns vivíamos, ainda em solteiros, ficar a pouco mais de meio quilómetros da Rampa Internacional da Falperra, contribuiu para o entusiasmo por automobilismo de montanha”.

“Em 2013 começamos a acompanhar o Campeonato de Portugal de Montanha na íntegra, primeiro era eu, sozinho, depois juntou-se mais um, mais tarde veio a Falperra de 2014 e juntaram-se logo mais dois ou três e rapidamente começamos a ser seis, depois oito, mais tarde doze pessoas a acompanhar as provas, sejam onde forem como o clima que estiver”.

Ainda de acordo com Rui Ramoa, “em 2016 criamos uma página no facebook, a Portugal Hillclimb FANS, a propósito de trocar informação entre todos os fãs, pilotos, mecânicos, equipas, jornalistas, repórteres-fotográficos, enfim, todos aqueles que de alguma forma são apaixonados e que vivem para esta modalidade, que é o automobilismo de montanha”.

“Começamos por partilhar informação, fazer ‘diretos’ das provas para que alguns fãs que não podem, por diversos motivos, deslocar-se às provas do Campeonato de Portugal de Montanha poderem acompanhar um pouco e viver o ambiente da montanha, que é único”.

Colaboração com os pilotos

A partir daí, “esse trabalho deu alguma visibilidade ao nosso grupo e no final do ano de 2017 então o piloto Joaquim Teixeira, enquanto presidente da Associação Portuguesa dos Pilotos de Automóveis de Montanha (APPAM), em nome do promotor do Campeonato de Portugal de Montanha, convidou o nosso grupo a participar na organização das provas com alguma tarefas invisíveis aos olhos de quem não está lá”, como revelou Rui Ramoa.

“Primeiro tivemos muito receio em aceitar a responsabilidade, porque é um campeonato onde ‘rolam’ muitos milhares, senão milhões, de euros, mas aceitamos e julgo que com êxito ajudamos todos os organizadores, não só nas missões que nos foram confiadas pelo promotor, como até noutras tarefas que os organizadores nos pediam pontualmente, sendo que as coisas foram correndo bem, cada vez melhor, disse aquele entusiasta da montanha.

Da Penha à Falperra

“Na primeira prova do campeonato, a da Penha, correu tudo normalmente, mas veio de seguida a Falperra e aí os trabalhos foram redobrados com o Clube a pedir-nos ajuda para uma mão cheia de tarefas e apoios que eram necessários”, referiu igualmente Rui Ramoa.

“Junto com os responsáveis diretos, fizemos um trabalho incansável, tendo como único ponto negativo nessa prova o facto de nos terem roubado algumas lonas publicitárias do promotor, o que é lamentável, mas ultrapassamos tudo isso, tendo em conta que tudo era mais importante, a começar pela promoção contínua da modalidade de montanha”, disse. “Seguiram-se outras seis provas e fizemos muitos amigos em todas elas, tentamos ajudar todos os pilotos, organizadores, enfim, todos os que podíamos ajudar dentro das nossas limitações e fomos também auxiliados por todos os organizadores, com destaque para o Clube Automóvel da Régua, que foi fantástico na forma como nos acolheu, numa opinião unânime dentro do nosso grupo”, como Rui Ramoa fez questão de salientar a O MINHO.

A prova agora em Itália

Entretanto, face à proximidade da prova bienal deste fim de semana, em Itália, “em julho combinamos entre o nosso grupo de amigos ir a Gubbio ver o Masters ainda sem sabermos quem iriam ser os pilotos portugueses presentes, queríamos apoiar”, explicou Rui Ramoa.

“Rapidamente juntamos logo 21 amigos para ir apoiar fosse quem fosse e desfrutar deste evento e esse momento chegou agora, estando todos preparadíssimos para avançar, rumo a Itália nesta madrugada, de quinta para sexta feira, numa aventura que já promete muito”, destacou Rui Ramoa, acrescentando que “desta vez são mais pilotos e também serão mais os fãs a acompanhar, numa comitiva que irá ascender a mais de seis dezenas de pessoas”.

A finalizar, Rui Ramoa não deixou de salientar que “o grupo Portugal Hill Climb FANS promete muita festa em Itália não só no auxílio aos pilotos portugueses, mas como já vem sendo habitual, com o apoio a todos os pilotos, independentemente da sua nacionalidade”.

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Paulo Gonçalves “satisfeito” com o último teste antes do Dakar

Para além do motard de Esposende, outros portugueses participaram no Rali de Marrocos, como foi o caso do mediático treinador de futebol André Villas Boas.

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O português Paulo Gonçalves (Honda) terminou hoje a participação no rali de Marrocos na quinta posição da geral das motas, naquela que foi a última prova antes da edição 2019 do Dakar.

O piloto de Esposende concluiu a derradeira etapa da prova, com 198 quilómetros desenhados entre Erfoud e Fès, a 2.00 minutos do vencedor, o norte-americano Ricky Brabec (Honda).

Com este resultado, Gonçalves foi, também, o quinto da classificação final, a 49.14 minutos do primeiro, o australiano Toby Price (KTM), que assim se sagrou campeão mundial de todo-o-terreno, com 91 pontos.

Já o português da Honda, concluiu o Mundial na quarta posição, a 21 pontos de Price.

“A última etapa foi boa para mim. Foi uma boa forma de terminar o rali e finalizar a temporada antes do Dakar. Estou muito satisfeito, até porque já não terminava esta prova há três anos. Estamos no bom caminho. Ainda temos três meses de preparação pela frente. Estamos motivados para chegar ao Dakar na melhor forma possível”, disse à agência Lusa Paulo Gonçalves.

O outro português em prova, Mário Patrão (KTM), cruzou a meta no 12.º lugar da especial, sendo 11.º da geral, a 2:20.34 horas do vencedor.

Nos SSV, a última etapa foi para outro português, Miguel Jordão, que, navegado pelo brasileiro Lourival Roldan (CanAm), bateu toda a concorrência, gastando 3:04.44 horas para cumprir os dois setores seletivos, de 128 e 70 quilómetros, deixando o segundo, o também português Mário Ferreira (CanAm), a 4.40 minutos.

André Villas Boas, que faz dupla com Gonçalo Magalhães, num CanAm, foi o sexto, a 12.21 minutos. Luís Portela de Morais/David Megre foram oitavos e Filipe Ramos/Francisco Esperto ficaram no 11.º posto.

Na geral, Luís Portela de Morais subiu ao degrau mais baixo de um pódio, dominado pelo russo Sergei Kariakin (CanAm), terminando a 1:25.52 horas do primeiro.

“Não houve um dia em que não tivéssemos problemas. Hoje, o traçado era muito pedregoso. Na ligação entre as especiais, entrou no modo segurança e conseguimos trazê-lo assim até ao fim. Melhor estreia era impossível”, comentou o também jogador de râguebi.

André Villas Boas foi sexto, a 8:54.36 horas, seguido de Filipe Ramos, a 15:26.03 horas.

Miguel Jordão foi o 10.º, a 73:07.18 horas, fruto de algumas penalizações. Mário Ferreira foi o 12.º, já com quase 100 horas de atraso (98:31.34 horas).

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