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Canoagem

Fernando Pimenta sagra-se decacampeão nacional de fundo e conquista primeiro título pelo novo clube

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Foto: Divulgação/slbenfica.pt

Fernando Pimenta venceu este sábado a prova de K1 5000 metros, e sagrou-se campeão nacional de fundo pelo décimo ano consecutivo. O canoista de Ponte de Lima levou a melhor sobre João Ribeiro e conquistou o primeiro título pelo Sport Lisboa e Benfica, clube para onde se mudou no início de março.

Pimenta terminou a prova em 21:03.21 minutos, sendo mais rápido cerca de três segundos que o atleta de Esposende – João Ribeiro registou um tempo de 21:05.97 minutos – e desforrou-se do último duelo entre os dois, na Taça do Mundo, onde o limiano foi segundo, atrás do novo companheiro de equipa.

Em K1 5000 metros femininos, a vitória sorriu a Teresa Portela. A canoista de Esposende, que também veste as cores do Benfica, tornou-se campeã nacional na distância pelo terceiro ano consecutivo, depois de ter terminado a prova em 23.39.86 minutos.

Foto: DR

Em C1 5000 metros, Rui Lacerda sagrou-se bicampeão nacional. O eterno Nuno Barros, também do Clube Náutico de Ponte de Lima, terminou na segunda posição.

Ao nível de clubes, o Clube Náutico de Ponte de Lima revalidou o título nacional. O clube limiano obteve 4536 pontos, à frente do Clube Náutico de Prado, com 3283, e do Gemeses, com 2024 pontos.

O campeonato nacional de fundo decorre este fim de semana em Melres, concelho de Gondomar, em conjunto com a Taça de Portugal de Tripulações, provas que juntam cerca de 800 atletas, dos diferentes escalões.

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Canoagem

Família da canoagem une-se segunda-feira para recuperar CAR de Montemor-o-Velho

Mau tempo

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cheias Mondego Montemor
Foto: Federação Portuguesa de Canoagem

A limpeza e início da recuperação do Centro de Alto Rendimento (CAR) da canoagem, em Montemor-o-Velho, inundado pelas cheias no Mondego, vai principiar segunda-feira, reunindo a ‘família’ da modalidade.

“A nossa casa, a casa da canoagem, o CAR de Montemor-o-Velho, vai voltar a ser o que era, para receber os nossos atletas e os nossos clubes. Apelo à participação de todos para que a normalidade seja reposta, sem colocar em causa a preparação dos atletas, em ano de Jogos Olímpicos”, refere, em comunicado, o presidente da federação, Vítor Félix.

Será às 10:00 que dirigentes, atletas, treinadores, funcionários, colaboradores, familiares e amigos se vão juntar para iniciar o processo de restabelecimento da normalidade no CAR, submerso pelas águas que chegaram a atingir dois metros dentro do enorme hangar.

A solidariedade estende-se à federação de triatlo que vai unir-se à iniciativa, que conta com o apoio da autarquia, gestora da infraestrutura, bem como dos comités olímpicos e paralímpicos de Portugal e a Fundação do Desporto.

“É nos maus momentos que nos devemos juntar e é nestes momentos que necessitamos do auxílio de todos. O melhor ainda está para vir e não temos dúvida nenhuma que 2020 será um grande ano para a canoagem”, acrescentou o dirigente.

O Centro de Alto Rendimento ficou submerso por uma camada de cerca de dois metros de água, estando ainda a ser avaliados os prejuízos materiais para a federação de canoagem – sobretudo com o ginásio e caiaques – e autarquia.

A canoagem é a modalidade lusa com mais qualificados para Tóquio2020, com seis na pista e um no slalom, nomeadamente Fernando Pimenta, Emanuel Silva, João Ribeiro, Messias Baptista, David Varela e Teresa Portela, bem como Antoine Launay nas águas bravas.

Em maio, na Alemanha, na fase de apuramento continental, a seleção vai procurar acrescentar vagas em K1 e K2 500 femininos, K1 200 e C1 2000 masculinos, além de tentar voltar a levar José Carvalho à prova olímpica de C1 no slalom, na qual foi nono no Rio2016.

Fernando Pimenta e Emanuel Silva conquistaram o único pódio da canoagem portuguesa em Jogos Olímpicos, com a prata em K2 1000 em Londres2012.

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Canoagem

Tóquio 2020: Canoagem assume objetivo de conquistar duas medalhas

Fernando Pimenta, Emanuel Silva, João Ribeiro, Messias Baptista, David Varela e Teresa Portela e Antoine Launay representam o país

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Foto: Divulgação

A Federação Portuguesa de Canoagem (FPC) assumiu, este sábado, o objetivo de “trazer duas medalhas” dos Jogos Olímpicos Tóquio2020, meta inserida no plano de atividades aprovado em assembleia geral.

“A FPC aponta à conquista de duas medalhas em Tóquio, competição para a qual já apurou oito canoístas: seis da velocidade, um do slalom e um da paracanoagem (Jogos Paralímpicos)”, justifica o organismo.

A canoagem é a modalidade lusa com mais qualificados para Tóquio2020, com seis na pista e um no slalom, nomeadamente Fernando Pimenta, Emanuel Silva, João Ribeiro, Messias Baptista, David Varela e Teresa Portela, bem como Antoine Launay nas águas bravas.

Em maio, na Alemanha, na fase de apuramento continental, a seleção vai procurar acrescentar vagas em K1 e K2 500 femininos, K1 200 e C1 2000 masculinos, além de tentar voltar a levar José Carvalho à prova olímpica de C1 no slalom, na qual foi nono no Rio2016.

Fernando Pimenta e Emanuel Silva conquistaram o único pódio da canoagem portuguesa em Jogos Olímpicos, com a prata em K2 1000 em Londres2012.

Paralelamente, Norberto Mourão vai estrear a canoagem nos Jogos Paralímpicos, contudo há a esperança de engrossar a equipa também nesta vertente.

O mau tempo que assolou o país, nomeadamente a região do Baixo Mondego, onde a canoagem tem o seu Centro de Alto Rendimento, em Montemor-o-Velho, levou a assembleia geral a aprovar um voto de “solidariedade com as populações gravemente afetadas” bem como com o município, “entidade parceira” da federação e que gere o CAR.

“Num momento difícil para Montemor-o-Velho e para a canoagem nacional, a AG da FPC expressa solidariedade para com todos os clubes nossos associados, que, um pouco por todas as bacias hidrográficas, sofreram prejuízos nas suas instalações, se viram privados temporariamente do exercício da sua atividade e sofreram em alguns casos prejuízos elevados”, completou.

Por ser ano de preparação e realização dos próprios Jogos Olímpicos, ficou um apelo ao governo para que “acelere extraordinariamente todo o apoio necessário ao município de Montemor-o-Velho e à FPC em ordem à reposição urgente das condições de operacionalidade do CAR”.

O Centro de Alto Rendimento ficou submerso por uma camada de cerca de dois metros de água, estando ainda a ser avaliados os prejuízos materiais para a federação de canoagem e autarquia.

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Canoagem

Darque Kayak Clube vai fechar o ano, pela primeira vez, com um apurado para os Jogos Olímpicos

Canoagem

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Foto: DR / Arquivo

A Darque Kayak Clube voltou a manter-se nos lugares cimeiros da primeira divisão de clubes de canoagem ao obter o 5.º lugar no ranking nacional de medalhas em campeonatos nacionais e o 7.º no ranking nacional de clubes, ambos do ano de 2019. Mas o grande destaque não é esse.

Pela primeira vez na sua história, a equipa de canoagem conta com um atleta (Antoine Manuel Launay) que alcançou vaga olímpica para Portugal, para além do título colectivo de Campeão Nacional de Esperanças de Slalom, o que conquista pela terceira vez consecutiva.

Embora a época ainda não tenha terminado, a FPC decidiu publicar dois rankings nacionais, sendo que, no entender da mesma, não se devem registar alterações nos posicionamentos até ao final da época face às atuais diferenças pontuais, explicou Américo Castro, presidente da direção.

Esta foi a equipa darquense mais jovem de sempre a disputar os respetivos campeonatos em 2019.

A turma de Viana do Castelo espera ainda pelos resultados das medalhas nas taças de Portugal.

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