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Famalicão

Famalicão é autarquia “Familiarmente Responsável” pelo sétimo ano consecutivo

Ao todo, em 2019 o Observatório distinguiu 76 municípios.

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Foto: Divulgação

Vila Nova de Famalicão está novamente de parabéns. O município liderado por Paulo Cunha (PSD/CDS-PP) está entre os “Mais Familiarmente Responsáveis”, preparando-se agora para receber, pelo oitavo ano – o sétimo consecutivo -, a bandeira atribuída pelo Observatório dos Municípios Familiarmente Responsáveis que reconhece as boas práticas de apoio às famílias promovidas pelos municípios portugueses.


Da educação à área social, do desporto à cultura, foram muitos os argumentos elencados na candidatura apresentada pela autarquia famalicense. Paulo Cunha, reconhece que “este tem um significado especial”.

“Este é um galardão que nos deixa muito orgulhosos porque está estreitamente relacionado com a qualidade de vida que queremos proporcionar aos famalicenses e porque reconhece o impacto positivo que as políticas implementadas pelo executivo têm no dia-a-dia das nossas famílias”, referiu o autarca.

Entre as medidas promovidas, destaque para a oferta dos livros de atividades para todas as crianças do primeiro ciclo, a gratuitidade dos passes escolares para todos os alunos do concelho, desde o ensino básico até ao 12.º ano, e as bolsas de estudo aos estudantes universitários.

Famalicão é, ainda neste domínio, “Cidade Educadora” desde 2010. Ao todo, em 2019 o Observatório distinguiu 76 municípios.

O Observatório das Autarquias Familiarmente Responsáveis é uma iniciativa da Associação Portuguesa de Famílias Numerosas, em parceira com Instituto da Segurança Social, tendo como principais objetivos acompanhar, galardoar e divulgar as melhores práticas das autarquias portuguesas em matéria de responsabilidade familiar.

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Ave

Mau cheiro causado por pecuária em Famalicão leva PAN a questionar o governo

Fradelos

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Foto: DR

O PAN voltou a questionar o Ministério da Agricultura sobre exploração pecuária em Fradelos, no concelho de Famalicão.

O partido já tinha levado o caso ao governo em março, contudo, refere em comunicado, “perante a aparente inoperância das entidades, a falta de resposta da tutela e as contínuas denúncias por parte dos cidadãos”, insistiu no pedido de esclarecimento sobre a situação.

“Pretendemos que a ministra Maria do Céu Albuquerque venha dar resposta ao PAN e às populações que se têm queixado nomeadamente em face dos maus odores. Queremos perceber em que condições, e se dentro da legalidade, está a funcionar esta exploração pecuária e se, como consta, a tutela aprovou o aumento da capacidade de produção da mesma, não obstante as várias queixas e denúncias”, refere Sandra Pimenta, porta-voz da Concelhia do PAN Famalicão, citada em nota de imprensa.

O PAN quer saber se a empresa procedeu ou não a medidas de mitigação dos maus cheiros que lhe foram determinadas, bem como conhecer que outras medidas de reposição da legalidade foram exigidas pela tutela com vista a mitigar o impacte ambiental e a qualidade de vida da população.

Segundo o PAN, a empresa em questão poderá incorrer num crime de desobediência, face ao incumprimento de um mandato da Inspeção-Geral da Agricultura, Mar, Ambiente e Ordenamento do Território (IGAMAOT), datado de 2018, no sentido de condenar a empresa a proceder a um conjunto de operações de limpeza, de que decorreu uma participação ao Ministério Público junto do Tribunal Judicial de Famalicão.

“Contudo e apesar do referido, a empresa continua alegadamente a operar de forma impune diariamente privando a população de abrir portas e janelas e de viver num ambiente sadio”, critica.

Segundo o PAN, para além do processo junto da IGAMAOT, têm “proliferado” as queixas junto das mais diversas entidades, como são os casos da Agência Portuguesa do Ambiente, da DRAP-N, da CCDR Norte, do SEPNA, da USP/delegado saúde pública e do presidente Câmara de Famalicão e respetivo vereador com o pelouro do Ambiente.

No caso da DRAP-N, que procedeu a uma avaliação da concentração de odores, acrescenta o partido que este organismo chegou a remeter a 4 março de 2019 uma informação ao delegado de saúde, confirmando “objetivamente a presença de odor intenso” na envolvente da pecuária, tendo, perante esta avaliação, a Autoridade de Saúde informado que “não iria dar parecer favorável à emissão da Licença de Exploração para a pecuária”.

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Ave

Confessou ter matado amigo em Famalicão mais de dez anos depois

Ministério Público

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Foto: DR / Arquivo

O Ministério Público (MP) acusou um homem de, no verão de 2006 ou 2007, ter matado um amigo, em Famalicão, adiantou hoje a Procuradoria-Geral Distrital (PGD) do Porto.

Segundo a acusação, o arguido, dando conta da morte da vítima, enterrou-a no local do crime, um pinhal ermo, tendo o próprio vindo a denunciar os factos a 04 de agosto de 2018.

No verão de 2006 ou 2007, o arguido disparou com uma caçadeira contra o amigo quando este estava de costas para si e não a mais de seis metros, referiu a procuradoria.

A vítima mortal era toxicodependente e procurava, na ocasião, vender a espingarda caçadeira de dois canos sobrepostos serrados com que foi efetuado o disparo, tendo a ida para o pinhal o objetivo de a experimentar.

Por isso, o arguido está acusado pelos crimes de homicídio qualificado agravado, profanação de cadáver e detenção de arma proibida.

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Ave

Trabalhadores atacados por vespas asiáticas em Famalicão

No Parque de Campismo de Gondifelos

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Foto: Ilustrativa / DR

Um trabalhador de silvicultura teve de receber tratamento hospitalar na sequência de um ataque de vespas asiáticas, durante a manhã desta terça-feira, em Gondifelos, concelho de Famalicão.

O MINHO confirmou a ocorrência junto de fonte dos bombeiros e do presidente da União de Freguesias de Gondifelos, Cavalões e Outiz.

De acordo com Manuel Novais, o homem estava a fazer limpeza de vegetação na concessão do Parque de Campismo de Gondifelos da responsabilidade do Corpo Nacional de Escutas, quando o acidente terá ocorrido.

“Foi uma situação simples, os trabalhadores devem ter mexido com o ninho sem se aperceberem e foram atacados”, confirmou o autarca. Um dos trabalhadores acabou por ser picado, necessitando de receber tratamento.

Para o local foi acionada a equipa médica da VMER de Famalicão que fez a avaliação do trabalhador, considerando que os ferimentos são “ligeiros”.

A vítima foi transportada para o Hospital de Famalicão por uma ambulância dos Bombeiros Famalicenses.

O alerta foi dado às 10:43.

Esta noite, os serviços municipais vão proceder à eliminação do vespeiro.

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