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Famalicão diz que 17,5ME de fundos servirão para “devolver cidade às pessoas”

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A câmara de Famalicão avançou, esta segunda-feira, que vai utilizar 17,5 milhões de euros de fundos comunitários na reabilitação de equipamentos públicos coletivos e na criação de uma rede pedonal e clicável de forma a “devolver a cidade às pessoas”.

Em causa está a materialização do Plano Estratégico de Desenvolvimento Urbano (PEDU) do concelho de Vila Nova de Famalicão, que, conforme refere comunicado camarário, será desenvolvido até 2020 “com um financiamento comunitário já aprovado”.

Na mesma nota a câmara aponta que, paralelamente ao PEDU, está a facilitar e a potenciar a intervenção integrada dos edifícios e do património situados nas Áreas de Reabilitação Urbana (ARU), através do acesso simplificado a meios de financiamento e benefícios fiscais por parte dos proprietários privados.

“Pretende-se renovar a cidade, elevando os níveis de qualidade de vida que oferece aos cidadãos. Para isso, vamos alargar as áreas que cumprem a função social e comercial do espaço público citadino”, indica o presidente da câmara de Famalicão, Paulo Cunha.

A estratégia autárquica inclui a criação de uma rede urbana pedonal e clicável que funcione como canal de ligação entre os núcleos urbanos adjacentes e o centro urbano, bem como praças e parques revitalizados.

A autarquia aponta que a reabilitação urbana da cidade de Famalicão contempla três áreas: regeneração urbana, promoção da mobilidade urbana sustentável e comunidades desfavorecidas.

É destacado no comunicado autárquico que esta última área implicará a reabilitações urbana da envolvente à Urbanização das Bétulas, onde vive parte da comunidade cigana famalicense e a sua integração e harmonização com o espaço citadino.

Soma-se a “valorização” do mercado municipal “enquanto espaço de encontro e enquanto zona comercial de produtos frescos, produzidos de forma tradicional por produtores locais”.

A câmara fala mesmo em “revolução urbana profunda” que abrange o centro urbano e estica-se a núcleos urbanos adjacentes, nomeadamente as estações ferroviária e rodoviária e Parque da Devesa “com criação de corredores de mobilidade sustentável e espaços intermodais que favoreçam a utilização dos transportes públicos”.

Paulo Cunha acrescenta, no que diz respeito a requalificações, o Parque 1.º de Maio e a envolvente à Praça D. Maria II.

“Famalicão privilegiará fortemente a circulação pedonal e clicável e convidará as pessoas a saírem para a rua através de um espaço público de qualidade”, indica o autarca.

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