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Desporto

Tiago Machado (Famalicão) assina pela Efapel

Contrato com a duração de um ano

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Foto: Facebook de Tiago Machado

O ciclista famalicense, Tiago Machado, até agora representante da equipa Sporting Tavira, vai em 2020 vestir a camisola da Efapel, transmitiu, esta quinta-feira, à Cidade Hoje.

Tiago Machado disse ter boas expectativas para o novo desafio referindo que, “estou muito motivado com esta mudança, porque já é um “namoro” antigo e o ano passado foi por pouco que não chegámos a acordo. Espero corresponder às expectativas que o Rúben Pereira tem para mim e acima de tudo ajudar a equipa e o Jóni no grande objetivo que é a Volta a Portugal”.

Com 34 anos, o ciclista, conta já com uma grande experiência internacional. O novo contrato terá duração de um ano.

 

 

 

 

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Desporto

Fernando Gomes reúne-se com presidentes dos 34 clubes profissionais

Covid-19

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Foto: DR / Arquivo

O presidente da Federação Portuguesa de Futebol (FPF) e os presidentes da Liga e dos clubes das competições profissionais vão reunir-se hoje, após o encontro da UEFA com as suas filiadas devido à pandemia de covid-19.

Fonte ligada ao processo confirmou à Lusa a realização durante a tarde de hoje deste encontro de Fernando Gomes com os 34 presidentes de clubes da I Liga e da II Liga, para a qual foi convidado o presidente da Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP), Pedro Proença.

Esta reunião ocorre no mesmo dia em que a UEFA, que rege o futebol europeu, se reuniu com as 55 federações nacionais, na qual o diretor-executivo Tiago Craveiro foi o representante da FPF, e um dia depois de Gomes ter-se reunido com os representantes das 22 associações distritais e regionais.

Na sexta-feira, a FPF decidiu cancelar as provas dos escalões de formação, que estavam suspensas desde 10 de março, dois dias antes de o organismo regulador do futebol português ter decidido suspender também as competições de seniores.

A FPF optou por concluir “as competições nacionais de todos os escalões de formação de futebol e futsal, masculinas e femininas, não resultando das mesmas qualquer efeito desportivo imediato”, acrescentando que “não serão atribuídos títulos nas referidas competições, nem aplicado o regime de subidas e descidas”.

Os jogos da I Liga e II Liga de futebol estão suspensos, por tempo indeterminado, desde 12 de março.

Após 24 das 34 jornadas, o FC Porto lidera o principal escalão, com 60 pontos, mais um do que o campeão Benfica, enquanto o Nacional segue no primeiro lugar da II Liga, com 50 pontos, no mesmo número de jogos, mais dois do que o Farense.

O novo coronavírus, responsável pela pandemia de covid-19, já infetou mais de 865 mil pessoas em todo o mundo, das quais morreram mais de 43 mil. Dos casos de infeção, pelo menos 165 mil são considerados curados.

Depois de surgir na China, em dezembro, o surto espalhou-se por todo o mundo, o que levou a Organização Mundial da Saúde (OMS) a declarar uma situação de pandemia.

Em Portugal, que está em estado de emergência desde as 00:00 de 19 de março e até às 23:59 de 02 de abril, registaram-se 187 mortes e 8.251 casos de infeções confirmadas, segundo o balanço feito hoje pela Direção-Geral da Saúde (DGS).

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Desporto

Sindicato alerta para “dramas humanos” devido a salários em atraso a jogadores

Covid-19

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Foto: DR / Arquivo

A pandemia de covid-19 tem sido usada como justificação da gestão desportiva irresponsável dos clubes e estão a surgir “dramas humanos” devido a incumprimentos salariais, disse hoje à Lusa o presidente do Sindicato dos Jogadores Profissionais de Futebol (SJPF).

Joaquim Evangelista revela que estão a surgir “dramas humanos”, com “a privação de recursos financeiros para que jogadores, em especial os estrangeiros, satisfaçam as necessidades mais básicas, como a alimentação”.

“Neste momento a situação é preocupante, temos muitos pedidos de apoio, em especial no Campeonato de Portugal (CP) e não vemos da parte dos clubes a capacidade, ou mesmo o interesse, em responder eficaz e solidariamente”, alerta Joaquim Evangelista.

A Federação Portuguesa de Futebol (FPF) está ao corrente e em articulação diária, para se poder responder com o Fundo de Garantia Salarial, no imediato, mas o SJPF quer mais: “É momento de os dirigentes do CP serem chamados a assumir os compromissos a que se vincularam”, acrescenta.

Para o dirigente, a pandemia de covid-19 foi usada como pretexto “para justificar uma gestão desportiva irresponsável, que já resultava de momento anterior” e a situação verifica-se nas competições profissionais e no CP.

“A situação salarial nas competições profissionais não é tão complexa, ainda, porque, felizmente, os mecanismos de licenciamento introduzidos ajudam a mitigar este tipo de situação”, realça.

Sobre o pagamento dos salários de março, Joaquim Evangelista explica que “alguns clubes já realizaram ou garantiram o pagamento”, mas há casos de clubes que “mesmo sem fundamento legal estão a adiar ou a pressionar os jogadores para aceitarem os cortes”.

“Estamos a monitorizar, com preocupação, existem muitos casos de incumprimento já registados, isso podemos confirmar”, aponta.

Com a pandemia de covid-19 houve ainda pedidos de ajuda ao SJPF por parte de jogadores estrangeiros para abandonarem o país.

Segundo Joaquim Evangelista, os “pedidos de informação” não foram em grande número e o sindicato ajudou os jogadores a contactar as embaixadas dos respetivos países em Portugal.

“Procurámos perceber as condições de um voo de retorno ao país de origem ou repatriamento, em caso de abandono, e articular algumas informações úteis com o SEF, se necessário”, explica.

Considerando que Portugal tem respondido com segurança a esta crise e que dá aos cidadãos que vivem no país, apesar do medo natural, alguma tranquilidade, o responsável do sindicato garantiu que continuará atento.

O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já infetou mais de 828 mil pessoas em todo o mundo, das quais morreram mais de 41 mil. Dos casos de infeção, pelo menos 165 mil são considerados curados.

Depois de surgir na China, em dezembro, o surto espalhou-se por todo o mundo, o que levou a Organização Mundial da Saúde (OMS) a declarar uma situação de pandemia.

Em Portugal, que está em estado de emergência desde as 00:00 de 19 de março e até às 23:59 de 02 de abril, registaram-se 160 mortes e 7.443 casos de infeções confirmadas, segundo o balanço feito na terça-feira pela Direção-Geral da Saúde.

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Desporto

Treinadores de futebol dispostos a reduzir salários mas sem “abusos”

Covid-19

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Foto: Ilustrativa / DR

Os treinadores estarão disponíveis para reduzir salários por causa da pandemia de covid-19 desde que não ponha em causa a sua “dignidade”, disse hoje o presidente da Associação Nacional de Treinadores de Futebol (ANTF) à agência Lusa.

“Ninguém pode estar otimista com este momento que vivemos, vai exigir de todos nós numa certa compreensão, e os treinadores também são portugueses e vão compreender, não podem distanciar-se da realidade do país e do resto do mundo. Haverá sempre disponibilidade para negociar [reduções de salários], desde que não haja abusos [dos clubes] que ponham em causa a dignidade dos treinadores”, referiu José Pereira.

O presidente da ANTF disse que não houve qualquer abordagem da Liga de clubes ou da Federação Portuguesa de Futebol sobre o tema, considerando que isso se deve ao facto de o momento ser de incerteza sobre o futuro das competições.

“Hoje haverá uma comunicação ao país [pelo Presidente da República sobre o eventual prolongamento do estado de emergência], teremos de aguardar o que vai ser decidido”, disse.

José Pereira lembrou que “há um contrato coletivo de trabalho, mas depois as eventuais negociações serão caso a caso, clube a clube, porque há situações muito diferentes, e aí a associação não terá qualquer papel”, a não ser que seja solicitado.

O presidente da ANTF revelou que salários em atraso são uma realidade “que existe sempre no futebol”.

“Os treinadores são mais cautelosos em relação a isso por serem líderes de um grupo de trabalho, mas já há quem esteja à espera do salário para fazer face aos seus compromissos, porque nem toda a gente ganha milhões de euros”, frisou.

E José Pereira faz mesmo a distinção nos escalões profissionais.

“Uma coisa é a I Liga, a II Liga já é diferente e outra ainda é o Campeonato de Portugal [equivalente ao terceiro escalão] e as camadas jovens em que, na maior parte das vezes, os treinadores ganham o salário mínimo [do futebol], ou seja, o equivalente a oito salários mínimos”, disse.

O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já infetou mais de 828 mil pessoas em todo o mundo, das quais morreram mais de 41 mil. Dos casos de infeção, pelo menos 165 mil são considerados curados.

Depois de surgir na China, em dezembro, o surto espalhou-se por todo o mundo, o que levou a Organização Mundial da Saúde (OMS) a declarar uma situação de pandemia.

Em Portugal, que está em estado de emergência desde as 00:00 de 19 de março e até às 23:59 de 02 de abril, registaram-se 187 mortes e 8.251 casos de infeções confirmadas, segundo o boletim epidemiológico divulgado hoje pela Direção-Geral da Saúde (DGS).

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