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Famalicão é responsável por quase 10% das exportações do têxtil e vestuário em Portugal

Economia

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Foto: Divulgação

O peso das exportações de têxteis técnicos em 2018 em Famalicão subiu para 31%, 156 milhões de euros, mais 6% do que em 2017, assumindo o concelho 9,4% das exportações daquela indústria em Portugal, foi esta terça-feira divulgado.

Em comunicado enviado à Lusa, a Câmara de Famalicão, tendo por base o mais recente Anuário Estatístico Regional do INE, referente ao ano de 2018, aponta que “é cada vez mais relevante a importância dos têxteis técnicos no total das exportações em Famalicão”

Segundo os dados revelados, “a performance exportadora dos têxteis técnicos e/ou funcionais está em crescendo”, tendo sido de 111 milhões em 2016, 124 milhões de euros em 2017 e agora para 156 milhões em 2018

O município de Famalicão, que ostenta a marca de Cidade Têxtil de Portugal, realça o texto, “assume 9,4% das exportações da indústria têxtil e vestuário em Portugal, com 502 milhões de euros de vendas para o exterior em 2018, o que corresponde a 24,2% do total das exportações do concelho”.

Os principais mercados de exportação dos têxteis famalicenses são Espanha (19%), Alemanha (16%) e França (11%).

Segundo o texto, “em 2018, o volume de negócios cresceu para os 817 milhões de euros e o valor acrescentado bruto subiu para os 263 milhões de euros”.

A indústria têxtil e do vestuário conta, em Famalicão, com 852 empresas e regista um total de 10.902 pessoas ao serviço.

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Empresa de Famalicão oferece um milhão de luvas a instituições de solidariedade

Covid-19

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Foto: Divulgação/ Raclac

A Raclac, empresa de descartáveis para a área da saúde, ofereceu um milhão de luvas a Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS). As luvas serão distribuídas pela Confederação Nacional das Instituições de Solidariedade (CNIS) a todas as instituições asssociadas.

“Escolhemos as IPSS pois são entidades que, além de prestarem um inegável serviço público ao longo dos anos a todos nós, estão nesta fase com dificuldades acrescidas. Foi uma forma de dizermos obrigado e de apoiarmos com tudo o que está ao nosso alcance”, justifica Pedro Miguel Costa, CEO da Raclac, citado pelo jornal Solidariedade.

Apanhada pela crise em fase de instalação na nova fábrica de Famalicão, que preconiza um investimento de 23 milhões de euros, a Raclac é o maior fornecedor de descartáveis para a área da saúde e está agora a canalizar toda a produção para os hospitais portugueses.

Além das mais de 2,3 milhões de luvas que fabrica por dia, o CEO da empresa, Pedro Miguel Costa, em declarações ao Jornal T, afirma que a empresa tem já também contratada com mais de 30 fábricas de confeção a produção de outros Equipamentos de Proteção Individual (EPI) para os profissionais de saúde, como fatos com capuz e balaclavas.

“Nesta altura temos obrigação de proteger os nossos. O negócio é secundário e há mês e meio que parámos a exportação”, aponta Pedro Miguel Costa.

A postura da Raclac é elogiada pelo presidente da Câmara Municipal de Famalicão, Paulo Cunha: “Tem estado na linda da frente de uma resposta produtiva que está excessivamente concentrada na Ásia e assume que a única prioridade nesta altura são os nossos profissionais de saúde e que diariamente estão a ser feitas entregas nos mais diversos hospitais. Esta preocupação está também reflectida no lado solidário da empresa. À Protecção Civil Municipal de Famalicão a Raclac já doou 6.000 máscaras cirúrgicas e 20 mil pares de luvas. Um bom exemplo do empreendedorismo e da responsabilidade social dos empresários famalicenses”.

A RACLAC é a única empresa europeia de luvas de exame e a maior fornecedora de descartáveis para a saúde a nível nacional.

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Família procura homem desaparecido em Fafe

Apelo

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A família de José Fernando de Sousa Pinto da Fonseca recorreu às redes sociais para apelar a quem possa ter informações que possam conduzir ao encontro do familiar, que não é visto desde as 09:30 da manhã desta sexta-feira.

Para tal, disponibilizou o número de contacto de um sobrinho, António José Silva: 962794337, conforme indica, no Facebook, o jornal Notícias de Fafe.

O homem desaparecido, funcionário do Tribunal de Fafe, encontra-se sem telemóvel e sem dinheiro. Conduz um automóvel Nissan Qashqai, de cor preta e matrícula 18-FP-72.

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Vizela adapta escola para receber utentes dos lares infetados

Covid-19

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Foto: Divulgação / JF Ínfias (Arquivo)

A Câmara de Vizela anunciou que está a instalar um lar de retaguarda, numa escola do concelho, para receber utentes das instituições privadas de solidariedade social (IPSS) infetados pelo vírus da Covid-19.

Segundo fonte da autarquia, a nova resposta tem sido preparada na Escola Básica e Secundária de Infias, cujas salas de aulas foram transformadas em quartos.

O município anuncia que estão disponíveis 56 camas, seis das quais articuladas, destacando-se a colaboração, neste projeto, de funcionários das escolas e voluntários, nomeadamente da instituição Fraternidade de Nuno Álvares de Braga.

O Rotary Clube de Vizela cedeu 31 camas e mesas-de-cabeceira, o Lions Clube de Vizela ofereceu 25 camas e mesas-de-cabeceira e várias empresas do concelho doaram jogos de banho, jogos de cama, colchões, colchas e cobertores.

Passada esta pandemia, informa ainda a autarquia, “parte significativa” deste equipamento será utilizado para a criação no concelho de um centro de acolhimento às pessoas sem-abrigo.

De acordo com os dados oficiais da Direção-Geral da Saúde, o concelho de Vizela, no distrito de Braga, conta, atualmente, com 11 casos de Covid-19.

O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já infetou mais de um milhão de pessoas em todo o mundo, das quais morreram perto de 54 mil.

Em Portugal, segundo o balanço feito hoje pela Direção-Geral da Saúde, registaram-se 246 mortes, mais 37 do que na véspera (+17,7%), e 9.886 casos de infeções confirmadas, o que representa um aumento de 852 em relação a quinta-feira (+9,4%).

Dos infetados, 1.058 estão internados, 245 dos quais em unidades de cuidados intensivos, e há 68 doentes que já recuperaram.

Portugal, onde os primeiros casos confirmados foram registados no dia 02 de março, mantém-se em estado de emergência desde as 00:00 de 19 de março e até ao final do dia 17 de abril, depois do prolongamento aprovado na quinta-feira na Assembleia da República.

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