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Ave

Falsos inspetores da ASAE ‘atacam’ em Guimarães, Braga, Famalicão e Póvoa

em

A Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) alertou hoje para uma “burla” que está a ser feita por falsos inspetores daquela entidade em restaurantes e bares dos concelhos de Guimarães, Braga, Famalicão e Póvoa de Varzim.


Em comunicado, a ASAE esclarece que “o contacto dos falsos inspetores é, por norma, feito, via telefónica”, em estabelecimentos de restauração e bebidas, com vista a marcar uma “vistoria prévia” que previne “eventuais autuações” em caso de inspeção”, ao mesmo tempo que pede o pagamento de supostas “coimas em atraso”.

A ASAE garante que, “em nenhuma situação, os inspetores efetuam qualquer tipo de contacto direto com os operadores económicos para pagamento de coimas ‘in loco’”.

De acordo com a ASAE, os tais falsos inspetores contactam operadores económicos “no sentido de procederem à marcação de uma vistoria prévia a efetuar por um suposto inspetor da ASAE com o objetivo de prevenir eventuais autuações em consequência de inspeção da ASAE”.

Nesse contacto, o falso inspetor alerta, ainda, que a vistoria “terá lugar num curto prazo de tempo” e solicita uma “transferência bancária ou, em alternativa, o levantamento de quantias de dinheiro, supostamente para o pagamento de coimas em atraso”.

A ASAE assegura que todos os seus procedimentos são feitos “pelas vias formais e legais” e que contactos deste género devem ser denunciados às autoridades.

“Os operadores económicos não devem atender a qualquer pedido por parte de qualquer suposto inspetor que efetue as solicitações anteriormente descritas. Devem, de imediato, contactar a força policial da zona no sentido de viabilizar a detenção em flagrante daqueles que indevidamente se façam passar por agentes da autoridade usurpando as suas funções”, destaca a ASAE.

A ASAE esclarece que teve conhecimento da prática desta burla nos concelhos de Guimarães, Braga, Vila Nova de Famalicão e Póvoa de Varzim.

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Ave

Câmara de Famalicão acusa empresa de incumprimento nos transportes escolares

Primeiro dia de aulas com “graves constrangimentos”

em

Foto: CM Famalicão

A Câmara de Famalicão acusou esta sexta-feira a empresa de transportes Arriva de “incumprimento” dos percursos e horários definidos para o novo ano letivo, sublinhando que a situação originou “graves constrangimentos” e prejudicou alunos e famílias.

Em comunicado, a Câmara refere que o incumprimento foi constatado na quinta-feira, primeiro dia de aulas, e acrescenta que “exigiu de imediato explicações” à empresa.

A Arriva, ainda segundo o comunicado, transmitiu hoje “o reconhecimento do incumprimento” e deixou a garantia da imediata normalização do serviço prestado.

“A Câmara Municipal vai estar muito atenta a esta situação e não vai deixar de utilizar todos os meios ao seu alcance para que o serviço de transporte público rodoviário decorra com a normalidade habitual e da forma que foi articulada entre empresas, escolas e autarquia”, sublinha.

No comunicado, a Câmara vinca que a regularidade do serviço é uma “exigência absoluta” para com as empresas responsáveis.

“Por isso, o município não deixará de pedir responsabilidades à empresa pela grave situação provocada no primeiro dia de aulas”, remata.

A Câmara diz que o processo foi ajustado, em termos de horários e de percursos, para dar “cabal resposta” às necessidades dos alunos e das famílias, “no pressuposto do cumprimento da universalidade da gratuitidade dos passes escolares que se verifica em Famalicão”.

Este ano, tal como no anterior, a Câmara assume a totalidade do pagamento dos passes a todos os alunos do concelho, desde o ensino básico até ao 12.º ano.

Esta medida abrange cerca de cinco mil alunos, num investimento total de 1,9 milhões de euros por ano.

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Guimarães

Erro no teste à covid-19 fechou creche em Guimarães por engano

Covid-19

em

Foto: DR

Um erro das autoridades sanitárias levou a que uma creche em Guimarães fechasse portas quando o mesmo não era necessário, anunciou a instituição que gere o espaço educativo.

Em comunicado, o Centro Social da Paróquia de Fermentões, que tinha encerrado na terça-feira depois de um alegado caso positivo numa das crianças que frequentam a instituição, dá conta de que tudo terá sido um erro da DGS e que, afinal, o espaço pode estar aberto.

Segundo aquele centro, existiu um “erro na transcrição do resultado” e “afinal a criança não estava infetada”. A mesma instituição refere que, face ao plano de contingência, todas as pessoas que estiveram em contacto com a criança foram imediatamente colocadas em isolamento, tanto adultos como crianças.

“Felizmente tivemos hoje a notícia que se tratou de um erro, mas não estamos livres de que isto possa acontecer no futuro”, avisa a instituição.

Face a este volte-face, a cresce reabriu esta quinta-feira “no horário habitual”, para voltar “a funcionar dentro da normalidade possível”.

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Ave

Criança infetada encerra sala de infantário em Famalicão

Covid-19

em

Foto: Ilustrativa / DR

Um caso de covid-19 numa criança levou ao encerramento de uma sala da Creche e Jardim Infantil D. Elzira Cupertino de Miranda, em Louro, Famalicão.

De acordo com a rádio Cidade Hoje, que avança a notícia, caso registou-se na sala para crianças de cinco anos, que foi a única a ser encerrada.

O caso foi comunicado à instituição pelos pais do menino infetado todas as crianças da sala estão em casa de quarentena, não manifestando, até ao momento, qualquer sintoma.

A presidente da instituição explicou à Fama TV que a criança em causa faltou na segunda-feira e que no dia seguinte os pais comunicaram que o filho tinha testado positivo para a covid-19, depois de apresentar alguns sintomas.

As crianças da referida sala vão agora cumprir uma quarentena de 14 dias, assim como a educadora e a auxiliar.

Ainda de acordo com a Fama TV, as profissionais vão realizar teste de despistagem, já as crianças, se continuarem a não apresentar sintomas, só serão testadas quando regressarem à creche.

Entretanto, a instituição desinfetou todos os seus espaços.

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