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Braga

Explosivo de Beirute era para empresa da Póvoa de Lanhoso

Nitrato de amónio

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Foto: DR / Nicolas Tawk

As 2.750 toneladas de nitrato de amónio que explodiram, na passada terça-feira, no porto de Beirute destinavam-se à Fábrica de Explosivos de Moçambique (FEM), que é propriedade da empresa portuguesa Moura & Silva, da Póvoa de Lanhoso.


A notícia é avançada, este sábado, pelo jornal Público, a quem um porta-voz da empresa garante, no entanto, que aquela carga ainda não era sua – foi feita a encomenda, mas apenas seria paga quando chegasse ao seu destino, a cidade da Beira, no Norte de Moçambique.

“Esta foi uma encomenda normal, de uma matéria que a empresa utiliza na sua atividade comercial, cumprindo sempre de forma escrupulosa todos os requisitos legais e melhores práticas internacionais”, assegurou.

Segundo o Público, o nitrato de amónio apreendido na capital libanesa poderia ter como finalidade, provavelmente, ser usado nas minas do Norte de Moçambique.

Os químicos que provocaram a explosão no porto de Beirute chegaram à capital libanesa há sete anos, a bordo de um navio de carga alugado pela Rússia e nunca deviam ter parado naquele local.

Em 2013, o navio “Rhosus”, com bandeira da Moldávia e proveniente da Geórgia, fez uma escala não planeada em Beirute, a caminho de Moçambique.

O dono do navio ordenou uma paragem não planeada para receber carga adicional. Mas o navio acabou por não sair de Beirute, envolvido numa disputa legal sobre taxas portuárias.

Como ninguém a reclamou e o dono do navio foi acusado de abandono, a carga acabou por ser descarregada e colocada num armazém do porto de Beirute, onde esteve até terça-feira.

As explosões fizeram pelo menos 154 mortos, número que poderá ainda aumentar, tendo em conta as pessoas que continuam desaparecidas. Há cerca de 5 mil feridos.

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Braga

Condutor alcoolizado agride polícia ao soco em Braga

Estacionou o carro no meio da estrada

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Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO (Arquivo)

Um homem de 57 anos foi detido, na terça-feira à noite, após agredir um polícia que o abordara por causa de este ter o carro estacionado no centro da faixa de rodagem na Rua do Corvo, em Braga. O suspeito estava alcoolizado.

Em comunicado, a PSP explica que a situação aconteceu pelas 22:30 de ontem, quando foi detetada “uma viatura estacionada no centro da faixa de rodagem, estando a mesma a importunar o normal circulação do trânsito”.

“Perante a situação, foi solicitado ao suspeito, um cidadão com 57 anos de idade, para retirar a viatura, tendo o mesmo referido que não a ia retirar pois encontrava-se alcoolizado”, explica o comunicado.

De seguida, continua o comunicado, “o agente dirigiu-se à viatura do suspeito para proceder à sua fiscalização, tendo o mesmo agredido a soco o elemento policial”.

Submetido ao teste de álcool, apresentou uma taxa de álcool no sangue de 2,00g/l.

O indivíduo foi detido e informado que irá ser notificado posteriormente, para comparecer no Tribunal Judicial da Comarca de Braga.

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Braga

Gangue assalta pastelaria em Vila Verde

Crime

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Foto: Imagem de videovigilância

Uma pastelaria em Vila Verde foi assaltada na madrugada desta quarta-feira. As imagens de videovigilância mostram um grupo de cinco indivíduos encapuzados a entrar no estabelecimento, após arrombarem a porta de entrada, e à procura de valores para levar.

Em declarações a O MINHO, o dono da pastelaria Frei Doce, Nuno Mota, refere que os ladrões acabaram por não conseguir levar nada, pelo que “o prejuízo maior foi a porta” que ficou destruída.

“Não levaram nada, porque tirámos sempre tudo à noite, ao fazer o fecho não deixamos ficar nem trocos”, explica o proprietário da pastelaria localizada em Freiriz.

Foto: Nuno Mota

Foto: Nuno Mota

Foto: Nuno Mota

Foto: Nuno Mota

Foto: Nuno Mota

Para Nuno Mota, o grupo procurava as caixas de pagamento automáticas que existem em muitos estabelecimentos.

“Pelo que a gente se apercebe ao ver as imagens, era o que eles iam à procura, mas nós não temos dessas máquinas”, explica.

O assalto ativou o alarme. A GNR “apareceu logo, muito rapidamente”, mas já os assaltantes se tinha colocado em fuga.

O estabelecimento já foi assaltado outras vezes, mas nos últimos quatro anos é a primeira.

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Braga

51 pessoas recuperaram da covid-19 no concelho de Braga em 24 horas

Pandemia

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Foto: DR

O concelho de Braga regista 233 casos de infeção ativa pelo novo coronavírus.

Estes dados, apurados por O MINHO junto de fonte local da saúde, foram atualizados às 18:00 de segunda-feira.

O concelho regista 1.484 casos de recuperações do SARS CoV-2 desde o início da pandemia, mais 51 do que no domingo.

Em termos acumulados, são já 1.791 casos de pessoas infetadas com a doença.

Lamentam-se ainda 74 óbitos, número que permanece igual desde o passado dia 16 de junho.

O número de pessoas em isolamento sob vigilância da autoridade de saúde é de 293.

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