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Euromilhões saiu em Portugal

1.º prémio de mais de 79 milhões

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O primeiro prémio do concurso do Euromilhões de hoje, num valor superior a 79 milhões de euros, saiu a um apostador em Portugal, anunciou o Departamento de Jogos da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa.

O segundo prémio, de 184.420,70 euros, vai para cinco apostadores no estrangeiro, enquanto o terceiro, de 35.794,73 euros, é destinado a seis jogadores, dois deles em Portugal.

O quarto prémio, no valor de 3.089,69 euros, saiu a 34 apostadores, sete dos quais com aposta registada em território nacional.

A combinação vencedora do concurso 029/2019 do Euromilhões, sorteada hoje, é composta pelos números 18 – 21 – 29 – 38 – 41 e pelas estrelas 01 e 11.

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País

Catarina Martins critica que se vá atrás de Rui Pinto com tanta força sem investigar fugas

‘Football Leaks’

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Foto: Facebook de Esquerda Net

A coordenadora do BE considera incompreensível que a justiça “vá atrás” de Rui Pinto “com tanta força” sem investigar os “crimes que as fugas parecem indicar”, criticando que exista quase “uma exceção de Estado de direito no futebol português”.

Em entrevista ao Porto Canal, que será transmitida hoje, a líder bloquista, Catarina Martins, foi questionada sobre o caso de Rui Pinto, criador do Football Leaks, tendo considerando que “há três questões diferentes que é bom ponderar”.

“Em primeiro lugar, as responsabilidades que Rui Pinto tenha tido devem ter o seu julgamento próprio, como é óbvio. Nós já tivemos denunciantes no passado que fizeram grandes fugas de informação de uma forma altruísta pelo interesse público e há outros casos em que há crime por trás e portanto não há esse altruísmo. O Ministério Público português tem de fazer esse trabalho”, defendeu.

Outro problema, na ótica de Catarina Martins “é saber o que é que se faz com a informação vinda deste processo”, defendendo que as fugas, “não sendo provas legítimas e não sendo fruto de uma investigação judicial”, a justiça “tem de investigar e tem de perceber o que lá está”.

“É muito difícil compreender que se vá atrás do denunciante com tanta força” e não se faça a investigação, criticou Catarina Martins.

Para a coordenadora do BE “essa é a parte inaceitável” ou seja “a justiça tem de investigar as informações que tem, todas elas”.

“Há depois um terceiro aspeto que inquina normalmente este debate chamado ‘futebol leaks’ e aqui inquina neste debate por duas razões: primeiro porque há paixões futebolísticas e as pessoas acham que têm de estar de acordo ou contra de acordo com o seu clube de futebol”, apontou.

Catarina Martins assume que não tem clube de futebol, mas dá o exemplo da eurodeputada bloquista Marisa Matias “que é do Benfica e disse sempre que tem de ser investigado o que diz o Rui Pinto”.

“Há aqui um problema que é que existe quase uma exceção de Estado de Direito no futebol português em todos os clubes que não pode mais existir. Não só sobre crimes que tem a ver com crime económico, com questões de violência”, condenou.

Para a dirigente bloquista “isso é um problema grave que Portugal tem”.

“Acho que a Justiça tem muita dificuldade em agir no que diz respeito ao futebol e isso é um problema não pode haver exceções ao Estado de direito”, disse.

O Tribunal de Instrução Criminal de Lisboa decidiu, em 17 de janeiro, levar a julgamento Rui Pinto, criador do Football Leaks, por 90 crimes de acesso ilegítimo, acesso indevido, violação de correspondência, sabotagem informática e tentativa de extorsão, deixando cair 57 crimes. (Passa do total de 93 para 90 crimes, e de 54 para 57 crimes).

Em setembro de 2019, o Ministério Público (MP) acusou Rui Pinto de 147 crimes, 75 dos quais de acesso ilegítimo, 70 de violação de correspondência, um de sabotagem informática e um de tentativa de extorsão, por aceder aos sistemas informáticos do Sporting, da Doyen, da sociedade de advogados PLMJ, da Federação Portuguesa de Futebol, da Procuradoria-Geral da República (PGR) e da Plataforma Score e posterior divulgação de dezenas de documentos confidenciais destas entidades.

Na leitura da decisão instrutória, a juíza de instrução criminal (JIC) Cláudia Pina pronunciou (levou a julgamento) Rui Pinto por 68 crimes de acesso indevido, por 14 crimes de violação de correspondência, por seis crimes de acesso ilegítimo e ainda por sabotagem informática à SAD do Sporting e extorsão, na forma tentada, este último, crime pelo qual o advogado Aníbal Pinto também foi pronunciado. (Passa de 17 para 14 crimes de violação de correspondência).

A instrução, fase facultativa que visa decidir se o processo segue e em que moldes para julgamento, foi requerida pela defesa dos dois arguidos no processo: Rui Pinto e o seu advogado, à data dos factos, Aníbal Pinto, acusado de intermediar a tentativa de extorsão, de entre 500.000 euros a um milhão de euros, ao fundo de investimento Doyen.

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País

Caso suspeito de coronavírus sob observação em Lisboa com resultado negativo

Direção-Geral da Saúde

em

Foto: DR / Arquivo

A Direção-Geral de Saúde (DGS) informou hoje que o caso suspeito de infeção por novo coronavírus, em observação em Lisboa, foi negativo, após realização de análises.

“A Direção-Geral da Saúde (DGS) informa que o primeiro caso suspeito de infeção por novo Coronavírus (2019-nCoV) em Portugal foi negativo após realização de análises laboratoriais pelo Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge (INSA), com duas amostras biológicas negativas”, pode ler-se no comunicado hoje divulgado pela DGS.

Um homem regressado da China no sábado estava sob observação no Hospital Curry Cabral, em Lisboa, por suspeita de infeção pelo novo vírus detetado naquele país.

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Maria João Pires condecorada com Grã-Cruz da Ordem do Infante D. Henrique

Cultura

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Imagem via SIC Notícias

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, condecorou hoje a pianista Maria João Pires com Grã-Cruz da Ordem do Infante D. Henrique, que considerou ser “um exemplo de excelência de Portugal no mundo”.

Depois de um recital de piano, perante o Corpo Diplomático acreditado em Portugal, no Palácio Nacional da Ajuda, em Lisboa, a pianista foi agraciada por Marcelo Rebelo de Sousa, a quarta condecoração de Maria João Pires.

“É um exemplo de excelência de Portugal e é um exemplo de excelência de Portugal no mundo. É pois natural e justo que seja em frente do mundo que eu a condecore como merece por projetar Portugal e a excelência portuguesa”, elogiou o chefe de Estado, antes de lhe entregar a condecoração.

Maria João Pires, também em breves palavras, agradeceu a condecoração, que disse ter recebido “com símbolo de coragem, esperança, partilha e força, para enfrentar e ajudar a construir o mundo das próximas gerações melhor, mais cheio de harmonia e de verdade”.

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