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Alto Minho

Escola de Rock de Paredes de Coura lança primeira digressão pelo Norte e Galiza

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O espetáculo final a produzir pelos jovens participantes na Escola de Rock, que decorre de 18 a 22 de dezembro em Paredes de Coura, vai entrar em digressão pelo norte do país e pela Galiza em 2016.

A novidade da segunda edição desta residência artística dedicada ao rock foi avançada esta terça-feira pela organização, a cargo do Space Ensamble, que adiantou que o espetáculo “já vai entrar em ‘tour’ no primeiro trimestre de 2016, “proporcionando uma hipótese única aos músicos participantes de entrar numa digressão por algumas das melhores salas da região”.

Como exemplos, apontou o auditório municipal de Vigo, na Galiza, o Hard Club, no Porto, e as salas de espetáculos de Ponte de Lima ou Monção.

Os jovens que participaram na edição de 2014 da Escola de Rock tocaram ao vivo, em agosto passado, no Festival Música de Paredes de Coura, tendo interpretado temas de bandas como Pixies, Nirvana, Queens Of The Stone Age, Black Keys, AC/DC, Tame Impala ou Future Islands.

Para o presidente da Câmara, entidade que apoia a iniciativa, trata-se “de um projeto que nasce com o objetivo de ocupar as férias dos jovens de forma lúdica, pedagógica e artística”.

“Se queremos uma sociedade com futuro temos que investir nos jovens, e nos seus anseios, mas de forma séria”, frisou Vítor Paulo Pereira.

A residência artística, que levou Paredes de Coura a vencer o Prémio Município do Ano 2015, atribuído pela Universidade do Minho, vai decorrer durante a pausa letiva do Natal.

Destina-se a músicos de todo o país e de todas as nacionalidades, com mais de 14 anos, que durante cinco dias, “terão formação intensiva, experimentação e partilha”.

Vítor Paulo Pereira adiantou que “o currículo disciplinar escolar é essencial, e tem muito peso na nossa sociedade, mas a arte, a música, a dança ou outra qualquer forma cultural são manifestações importantíssimas nas formações dos nossos jovens e ferramentas fundamentais de formação, cidadania, até na preparação para aquilo que chamam de mercado de trabalho”.

A residência artística termina no dia 22 de dezembro, às 22h00, com a apresentação, no centro cultural de Paredes de Coura, de um espetáculo final, resultado das competências musicais e criativas, em especial na área da música rock, adquiridas ao longo da formação.

Além da digressão pelo norte de Portugal e pela Galiza, o programa da segunda edição da Escola de Rock apresenta como novidades “concertos e ‘jam sessions’ em alguns bares de Paredes de Coura e sessões de cinema no centro cultural”.

Estão também previstas visitas às escolas, entre 14 e 17 de dezembro, onde decorrerão ‘showcases’, demonstrações de instrumentos e ‘workshops’ de ilustração e serigrafia.

As inscrições estão a decorrer até 05 de dezembro com um custo de 30 euros, dando acesso a todo o programa de formação, assim como a todas as atividades paralelas, ou de 120 euros no caso dos jovens músicos pretenderem estadia e alimentação.

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Viana do Castelo

Politécnico de Viana apresenta, em Braga, projeto de monitorização de gás radioativo

Mitigação do risco associado à exposição humana ao gás radão

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Foto: Divulgação

O projeto de I&D RnMonitor, liderado pelo Instituto Politécnico de Viana do Castelo (IPVC), esteve representado pelos investigadores Pedro Martins e Sérgio Lopes na demonstração do piloto tecnológico desenvolvido no referido projeto, no âmbito da 5.ª edição do evento Smart City 360° International Summit, que este ano decorreu no Altice Forum Braga.

A 5.ª edição da cimeira Smart City 360º oferece uma abordagem holística sobre todos os aspetos da ciência e das tecnologias no contexto das Cidades Inteligentes, desafiando as empresas e a academia para a apresentação de protótipos e soluções inovadoras que possam colocar em perspetiva os novos desafios.

O piloto tecnológico em demonstração, intitulado RnMonitor: an IoT-enabled Platform for Radon Risk Management in Public Buildings, consiste numa sonda multi-parâmetro desenvolvida no contexto da Internet das Coisas (IoT) em parceria com o Instituto de Telecomunicações, e numa plataforma web que permite a monitorização online da qualidade do ar interior em edifícios públicos.

O principal objetivo do piloto em demonstração, consiste na mitigação do risco associado à exposição humana ao gás radão, um gás radioativo considerado pela Organização Mundial de Saúde como o segundo fator de risco de cancro de pulmão, logo a seguir ao fumo do tabaco.

O Instituto Politécnico de Viana do Castelo lidera o referido projeto, o qual se encontra na reta final de execução, em parceria com o Instituto de Telecomunicações, Instituto Politécnico do Cávado e do Ave, as empresas BMViV e Digiheart, e os municípios de Viana do Castelo e Barcelos.

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Viana do Castelo

Incêndios: Aprovada revisão do plano de defesa da floresta de Viana do Castelo

Plano Municipal de Defesa da Floresta Contra Incêndios

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Foto: DR

A Câmara de Viana do Castelo aprovou hoje, por unanimidade, a revisão do Plano Municipal de Defesa da Floresta Contra Incêndios (PMDFCI) para a próxima década.

O documento, aprovado em reunião extraordinária do executivo municipal da capital do Alto Minho, esteve em discussão pública entre 12 de novembro e segunda-feira, não tendo registado participações.

O documento vai agora ser submetido à apreciação da Assembleia Municipal, que decorrerá no próximo dia 13, entrando em vigor em janeiro de 2020.

O Plano Municipal de Defesa da Floresta Contra Incêndios de Viana do Castelo foi elaborado e aprovado, pela primeira vez, em 2006, tendo sido revisto em 2008, encontrando-se em vigor até maio de 2019.

Na proposta hoje aprovada, o executivo sustenta que o plano é “um instrumento operacional de planeamento, programação, organização e execução de um conjunto de ações de prevenção que visa concretizar os objetivos estratégicos de diminuição do impacto dos incêndios florestais, procurando defender melhor a floresta, a vida das pessoas e dos seus bens”.

“No concelho de Viana do Castelo, desde há cerca de três décadas que se reflete na floresta uma conjuntura negativa de fatores que proporcionam uma maior suscetibilidade e vulnerabilidade aos incêndios, com tendências de agravamento, registando-se no ano de 2005 uma das piores tragédias, tanto em número de ocorrências como em área ardida e risco de pessoas e bens”, lê-se no documento.

A proposta de revisão do PMDFCI aprovada refere ainda que, “apesar dos inúmeros esforços de prevenção, nos anos de 2010, 2013 e 2016 registaram-se novos incêndios que atingiram grandes proporções, tendo um deles afetado grande parte da serra de Perre e outro a serra de Arga, tendo ambos colocado em risco várias populações”.

“Existe a perceção de algumas condições estruturais que determinam e favorecem estas ocorrências, das quais se destacam o crescente abandono das atividades agrícolas e florestais, a ausência de implementação de medidas adequadas de ordenamento e gestão dos espaços florestais. Considera-se, portanto, fundamental, conjugar esforços para inverter esta conjuntura”, refere o documento.

O novo plano “visa dar cumprimento ao estipulado na legislação e procura corresponder à evolução entretanto verificada na floresta e às exigências da estratégia de prevenção de incêndios florestais de níveis nacional, distrital e local”.

“O processo de elaboração do PMDFCI teve por base as características específicas do território do concelho no que respeita à sua natureza florestal e rural, urbana e periurbana. Tem como objetivos estratégicos aumentar a resiliência do território aos incêndios florestais, reduzir a incidência dos incêndios, melhorar a eficiência e a eficácia do ataque e da gestão dos incêndios, recuperar e reabilitar os ecossistemas e as comunidades e adotar uma estrutura orgânica, funcional e eficaz”, explica a proposta.

A revisão implicou a “consulta” a diversas entidades, desde juntas de freguesia, conselhos diretivos de baldios, corporações de bombeiros, GNR, PSP, Exército, Instituto da Conservação da Natureza e Florestas (ICNF), Direção Regional de Agricultura e Pescas do Norte, associações florestais, empresas de celulose, Rede Elétrica Nacional (REN), Infraestruturas de Portugal (IP) e Energias de Portugal.

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Ponte de Lima

Homem de 77 anos encontrado morto em casa em Ponte de Lima

Moreira do Lima

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Um homem, de 77 anos, foi encontrado morto em casa, esta sexta-feira, na freguesia de Moreira do Lima, em Ponte de Lima, disse a O MINHO fonte dos bombeiros.

A vítima estaria incontactável há dois dias, o que motivou um alerta dado por familiares para as autoridades. Ao local deslocaram-se militares da Guarda Nacional Republicana (GNR) de Ponte de Lima, apoiados pelos Bombeiros de Ponte de Lima.

Foi necessária a abertura de porta da habitação do septuagenário, tendo este sido encontrado, já sem vida, numa das divisões.

Os bombeiros de Ponte de Lima efetuaram transporte da vítima para o Instituto de Medicina Legal de Viana do Castelo.

Fonte das autoridades explicou a O MINHO que, regularmente, se deparam com situações de pessoas que, vivendo sozinhas, acabam por sofrer uma súbita, entrando em paragem cardiorrespiratória, não se sabendo, no entanto, se foi isso que sucedeu nesta ocorrência.

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