Seguir o O MINHO

Braga

Empresa ‘unicórnio’ está a recrutar engenheiros para Braga

Oportunidade

em

Foto: Divulgação

A empresa Outsystems, fundada em Portugal mas com sede fiscal nos Estados Unidos da América, está a recrutar cerca de 200 colaboradores para os escritórios de Braga, Oeiras e Proença a Nova, com preferência para engenheiros de software, foi hoje anunciado. É intenção da empresa contratar mais 300 colaboradores em Portugal até final de 2020.

Segundo a gestora de recursos humanos, Mafalda Vasquez, “a falta de developers face à procura mundial tem pressionado o mercado tecnológico no que toca ao desenvolvimento célere de aplicações web e mobile que respondam às necessidades de transformação digital de empresas por todo o mundo, de todos os setores”.

“Procuramos talento que tenha a capacidade de abraçar um desafio global, complexo e fascinante, num contexto de permanente aceleração e mudança, numa organização que se tornou um emblema do Portugal Tech no mundo, sustentada por uma visão, uma missão e uma cultura clara e consistente”, acrescentou.

Avaliada em mais de mil milhões de dólares na última ronda de investimentos, a empresa, fundada por um português, está à procura de perfis ligados à engenharia de programação, inteligência artificial, analistas data e administradores de sistemas.

Cerca de metade dos funcionários desta empresa, sediada em Atalanta, nos EUA, trabalham a partir de Portugal, prestando serviços para clientes como Toyota, Logitech, Deloitte, Ricoh, Schneider Electric e GM Financial.

Em 2018, atingiu receitas superiores a 100 milhões de dólares. Além de Portugal, possui escritórios nos Estados Unidos, Reino Unido, Holanda, Alemanha, Emirados Árabes Unidos, Singapura, Japão e Austrália.

A Outsystems foi fundada em 2001 por um engenheiro informático alentejano, radicado em Silicon Valley, como escreve o Jornal de Negócios. De acordo com a revista Forbes, Paulo Rosado tem uma fortuna superior a 300 milhões de euros.

(notícia atualizada)

Anúncio

Braga

Parques de campismo em Braga e Vila Verde disponíveis para profissionais de saúde

Covid-19

em

Foto: Domingos Costa

Os parques de campismo situados em Braga e Vila Verde estão disponíveis para receber profissionais de saúde durante o tempo da pandemia de covid-19, foi hoje anunciado.

Em comunicado, a Câmara de Braga explica que o Parque de Campismo e Caravanismo de Braga terá alojamento para até 24 pessoas da área da saúde e da proteção civil, após pareceria entre a autarquia, a Invest Braga, o movimento de caravanistas ISTAS e o Hospital de Braga.

Bungalows, autocaravans e caravanas estarão disponíveis a partir de quinta-feira, com a chegada de mais seis autocaravanas vindas de Lisboa, conforme já foi noticiado por O MINHO.

Oferece ainda quatro espaços livres para os profissionais que possuam autocaravanas ou caravanas e necessitem deste serviço.

Já em Vila Verde, na freguesia de Aboim da Nóbrega, o parque de campismo local decidiu colocar dois bungalows, com capacidade para quatro pessoas, à disposição da comunidade médica.

No Parque de Campismo e Caravanismo Rural de Aboim da Nóbrega existem sete espaços para autocaravanas e caravanas para quem possua meios próprios e necessite de um espaço.

Esta iniciativa surge após disponibilidade demonstrada pela ATAHCA, Associação de desenvolvimento das Terras Altas do Homem, Cávado e Ave, proprietária do parque.

Continuar a ler

Braga

Empresa de perfumes de Braga dedica toda a produção ao fabrico de gel desinfetante

Covid-19

em

Foto: Divulgação / Yntenzo

A marca bracarense de perfumaria artesanal Yntenzo decidiu dedicar toda a sua capacidade produtiva à produção de álcool gel, fazendo também uma doação à Proteção Civil, que irá distribuí-la por instituições e entidades que necessitam deste apoio, anunciou a empresa.

Destinado à higienização das mãos, com 65% a 70% de álcool, cumpre com as normas europeias e está registado no Portal Europeu de Cosméticos e Infarmed. Esta formulação inclui uma componente de hidratação que evita que as mãos fiquem secas e gretadas, explica a marca. Há ainda uma oferta de produtos a várias instituições como IPSS, bombeiros, proteção civil e cruz vermelha

“Na Yntenzo fazemos questão de apoiar a nossa comunidade ao longo de todo o ano, pelo que não poderíamos falhar nesta época delicada que vivemos. Fizemos um grande esforço para desenvolver uma fórmula de forma a apresentarmos um produto com a qualidade que nos é associada e a um preço acessível para todos”, revela Daniel Vilaça, CEO da Yntenzo.

“Esta é a nossa forma de agradecer a todos os que estão na linha da frente desta batalha – a Proteção Civil pode, agora, distribuir estes recursos pelos profissionais, lares, instituições e entidades que mais precisam. Nesta fase difícil, todos devemos ajudar como podemos, até porque todas as ajudas são necessárias”, continua.

Sem perfume e de secagem rápida, o novo álcool gel da Yntenzo está disponível na loja online e pode ser comprado em embalagens de 250ml e de 500ml, avulso ou em packs de 6, com preços que começam nos 5,50€. As encomendas chegam em 48 horas e todas as opções estão disponíveis na loja online da marca portuguesa.

Continuar a ler

Braga

Sindicato denuncia fecho parcial de Casa de Saúde de Amares e ordenados em atraso

Sindicato dos Trabalhadores da Indústria de Hotelaria, Turismo, Restaurantes e Similares do Norte

em

Foto: Divulgação / Arquivo

O Sindicato dos Trabalhadores da Indústria de Hotelaria, Turismo, Restaurantes e Similares do Norte denunciou hoje o encerramento parcial da Casa de Saúde de Amares, salientando haver ordenados e subsídios em atraso.

Em comunicado enviado à Lusa, o sindicato refere que “a Casa de Saúde de Amares decidiu encerrar parcialmente a unidade de saúde, mantendo apenas serviços mínimos na receção”.

Segundo o texto, a empresa deve o subsídio de férias de 2019 e 50% do subsídio de Natal de 2019, e “informou os trabalhadores que vai deixar de pagar as prestações mensais do PER (Processo Especial de Revitalização)”.

O sindicato diz ainda que a empresa “não atualizou os salários conforme a nova tabela salarial em vigor, nem pagou os retroativos devidos desde janeiro de 2020”.

No comunicado o sindicato informa ainda que “já protestou junto da empresa e pediu a intervenção da Autoridade para as Condições do Trabalho”.

“O sindicato não entende o encerramento de unidades de saúde face às necessidades do Serviço Nacional de Saúde”, lê-se no comunicado.

A Lusa tentou entrar em contacto com a Casa de Saúde de Amares, mas não foi possível até ao momento.

Continuar a ler

Populares