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Braga

Empresa de Braga antecipa-se e fixa salário mínimo nos 750 euros já em 2020

Empresa do Grupo Bernardo da Costa, embaixador empresarial de Braga

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Foto: O MINHO

A BC Diid, do Grupo Bernardo da Costa, decidiu fixar o salário mínimo em 750 euros, já em 2020, antecipando-se ao objetivo definido pelo governo para 2023, anunciou hoje fonte da empresa bracarense.


“O objetivo é estabelecer ordenados justos para todos, numa clara valorização salarial dos jovens qualificados”, pode ler-se num comunicado enviado a O MINHO.

Segundo o CEO Ricardo Costa, esta política empresarial não é nova e “reflete o nosso posicionamento face ao mercado de trabalho, captação e retenção de talento”.

“Pretendemos uma equipa jovem, altamente qualificada e motivada e não conseguimos isso com salários baixos. É nossa obrigação, enquanto gestores, garantir um nível de vida familiar digno a todos os nossos colaboradores”, enfatiza.

Governo aprova salário mínimo de 635 euros para 2020

Segundo aquele gestor, a progressão na carreira é outra das preocupações em todas as empresas do Grupo Bernardo da Costa.

“Acredito que uma equipa ambiciosa é o motor principal das grandes empresas multinacionais e, por esse motivo, também não descuramos este ponto na carreira profissional de cada pessoa que trabalha connosco”, destaca o líder da empresa, que se tornou amplamente conhecida por pagar “férias de sonho” aos colaboradores e por dispor de um Departamento da Felicidade.

No seu perímetro, onde se inclui a BC Diid, o Grupo Bernardo da Costa, embaixador empresarial de Braga, tem um total de 174 colaboradores, 81 dos quais em Portugal. Está presente no mercado nacional desde 1957, chegando, atualmente, aos cinco continentes, onde se dedica à distribuição de equipamentos de segurança eletrónica, controlo de acessos, CCTV, domótica, instalações elétricas, construção civil, entre outras.

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Braga

São Bento abriu a porta aos peregrinos no principal dia da romaria

Religião

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Foto: Facebook do santuário do São Bento da Porta Aberta

Celebra-se esta quinta-feira o principal dia da romaria ao São Bento da Porta Aberta, em Rio Caldo, concelho de Terras de Bouro, com várias iniciativas religiosas abertas à população.

Pelas 11:00 horas desta manhã, o arcebispo de Braga, Jorge Ortiga, celebrou a missa solene com participação do Grupo Coral de S. Bento da Porta Aberta.

Foto: Facebook do santuário do São Bento da Porta Aberta

Foto: Facebook do santuário do São Bento da Porta Aberta

Foto: Facebook do santuário do São Bento da Porta Aberta

Foto: Facebook do santuário do São Bento da Porta Aberta

Foto: Facebook do santuário do São Bento da Porta Aberta

A eucaristia contou com a presença de dezenas de fieis e peregrinos que rumaram durante a madrugada àquele templo situado às portas do Parque Nacional Peneda-Gerês.

Pelas 17:00 horas, foi inaugurada a exposição do Ósculo e da Relíquia do ‘São Bentinho’.

Pelas 18:30, há uma eucaristia campal com o andor ornamentado à porta da basílica.

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Braga

Ricardo Rio pede intervenção da Europa para modernizar rede ferroviária portuguesa

Missiva assinada por 29 personalidades portuguesas

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Foto: DR (Arquivo)

Ricardo Rio, presidente da Câmara de Braga, é um dos signatários de uma carta dirigida à Comissária Europeia dos Transportes, Adina Valean, em que se alerta para “o risco de Portugal se tornar uma ilha ferroviária na Europa em virtude do sistemático atraso na adopção da bitola europeia (1.435 mm) nas linhas internacionais”.

Em comunicado, a autarquia de Braga dá conta desta missiva, assinada por 29 cidadãos portugueses de diferentes áreas, entre os quais três autarcas: Ricardo Rio, José Ribau Esteves (Aveiro) e António Almeida Henriques (Viseu).

A missiva conta ainda com as assinaturas de personalidades como Mira Amaral, ex-ministro da Indústria, João Luís Mota Campos, ex-secretário de Estado da Justiça, ou João Duque, professor catedrático do Instituto Superior de Economia e Gestão.

Segundo Ricardo Rio, é “fundamental que o plano de recuperação e utilização dos fundos oriundos da União Europeia para fazer face à crise imposta pela covid-19 inclua o investimento na modernização das infraestruturas ferroviárias.

“Sendo Portugal um país periférico, o sistema ferroviário é um elemento essencial para assegurar a coesão territorial no contexto europeu e a minoração dos desequilíbrios económicos e sociais”, adianta.

Como salienta a missiva, Portugal “corre o risco de ficar privado de vias terrestres competitivas para o transporte de mercadorias de e para a maior parte da União Europeia”, impedindo-se ainda a “concorrência na operação ferroviária internacional, relegando Portugal para uma situação de monopólio ferroviário”.

Assim, na carta é pedido que o novo TEN-T (Trans-European Transport Network) seja aproveitado para “impulsionar uma transformação” na infraestrutura ferroviária portuguesa no sentido da sua integração plena nas redes europeias.

Os subscritores manifestam-se contra a possibilidade da certificação como interoperáveis de linhas da Rede Core em bitola ibérica, o que seria apenas a “justificação burocrática de um erro histórico” e “contribuiria para a não abertura à Europa do sistema ferroviário português”.

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Braga

Braga estuda perfil dos públicos de cultura a pensar na Capital Europeia 2027

Participantes têm descontos em eventos culturais

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Gnration. Foto: CM Braga (Arquivo)

O município de Braga lançou um estudo que visa traçar o perfil dos públicos dos equipamentos e eventos culturais de referência no concelho e identificar potenciais novos públicos no território, foi hoje anunciado.

Em comunicado, o município acrescenta que este estudo de públicos se insere no contexto da estratégia Braga Cultura 2030 e da candidatura de Braga a Capital Europeia da Cultura 2027.

Os participantes no questionário beneficiarão de um desconto de 50% num espetáculo de programação própria do Theatro Circo ou do gnration.

“A ideia desta oferta é que o próprio questionário seja motor de participação na atividade cultural do concelho. Ao mesmo tempo, quem participar no seu preenchimento está a contribuir para o processo de candidatura de Braga a Capital Europeia da Cultura”, sublinha o comunicado.

Além de traçar “um retrato detalhado” dos públicos de cultura do concelho e a identificação de potenciais públicos, o estudo permitirá também efetuar a análise da comunicação estratégica do município e dos equipamentos culturais visados, identificando alguns dos seus impactos para o diálogo, o envolvimento, a fidelização, a captação e a formação de públicos.

Servirá igualmente para quantificar a satisfação dos públicos com a oferta cultural atual na cidade.

O estudo foi encomendado ao Observatório de Políticas de Comunicação e Cultura do Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade da Universidade do Minho.

A Estratégia Cultural de Braga 2020-2030 é o resultado de um trabalho que tem vindo a ser desenvolvido desde 2018 pela equipa criada pelo Theatro Circo e pelo Município de Braga, para preparar a candidatura de Braga a Capital Europeia da Cultura 2027.

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