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Eleições: Frases do 10.º dia de campanha

Eleições Legislativas

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Fotos: DR / Arquivo

Frases do décimo dia da campanha eleitoral para as eleições legislativas de 06 de outubro.

“O PS não mudou de génese e, com essa consciência, começou esta campanha eleitoral pensando na maioria absoluta, embriagando-se sempre com as sondagens. Começou a considerar que aqueles que, como nós, tinham dado uma contribuição decisiva para os avanços, são muito excessivos, reivindicam muito, propõem muita coisa. Não pode ser, isso é o passo maior que a perna, é dar tudo a todos – os mesmos argumentos do Governo anterior.”

Jerónimo de Sousa, secretário-geral do PCP

30-09-2019

 

“O PS a governar toma o Estado como se fosse seu e como se fosse a sua família.”

Rui Rio, presidente do PSD

30-09-2019

 

“O doutor Rui Rio teve muitas oportunidades de conseguir apresentar uma alternativa credível para o país – e falhou. Não tem alternativa, não tem programa, não tem equipa e, portanto, refugia-se em casos.”

António Costa, secretário-geral do PS

30-09-2019

 

“Não há empecilhos à esquerda. Os empecilhos vieram sempre da direita. (…) Não precisamos de professores de esquerda e também não precisamos de lições de moral de quem há alguns dias criticava a justiça de tabacaria e agora se arvora em justiceiro eleitoralista.”

Manuel Alegre, histórico do PS

30-09-2019

 

“A força do Bloco de Esquerda pode mudar tudo sobre o que será a próxima legislatura. (…) Andámos muito, mas este é ainda um país injusto e desigual.”

Catarina Martins, coordenadora do BE

30-09-2019

 

“O PSD de Rui Rio quer mudar nome do Ministério da Saúde para Ministério da Promoção da Saúde e na verdade o que propõe é uma saúde de supermercado.”

Marta Temido, ministra da Saúde e cabeça de lista do PS por Coimbra

30-09-2019

 

“A cultura vale mais do que percentagens do PIB. Vale, sobretudo, aquilo que nós conseguimos fazer com ela, que é criar uma rede nacional de valorização da nossa cultura, da nossa identidade e também de a tornar um verdadeiro elemento estratégico nacional.”

Assunção Cristas, presidente do CDS-PP

30-09-2019

 

“Alguém acredita verdadeiramente que sem o PS o país teria simultaneamente virado a página da austeridade e recuperado a credibilidade internacional, que teria simultaneamente recuperado os rendimentos e manter a confiança no investimento, teria reduzido as desigualdades e alcançado contas certas. Não, sem o PS isto não teria sido possível, porque este partido é desde a sua fundação o garante da estabilidade, do equilíbrio, da concórdia e da capacidade de diálogo e de compromisso.”

António Costa, secretário-geral do PS

30-09-2019

 

“Os portugueses sabem o que ganharam com a nossa iniciativa, com a ação desta força impulsionadora do progresso e do desenvolvimento. É hora de aprofundar esse caminho. As eleições de 06 de outubro são a oportunidade para, com o reforço da CDU, abrir esse caminho.”

Jerónimo de Sousa, secretário-geral do PCP

30-09-2019

 

“Vou dizer uma coisa que todo o Portugal entende, mas uma coisa que Braga entende melhor que o resto de Portugal e Famalicão ainda entende melhor: é que nós no domingo vamos ser o Famalicão do atual campeonato nacional de futebol da primeira divisão.”

Rui Rio, presidente do PSD

30-09-2019

 

“Não tenho dúvidas de que nestas eleições o RIR vai ser o ‘tomba gigantes’. É preciso um ‘tomba gigantes’. É preciso fazer com que os grandes desçam à terra, porque a terra é o que o dá equilíbrio.”

Vitorino Silva, líder do RIR

01-10-2019

 

“Aquilo que posso dizer, independentemente das sondagens e com respeito pelos profissionais que as fazem, é que o sentimento que temos é o de que o nosso resultado está em construção. Ainda há pessoas que hesitam, que se interrogam, que podem ser ganhas para o voto na CDU.”

Jerónimo de Sousa, secretário-geral do PCP

01-10-2019

 

“Portugal precisava de refundar a República, de dirigentes políticos com capacidade para relançar as bases fundacionais de uma nova República, que desse ar fresco, oxigénio puro, à Democracia.”

Marinho e Pinto, presidente do PDR

01-10-2019

 

“O PS está mal em não querer vir debater e esclarecer este ponto [caso Tancos], mas quem está mal, acima de tudo, é o secretário-geral do PS e primeiro-ministro, que tem de dar explicações ao país. As duas ações são condizentes.”

Assunção Cristas, presidente do CDS-PP

01-10-2019

 

“Se eu agora for comentar tudo aquilo que, quer o dr. António Costa, quer as pessoas do PS, vão dizendo sobre a campanha e sobre mim […] chegamos a sexta-feira no topo do disparate. Por isso, eu vou procurar manter-me em terceira, nunca meter a quarta e acelerar relativamente ao disparate, porque senão desprestigiamos um bocado a campanha.”

Rui Rio, presidente do PSD

01-10-2019

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País

Avaliação bancária atingiu recorde de 1.111 euros por metro quadrado em abril

Dados do INE

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Foto: O MINHO / Arquivo

O valor mediano da avaliação bancária atingiu em abril o recorde de 1.111 euros por metro quadrado, apesar da pandemia de covid-19, segundo os dados hoje divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).

O valor de 1.111 euros por metro quadrado, registado em abril, é o mais alto desde pelo menos janeiro de 2011, a primeira data da série estatística do INE.

Ainda em abril, apesar da situação de pandemia de covid-19, o número de avaliações bancárias reportado foi de cerca de 22 mil, apenas ligeiramente inferior a abril de 2019 (-2%). Já face a março deste ano a redução foi de 12%.

Já em termos comparativos, o valor mediano da avaliação bancária de abril (1.111 euros por metro quadrado) representa mais um euro face ao valor mediano de março (0,1% em termos relativos) e mais 96 euros em relação a abril de 2019 (mais 9,5% em termos relativos).

Por regiões, os valores medianos de avaliação bancária mais elevados registaram-se na Área Metropolitana de Lisboa (1.483 euros por metro quadrado, valor recorde desde 2011 mas igual ao registado no mês de março) e no Algarve (1.482 euros por metro quadrado, um euro menos do que em março, quando foi atingido o recorde desde 2011).

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Chamadas pelo telefone fixo crescem pela primeira vez desde 2013

Covid-19

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Foto: O Minho / Arquivo

O volume de minutos das chamadas telefónicas originadas na rede fixa cresceu 1,5% no primeiro trimestre, atingindo cerca de 1,1 mil milhões de minutos, o primeiro aumento homólogo desde 2013, divulgou hoje a Autoridade Nacional de Comunicações (Anacom).

“Trata-se do primeiro aumento homólogo desde o primeiro trimestre de 2013, e está relacionado com as medidas excecionais tomadas a propósito da covid-19, que entraram em vigor em março, e que provocaram uma alteração significativa dos padrões de utilização do serviço telefónico fixo”, refere o regulador das comunicações, numa nota enviada à imprensa.

Segundo a Anacom, na primeira semana de estado de emergência (16 a 22 de março) o tráfego de voz fixa cresceu 61% face à semana anterior à declaração de pandemia (02 a 08 de março).

Também a duração média das chamadas originadas na rede fixa aumentou cerca de 17 segundos no primeiro trimestre deste ano, face ao período homólogo.

Já a duração média das chamadas nacionais entre dois telefones fixos aumentou 27 segundos.

A Anacom relembra que, nos primeiros três meses de 2019, este tipo de tráfego tinha diminuído 15,9% face ao mesmo período do ano anterior.

No trimestre em análise, o número de clientes do serviço telefónico fixo na modalidade de acesso direto era de cerca de 4,1 milhões, mais 85 mil do que no primeiro trimestre de 2019, refletindo um crescimento de 2,1%.

Relativamente às quotas de mercado, entre janeiro e março deste ano, a quota de clientes de acesso direto da MEO atingiu 42,1%, seguindo-se o Grupo NOS com 35,9%, a Vodafone com 18,3% e o Grupo NOWO/Onitelecom com 3,4%.

De acordo com a Anacom, a Vodafone foi o único operador cuja quota aumentou, um ponto percentual.

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ERSE publica modelo de adesão a rede de carregamentos de automóveis elétricos

Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos

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Foto: DR / Arquivo

A Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE) publicou hoje o modelo de adesão à rede de mobilidade elétrica, garantindo aos utilizadores de veículos elétricos acesso a qualquer ponto de carregamento público independentemente do comercializador de eletricidade.

Na diretiva hoje publicada em Diário da República, a ERSE define como aspeto fundamental do regime de funcionamento das condições de adesão à mobilidade elétrica a “multiplicidade de relações jurídicas inerentes à adesão” à mobilidade elétrica, tendo em vista garantir a unicidade e a simplicidade contratual, no respeito do equilíbrio e liberdade contratual das partes.

As presentes condições gerais concretizam o modelo, estabelecido no Regulamento da Mobilidade Elétrica (RME), que estabelece a existência de um contrato de adesão à rede de mobilidade elétrica, celebrado entre todos os comercializadores de eletricidade para a mobilidade elétrica (CEME), operadores do ponto de carregamento (OPC) e detentores de pontos de carregamento (DPC) e a Entidade Gestora da Mobilidade Elétrica (EGME).

“Desta forma, garante-se que todos os utilizadores de veículos elétricos (UVE), independentemente do seu CEME, têm acesso a todos os pontos de carregamento de acesso público de qualquer OPC, sem exigir a obrigação de celebração de contratos entre cada CEME (representante dos UVE) e OPC, de forma individualizada”.

A diretiva da ERSE aprova, além das condições gerais do contrato de adesão à rede da mobilidade elétrica, a metodologia de cálculo das garantias a prestar junto da Entidade Gestora da Mobilidade Elétrica (EGME), que entram em vigor em meados de junho (no 15.º dia após a publicação no Diário da República).

Quanto à faturação, a diretiva determina que, na ausência de acordo, a faturação relativa às tarifas da EGME tem periodicidade mensal e prazo de pagamento de 30 dias após a receção da fatura.

A entidade que gere a rede de postos de carregamento, a Mobi.e, anunciou na sexta-feira que os carregamentos de carros elétricos vão ser todos pagos a partir de 01 de julho, data em que “termina o período transitório da rede Mobi.e, iniciando-se o pagamento dos carregamentos nos Postos de Carregamento Normal de acesso público”.

“Com a conclusão do processo de concessão de toda a rede de postos de carregamento público, a fase plena de mercado a que agora se dá início configura-se como o derradeiro passo para a concretização do modelo português da mobilidade elétrica”, assinalou na altura a entidade presidida por Luís Barroso.

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