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Dois jovens morrem em despiste em Montalegre

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Foto: DR/Arquivo

Dois jovens morreram na madrugada desta segunda-feira em Montalegre, distrito de Vila Real, na sequência de um despiste automóvel, disse hoje à Lusa fonte dos bombeiros locais.

Segundo a fonte, o ocidente ocorreu na vila de Montalegre, perto das 02:00, tendo a viatura em que seguiam as vítimas embatido “com alguma violência” num muro e numa casa, na rua Lama de Moinho.

Os dois jovens, com cerca de 25 anos, “entraram em paragem cardiorrespiratória”, acabando por morrer no Serviço de Urgência Básica (SUB) de Montalegre, disse.

No local estiveram duas ambulâncias, meios de desencarceramento e cerca de uma dezena de bombeiros dos voluntários da vila.

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Militar da GNR de Mondim de Basto julgada por ameaçar superior com pistola

Em julgamento disse que ele a importunava sexualmente, mas o visado nega

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Foto: DR / Arquivo

O Tribunal de S. João Novo, do Porto, agendou para 21 de novembro, as alegações finais do julgamento de uma militar da GNR de Mondim de Basto que respondeu pelo crime de insubordinação por ameaças ou outras ofensas.

Está acusada por ter apontado uma pistola, carregada e municiada, a um superior hierárquico, justificando-se em audiência, dizendo que “ele queria que eu satisfizesse os seus caprichos sexuais”.

Na segunda sessão do julgamento, foram ouvidas as testemunhas de defesa e de acusação. A acusação refere que Carla Fernandes apontou a pistola ao guarda principal Luís Borges, seu chefe de patrulha, em pleno posto da GNR em Mondim de Basto. Tê-lo-á feito, em maio de 2018, após uma discussão em que caiu ao chão.

A arguida diz que levou um encontrão no ombro que a fez tombar, mas a versão do colega é a contrária, a de que foi ela que caiu após lhe ter dado um empurrão. Outros dois militares do posto corroboram a versão do guarda principal.

Na primeira audiência, a militar disse que o guarda Borges a importunava, com atitudes de cariz sexual, como a de a “tentar beijar” ou de “tentar meter-lhe a mão entre as pernas quando iam numa viatura da Guarda. O que este nega, dizendo que ela, exaltada, o insultou, chamando-lhe “burro”, e o ameaçou, sem razão aparente.

Patrulha

Os factos ocorreram na noite de 19 para 20 de maio de 2018, no posto, quando ambos iam para uma patrulha, depois de terem estado 15 horas em serviço, pago, no rali de Portugal. Patrulha que, ficou sem efeito.

A militar, que é defendida pela advogada Mariana Agostinho, do escritório de João Magalhães, afirmou, ainda, que terá sido alvo de “perseguição através de mensagens” por parte do principal.

“Certa vez, estava eu no posto a fardar-me e ele atirou-me para a cama; aí, eu disse-lhe para sair ou gritava. Noutra ocasião, foi a minha casa, de surpresa, e nas patrulhas de carro metia a mão na minha perna”, contou.

Sobre os factos em julgamento disse que, “naquela noite, ele lhe deu um encontrão: eu apontei-lhe a arma porque, ao cair, esta magoou-me e eu pu-la no chão. Vi que ele me ia pontapear e ameacei-o. Ainda me tentou beijar”, revelou.

Já o guarda Borges disse o contrário, negando o suposto assédio, tese corroborada pelas testemunhas de acusação, que presenciaram a cena: “Fiquei
surpreendido, ela ligou-me exaltada e a dizer-me que eu estava a gozar com ela por nunca mais chegar. Depois, disse que eu era mais um burro que ia aturar e eu pedi satisfações. Então, deu-me um encontrão e atirou-se para o chão. Eu disse-lhe para se levantar, se deixar de fazer fitas e ir trabalhar. Aí apontou-me a arma”, relatou.

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Água congela em Montalegre e dá-se o “sincelo”

Depósito de gelo, constituído por grãos mais ou menos separados por bolhas de ar, às vezes com ramificações cristalinas

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Sincelo na Serra do Larouco Foto: Pedro Melão

Os últimos dias têm sido propícios ao registo de um fenómeno meteorológico (sincelo) ainda pouco divulgado no nosso país, mas que ocorre com naturalidade nos locais mais frios do mundo.

Sincelo na Serra do Larouco Foto: Pedro Melão

Sincelo na Serra do Larouco Foto: Pedro Melão

Sincelo na Serra do Larouco Foto: Pedro Melão

Sincelo na Serra do Larouco Foto: Pedro Melão

Sincelo na Serra do Larouco Foto: Pedro Melão

Sincelo na Serra do Larouco Foto: Pedro Melão

A serra do Larouco, em Montalegre, distrito de Vila Real, acordou, dois dias, pintada de branco graças ao sincelo, um “fenómeno meteorológico que acontece em situações de nevoeiro aliado a uma temperaturas negativas e resulta do congelamento das gotas de água em suspensão quando estas entram em contato com a superfície”.

A definição dada pelo Instituto Português de Mar e Atmosfera para este fenómeno é a de “depósito de gelo, constituído por grãos mais ou menos separados por bolhas de ar, às vezes com ramificações cristalinas”.

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A neve aqui ao lado, em Montalegre

Imagens captadas esta quinta-feira, cerca das 08:30 da manhã, no centro de Montalegre, aqui ao lado, no distrito de Vila Real.

Vídeo: CM Montalegre

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Imagens captadas esta quinta-feira, cerca das 08:30 da manhã, no centro de Montalegre, aqui ao lado, no distrito de Vila Real.

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