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Braga

Dois adeptos detidos pela PSP de Braga durante jogo entre SC Braga e Benfica

Um deles tinha mandado judicial para ser preso

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Foto: DR

A Polícia de Segurança Pública de Braga, no âmbito do policiamento desportivo entre as equipas do SC Braga e do Sport Lisboa e Benfica, procedeu, pouco depois do início do jogo, à detenção de dois cidadãos, adeptos do Benfica, com 37 e 29 anos de idade, por participação em rixa.

Durante a intervenção policial, os suspeitos encetaram uma fuga, “nunca obedecendo às ordens de paragem dos elementos policiais, tendo sido intercetados de imediato”, refere aquela força policial em comunicado.

Veio a verificar-se após a detenção que sob um dos detidos pendia um mandado de condução a Estabelecimento Prisional que foi cumprido.

O outro detido foi notificado para comparecer, nos Serviços do Ministério Público junto do Tribunal Judicial de Braga.

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Braga

Universidade do Minho inaugura loja oficial em Braga

No Largo do Paço

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Foto: Divulgação

A nova loja oficial da Universidade do Minho (UMinho) vai ser oficialmente inaugurada esta quinta-feira, dia 19 de setembro, a partir das 11:00, anunciou a instituição em comunicado.

O novo espaço estará localizado no complexo do Largo do Paço, em Braga, pretendendo “assumir centralidade na dinâmica da Nova Galeria, situada na ala nascente”.

Em nota à imprensa, a UMinho revela que a loja “disponibilizará dezenas de produtos que obedecem a uma linha patrimonial e institucional pensada para o novo merchandising” da universidade.

A sessão irá contar com a presença do reitor, Rui Vieira de Castro e da vice-reitora para a Cultura e Sociedade, Manuela Martins.

Anexo à loja oficial, dispõe-se um espaço que contemplará produtos de artesanato maioritariamente da região Norte do país, numa mostra qualificada das artes manuais tradicionais, acrescenta a universidade.

“A qualidade e autenticidade dos produtos exibidos é e será garantida através de parcerias, entre as quais se destaca a já estabelecida com a Adere Certifica, que trará a esta estrutura peças de bordados de Viana do Castelo, de Guimarães, de Castelo Branco, Vila Verde, mas também cestaria de Penedono e bijutaria de bilros de Vila do Conde”.

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Braga

Vila Verde serve 25 caldos diferentes confecionados em potes de ferro

Em Sabariz

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Foto: Divulgação

A freguesia de Sabariz, em Vila Verde, vai servir, no sábado, 25 caldos diferentes, confecionados à moda antiga, em potes de ferro sobre fogueiras a lenha, recriando assim uma tradição secular, anunciou esta terça-feira a organização.

No total, deverão ser servidos mais de 1.500 litros de caldo, feitos em potes cuja capacidade varia entre os 20 e os 100 litros.

Couves, repolho, nabos, nabiças e os mais variados feijões, sem esquecer as carnes campestres, fazem parte do leque de ingredientes para a confeção dos diferentes caldos, que incluem ainda a farinha e também a batata esmagada à colher, tal como se fazia no tempo em que não havia varinhas mágicas.

Haverá ainda espaço para os caldos verde, da pedra e de feijão verde, à lavrador, à camponesa e, até, de bacalhau.

Trata-se da Festa do Caldo do Pote, uma iniciativa da Junta de Freguesia e da Associação Popular de Sabariz e integrada na Rota das Colheitas, promovida pelo município de Vila Verde

Cerca de duas dezenas de homens e mulheres vão dedicar-se a confecionar os diversos caldos, junto a diferentes fogueiras espalhadas por um terraço ao ar livre.

À entrada do recinto, os visitantes podem adquirir uma malga alusiva ao evento, pela qual podem aceder livremente a todos os caldos. Recebem ainda a broa de pão.

Além dos caldos, serão ainda confecionadas pataniscas de bacalhau.

A organização espera de duas mil pessoas.

O presidente da Junta de Freguesia de Sabariz , Fernando Simões da Silva, sublinha que o sabor do caldo feito no pote, com o lume a lenha, “é único”.

O autarca garante que é um sabor apreciado por gente dos diferentes estratos sociais, das mais diversas origens e de todas as idades, com especial referência para os jovens.

“Nesta festa, graças aos caldos que aqui comeram e viram a fazer, já registámos muitos casos de crianças e jovens que ficaram a gostar das sopas que tanto teimam em recusar em casa. E, também, casos de adultos que passaram a gostar de determinados legumes e caldos, como os nabos e as nabiças”, revela Fernando Silva.

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Braga

15 alunos de Braga recebem bolsa de mérito no ensino superior

Obtiveram 16 ou mais valores no ano letivo transato

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Foto: Divulgação / CM Braga

O Município de Braga atribuiu esta segunda-feira, 16 de setembro, a Bolsa Social de Mérito a estudantes do ensino superior. A medida contemplou 15 alunos residentes no concelho de Braga e que obtiveram 16 ou mais valores no ano letivo transato.

Na cerimónia, que teve lugar no Salão Nobre do Museu dos Biscainhos, a vereadora da Educação, Lídia Dias, explicou que esta medida representa o reconhecimento do trabalho desenvolvido pelos alunos.

“Com a atribuição destas Bolsas de Mérito damos mais um passo na questão da coesão social e da equidade. Sabemos que os custos da frequência no ensino superior representam um custo elevado para as famílias, pelo que este é um pequeno contributo que o município dá aos alunos para que prossigam os seus estudos e sejam profissionais realizados”, salientou Lídia Dias.

Já Miguel Bandeira, vereador responsável pela ligação às Universidades, referiu que as bolsas representam um estímulo para que continuem a trabalhar. “As diferenças económicas e sociais não podem ser fatores impeditivos do acesso à educação e à formação, pelo que este prémio representa uma mais-valia para o desenvolvimento do capital humano”, sustentou Miguel Bandeira.

O Município de Braga continua a assumir a Educação como uma área estratégica, atribuindo 15 mil euros ao investimento nesta acção específica de apoio direto aos estudantes universitários.

As bolsas, com um valor unitário de 1.000 euros, são atribuídas a estudantes residentes na área do concelho há pelo menos dois anos, que tenham obtido aproveitamento no ano letivo transato e que não disponham, por si ou através do agregado familiar, de meios para custear os encargos académicos.

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