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Braga

Mulher de Fafe que introduzia droga na cadeia de Braga fica em prisão preventiva

Outras duas suspeitas ficaram com apresentações periódicas

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Uma das detidas hoje à saída da Polícia Judiciária de Braga. Foto: Joaquim Gomes / O MINHO

A Polícia Judiciária crê ter desarticulado um grupo de mulheres que se dedicariam ao tráfico de droga para a Cadeia de Braga, tendo ficado esta terça-feira uma suspeita em prisão preventiva e outras duas com apresentações periódicas como medidas de coação.

A mulher, residente em Fafe, encontra-se desde esta noite no Estabelecimento Prisional Feminino de Santa Cruz do Bispo, em Matosinhos, segundo decisão do Tribunal de Instrução Criminal de Braga, após o primeiro interrogatório de ambas as arguidas.

Tal como O MINHO noticiou, já em primeira mão, em dezembro de 2022 foi detida uma cozinheira da Cadeia de Braga, tendo sido, esta terça-feira, a vez de duas companheiras de reclusos, residentes em Fafe e em Amares, serem o alvo de buscas e detenções.

À suspeita residente em Fafe, a Polícia Judiciária de Braga apreendeu “consideráveis” quantidades de cocaína, haxixe e liamba, segundo o comunicado da PJ, tratando-se da companheira de Eduardo, que se encontrava preso em Braga por tráfico de droga.

Já a segunda suspeita, companheira de Joel, também recluso, moradora em Amares, saiu esta terça-feira do Tribunal de Braga com apresentações periódicas, tal como sucedido com a agora ex-cozinheira, aquando da sua detenção, em dezembro de 2022.

“Com as ações agora desencadeadas, tendo a PJ detido em flagrante delito” uma das mulheres e cumprido mandado de detenção a outra mulher, “crê ter sido desarticulado o grupo criminoso investigado, indiciado por tráfico de estupefacientes agravado”.

A investigação visava um grupo de mulheres suspeitas de se dedicarem à aquisição e tráfico de estupefacientes, em parte para introduzirem no Estabelecimento Prisional de Braga, onde se encontravam recluídos familiares das agora detidas, refere a PJ.

A Polícia Judiciária de Braga destaca que a investigação, que levou à detenção em dezembro de 2022, da cozinheira da Cadeia de Braga, que na altura ficou com apresentações periódicas, teve a colaboração do próprio Estabelecimento Prisional de Braga.

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