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Covid-19: Mais 15 mortos, 1.876 infetados e 1.932 recuperados no país

Boletim diário da DGS

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Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO (Arquivo)

Portugal regista hoje mais 15 mortos e 1.876 novos casos de infeção por covid-19, em relação a segunda-feira, segundo o boletim epidemiológico diário da Direção-Geral da Saúde (DGS).


1.106 dos novos casos são no Norte.

De acordo com o boletim, desde o início da pandemia até hoje registam-se 103.736 casos de infeção confirmados e 2.213 mortes.

Há ainda 61.898 recuperados, mais 1.932 do que ontem.

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PS propõe aumentar em 100 euros limite até ao qual não se paga IRS

Orçamento do Estado para 2021

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Foto: Twitter / António Costa (Arquivo)

O valor do mínimo de existência, limite até ao qual não se paga IRS, deverá aumentar em 100 euros no próximo ano, segundo uma proposta de alteração do PS ao Orçamento do Estado para 2021 (OE2021) entregue hoje no parlamento.

“De forma a proteger o rendimento das famílias, no IRS a liquidar no ano de 2021, relativo aos rendimentos auferidos em 2020, ao valor a que se refere o n.º 1 do artigo 70.º do Código do IRS, acrescem excecionalmente 100 euros, retomando-se no IRS relativo ao ano de 2021, a aplicação da fórmula que consta do referido artigo”, lê-se na proposta dos socialistas.

O valor do mínimo de existência corresponde ao montante até ao qual os contribuintes não pagam IRS.

Segundo a lei, o valor do mínimo de existência corresponde a 14 vezes 1,5 Indexantes de Apoios Sociais (IAS), ou seja, a 9.215,08 euros.

No próximo ano, tendo em conta uma inflação negativa ou nula, o IAS deverá ficar congelado, o que significa que se se aplicasse a fórmula prevista na lei, o mínimo de existência não seria aumentado no próximo ano.

Hoje é último dia para os partidos entregarem propostas de alteração ao OE2021, sendo que até ao momento há mais de 1.500 propostas, segundo a página da Assembleia da República.

A votação final global do OE2021 está marcada para dia 26.

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PCP quer contribuição extraordinária sobre seguradoras a financiar SNS

Orçamento do Estado para 2021

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Foto: DR./ Arquivo

O PCP pretende que seja criada uma contribuição extraordinária sobre o setor segurador, a vigorar em 2021, para financiar a Saúde, de acordo com uma das propostas de alteração ao Orçamento do Estado que deram entrada hoje no parlamento.

“É criada uma contribuição extraordinária sobre o setor segurador, a vigorar em 2021, com o objetivo de reforçar os mecanismos de financiamento do serviço nacional de saúde”, pode ler-se na proposta do PCP para o Orçamento do Estado de 2021 (OE2021) que deu hoje entrada no parlamento.

De acordo com a modelação sugerida pelo PCP para a contribuição, ela deverá incidir “sobre a diferença entre os encargos resultantes dos sinistros reportados em 2020 e os resultantes de sinistros reportados em 2019”, com uma taxa aplicável entre 10% a 15% nesta incidência.

Segundo a proposta do PCP, a contribuição sugerida “não é considerada um encargo dedutível para efeitos da determinação do lucro tributável em IRC, mesmo quando contabilizado como gastos do período de tributação”.

A contribuição também “não pode ser repercutida nas margens obtidas pelos mediadores de seguros nem nos preços suportados pelos consumidores”, defendem os comunistas.

Na nota justificativa para a proposta, o partido de Jerónimo de Sousa afirma que devido ao confinamento e à redução da atividade económica, “o número de sinistros baixou substancialmente, o que levou a uma redução dos custos para as seguradoras, ao passo que os prémios de seguros pagos pelos consumidores se mantiveram inalterados”.

O PCP apresenta números da Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões (ASF) relativos ao primeiro semestre do ano, que dão conta que entre junho de 2019 e junho de 2020 “o rácio ‘Custos com Sinistros / Prémios Brutos Emitidos” reduziu 9 pontos percentuais (de 78,6% para 69,9%) no ramo acidentes de trabalho; reduziu 5 pontos percentuais (de 65,7% para 60,7%) no ramo doença; 9,5 pontos percentuais (de 71,5% para 62%) no ramo automóvel”.

“Os custos com sinistros no ramo automóvel reduziram-se cerca de 64 milhões de euros (9,6%); na modalidade acidentes de trabalho cerca de 24 milhões de euros (6,5%)”, e “os custos com sinistros no ramo Vida Não Ligados (excluindo PPR’s) reduziramse em mais de 600 milhões de euros (64%)”, cita ainda o PCP.

O partido lembra que “na resposta à situação pandémica, não é inédita a criação deste tipo de contribuições extraordinárias sobre um sector que manteve as receitas, mas viu os seus custos reduzirem-se”.

“Nada justifica que, perante uma crise económica e social como a que estamos a viver, se mantenham intocáveis os lucros acrescidos deste setor”, defendem os comunistas.

Hoje é último dia para os partidos entregarem propostas de alteração ao OE2021, sendo que até ao momento há mais de 1.500 propostas, segundo a página da Assembleia da República.

A votação final global do OE2021 está marcada para dia 26.

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Três terceiros prémios do Euromilhões saíram em Portugal

Jogos Santa Casa

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Foto: DR

Três dos terceiros prémios do Euromilhões desta sexta-feira saíram em Portugal. Os felizes contemplados, assim como outros 26 apostadores do estrangeiro, vão arrecadar 7.998,64 euros cada.

No sorteio desta sexta-feira não houve totalistas, engordando o jackpot para 74 milhões de euros, a sortear na próxima terça-feira.

Saíram quatro segundos prémios no valor de 222.454,15 euros a apostadores no estrangeiro.

É esta a chave do sorteio do Euromilhões desta sexta-feira, 13 de novembro: 1, 5, 17, 28 e 31 (números) e 1 e 10 (estrelas).

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