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Futebol

Conheça os convocados por Fernando Santos para os jogos frente a Luxemburgo e Ucrânia

Qualificação para o Euro2020

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Foto: FPF / Arquivo

Ruben Semedo foi hoje chamado pela primeira vez à seleção portuguesa de futebol, para os jogos frente a Luxemburgo e Ucrânia, de qualificação para o Euro2020, enquanto Ricardo Pereira, João Mário, Bruma e André Silva regressaram às opções do selecionador.


Fernando Santos promoveu a estreia do defesa central dos gregos do Olympiacos e os regressos do defesa Ricardo Pereira, do médio João Mário e dos avançados Bruma e André Silva, em detrimento de João Cancelo, Daniel Carriço, Renato Sanches, Podence e Diogo Jota.

O defesa Pepe também integra os eleitos do selecionador Fernando Santos, depois ter sido dispensado devido a lesão na dupla jornada anterior – na qual a seleção campeã europeia venceu na Sérvia (4-2) e na Lituânia (5-1) -, e substituído por Ferro.

O central do Benfica foi chamado pela primeira vez à equipa das ‘quinas’, mas não foi utilizado em Belgrado e em Vilnius, e ficou agora de fora da lista de Fernando Santos.

Mais uma vez com o capitão Cristiano Ronaldo entre os ‘eleitos’, a seleção portuguesa recebe o Luxemburgo em 11 de outubro, no Estádio José Alvalade, em Lisboa, e desloca-se a Kiev para defrontar três dias mais tarde a Ucrânia, líder destacada do agrupamento, com 13 pontos, mais cinco do que a equipa lusa.

Portugal ocupa o segundo lugar, com oito pontos, à frente da Sérvia (sete), Luxemburgo (quatro) e da lanterna-vermelha Lituânia (um), mas tem menos um jogo disputado do que todas as outras seleções do Grupo B de apuramento.

Em caso de vitória nos dois jogos, e se a Sérvia não vencer na Lituânia, em 14 de outubro, Portugal garante de imediato um lugar na fase final do próximo Europeu e mantém-se na luta pela vitória na ‘poule’ com a Ucrânia.

Lista dos 25 convocados:

– Guarda-redes: Beto (Goztepe, Tur), José Sá (Olympiacos, Gre) e Rui Patrício (Wolverhampton, Ing).

– Defesas: José Fonte (Lille, Fra), Mário Rui (Nápoles, Ita), Nelson Semedo (FC Barcelona, Esp), Raphael Guerreiro (Borussia Dortmund, Ale), Rúben Dias (Benfica), Ricardo Pereira (Leicester, Ing), Pepe (FC Porto) e Ruben Semedo (Olympiacos, Gre).

– Médios: Bruno Fernandes (Sporting), Danilo Pereira (FC Porto), João Moutinho (Wolverhampton, Ing), Pizzi (Benfica), Rúben Neves (Wolverhampton, Ing), William Carvalho (Betis, Esp) e João Mário (Lokomotiv Moscovo, Rus).

– Avançados: Bernardo Silva (Manchester City, Ing), Bruma (PSV Eindhoven, Hol), Gonçalo Guedes (Valência, Esp), Rafa (Benfica), João Félix (Atlético de Madrid, Esp), André Silva (Eintracht Frankfurt, Ale) e Cristiano Ronaldo (Juventus, Ita).

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Futebol

SC Braga de ‘olho’ nos 16 avos de final da Liga Europa

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Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO (Arquivo)

O Benfica, ao falhar a Liga dos Campeões, e o SC Braga, que teve entrada direta, são os únicos representantes portugueses na fase de grupos da Liga Europa em futebol, e ambos apontam aos 16 avos de final.

Os ‘encarnados’, que só tinham estado nesta fase da prova há 11 anos, em 2009/10, na primeira época de Jorge Jesus na Luz, compartem o Grupo E com Rangers, Standard Liège e Lech Poznan, enquanto os ‘arsenalistas’, na sexta, ficaram no Grupo G, juntamente com Leicester, AEK Atenas e Zorya.

O conjunto da Luz é candidato ao primeiro lugar, que disputará, tudo indica, com o ‘onze’ de Steven Gerrard, enquanto os comandados de Carlos Carvalhal partem do segundo lugar da ‘grelha’, atrás dos ingleses, que, esta época, já conseguiram, por exemplo, golear fora o Manchester City (5-2).

No primeiro ou segundo posto, os dois que valem o apuramento, as equipas lusas têm credenciais para seguir em frente, sobretudo o Benfica, que investiu fortemente no plantel, mas falhou o grande objetivo financeiro da época, a entrada na ‘Champions’.

A derrota por 2-1 no reduto do PAOK Salónica, de Abel Ferreira, que depois caiu perante o Krasnodar, relegou o Benfica para a segunda prova da UEFA, na qual não estava desde a época de estreia de Jesus, agora de regresso ao comando dos ‘encarnados’.

Em 2009/10, os ‘encarnados’ chegaram à fase de grupos via ‘play-off’ e venceram categoricamente o Grupo I, com cinco triunfos, dois deles face ao Everton (5-0 em casa e 2-0 fora), e um desaire, curiosamente no reduto do AEK Atenas.

Os ‘encarnados’, de Aimar, Saviola, Cardozo, Ramires, David Luiz ou Fábio Coentrão, ainda ultrapassaram os 16 avos de final (Hertha Berlim) e os ‘oitavos’ (Marselha), até caírem nos ‘quartos’, face ao Liverpool (2-1 em casa e 1-4 fora).

Depois dessa época, o Benfica disputou mais cinco vezes a Liga Europa, mas a partir dos 16 avos de final, sendo que, ainda com Jesus ao ‘leme’, foi finalista vencido em 2012/13 (1-2 com o Chelsea) e 2013/14 (2-4 nos pénaltis, após 0-0, com o Sevilha).

Neste regresso à fase de grupos, o Rangers, que a época passada se superiorizou ao FC Porto na fase de grupos (2-0 em casa e 1-1 no Dragão) e, depois, eliminou o Sporting de Braga nos 16 avos de final (3-2 em casa e 1-0 fora), é o perigo número 1.

Ainda sem qualquer derrota em 2020/21, o conjunto de Glasgow, liderado pela ‘lenda’ do Liverpool Steven Gerrard, que em 2009/10 ajudou a eliminar o Benfica, tem no avançado colombiano Alfredo Morelos a sua principal figura.

O Standard Liège, ao qual o Vitória SC se superiorizou na fase de grupos de 2019/20 (2-0 em casa e 1-1 fora) e o Lech Poznan não parecem ter potencial para seguir em frente.

Quanto ao SC Braga, é forte candidato a conseguir o apuramento, como fez em quatro das cinco presenças na fase de grupos: só falhou em 2016/17, num agrupamento com Shakhtar Donetsk, então de Paulo Fonseca, Gent e Konyaspor.

Pelo contrário, os ‘arsenalistas’ qualificaram-se em 2011/12, 2015/16, 2017/18 e 2019/20, isto já depois de, em 2010/11, provenientes da fase de grupos da ‘Champions’, terem chegado à final: perderam com o FC Porto (0-1), depois de afastarem o Benfica, de Jesus, nas meias-finais (1-2 fora e 1-0 em casa).

Já ‘calejado’ na prova (é o 18.º do ‘ranking’, que tem o Benfica em 10.º e o Sporting em quarto), o SC Braga não é, porém, o maior candidato a vencer o Grupo G, no qual ‘mora’ o categorizado Leicester, do lesionado Ricardo Pereira.

O conjunto comandado por Brendan Rodgers tem mostrado um forte coletivo na ‘Premier League’, suportado por grandes individualidades, casos de Jamie Vardy, James Maddison, Youri Tielemans, Timothy Castagne ou Kasper Schmeichel.

Para os ‘arsenalistas’, o perigo pode vir também do AEK Atenas, que conta no seu plantel com três jogadores lusos, casos de Hélder Lopes, André Simões e Nélson Oliveira, e do Zorya, que afastou os bracarenses no ‘play-off’ de 2018/19.

Por culpa da pandemia de covid-19, a fase de grupos da segundo competição da UEFA apenas arranca na quinta-feira, sendo que tudo se decidirá no espaço de oito semanas: três consecutivas, duas de interregno e mais três de ‘rajada’.

As datas são 22 de outubro (primeira jornada), 29 de outubro (segunda), 05 de novembro (terceira), 26 de novembro (quarta), 03 de dezembro (quinta) e 10 de dezembro (sexta e última).

Quanto ao formato, nenhuma alteração. A fase de grupos é composta por 12 grupos de quatro equipas, com as duas primeiras a seguirem para os 16 avos de final, juntamente com os terceiros classificados dos oito grupos da Liga dos Campeões.

A prova prossegue, depois, com os oitavos de final, quartos de final e final, marcada para 26 de maio, em Gdansk, na Polónia.

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Futebol

Líder Benfica vence em Vila do Conde

I Liga

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Foto: DR

O Benfica reforçou hoje a liderança da I Liga portuguesa de futebol, colocando-se cinco pontos à frente da concorrência, ao vencer fora o Rio Ave por 3-0, em encontro da quarta jornada.

O alemão Waldschmidt, aos seis e 45+4 minutos, para passar a contar quatro tentos na prova, e o brasileiro Gabriel, aos 84, selaram o quarto triunfo em quatro jogos, com 13-3 em golos, do ‘onze’ de Jorge Jesus.

Na classificação, os ‘encarnados’ somam 12 pontos, contra sete de FC Porto, Sporting (menos um jogo) e Santa Clara e seis do SC Braga, enquanto o Rio Ave, que sofreu a primeira derrota da época, manteve-se com três, agora no 15.º lugar.

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Futebol

“É um castigo demasiado severo perder a vitória nos últimos segundos do jogo”

João Pedro Sousa

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Foto: DR

Declarações no final do encontro Farense-Famalicão (3-3), da quarta ronda da I Liga portuguesa de futebol, disputado no Estádio Algarve:

– João Pedro Sousa (treinador do Famalicão): “Foi um jogo difícil, duro para nós.

Foi uma primeira parte muito complicada, com problemas que o Farense nos causou, mas também com problemas que impusemos a nós próprios, mostrando extremas dificuldades nos lances de bola parada. Uma equipa profissional não pode permitir que o adversário nos cause tanto dano. Fizeram dois golos e podiam ter feito mais. Não conseguimos dar resposta.

Mudámos ao intervalo três jogadores e retificámos alguns posicionamentos. Fomos mais rápidos, pressionantes e concentrados e acreditámos que o nosso jogo podia dar a volta ao resultado.

Virámos para 3-2, mas não conseguimos controlar o jogo. Não gerimos bem o jogo e, num lance rápido, nasceu uma situação de contra-ataque que resultou no 3-3.

Não podemos permitir que o adversário cause tanto dano em meros cantos, mas também é um castigo demasiado severo perder a vitória nos últimos segundos do jogo, num lance que nada fazia prever. O futebol é assim mesmo e o resultado acaba por ser justo. Foi um bom jogo de futebol”.

– Sérgio Vieira (treinador do Farense): “É um resultado que penaliza muito o momento que atravessamos. Em termos emocionais, o facto de querermos os três pontos mexeu emocionalmente com a equipa quando estava a ganhar 2-0. Em termos mentais, preferimos abdicar de ter o controlo do jogo. Temos capacidade para isso, mas o momento que atravessamos fez com que não fôssemos tão audazes.

Acaba por ser um resultado injusto. Face àquilo que conseguimos em relação a oportunidades, mesmo depois de termos sofrido o primeiro golo – tivemos várias oportunidades para dilatar o resultado -, temos de nos agarrar a este ponto e olhar para o futuro.

Foi muito demérito nosso termos perdido três pontos. Por termos abdicado do controlo e não termos matado o jogo com o 3-1. São falhas nossas que nos penalizam. Queríamos levar os três pontos e não só somar oportunidades perigosas.

O ponto conquistado foi de forma convincente. Precisávamos de pontuar e chegámos rapidamente à vantagem por questões estratégicas que preparámos com a análise do adversário, através de movimentações nossas e das bolas paradas.

Estrategicamente, fomos perfeitos e organizados. Mas somos penalizados pela nossa própria atitude de não mantermos a nossa identidade. Face ao momento e à posição da equipa na tabela, percebo que isso pode acontecer, mas temos de trabalhar mais para evitar isso”.

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