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Braga

Confirmada morte por estrangulamento de mulher em Vieira do Minho

Marido está detido desde o dia do crime, em março de 2019

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O Ministério Público de Guimarães enviou para o processo, e notificou o arguido, do resultado da autópsia feita ao cadáver da mulher que foi morta em março, em Salamonde, Vieira do Minho, por estrangulamento.

O relatório não estava pronto aquando da conclusão da acusação, o que levou João Magalhães, o advogado de defesa do alegado assassino a pedir, no requerimento de abertura de instrução, a nulidade da acusação por nela não constar o relatório da autópsia. Tese que vai manter, considerando que a entrega, agora, da autópsia ocorreu fora do prazo legal.

O Tribunal de Instrução de Braga começa, em novembro, a fase de instrução do processo em que Manuel António Monferreiro Fidalgo, de 45 anos, está acusado pelo Ministério Público (MP) de Guimarães de homicídio qualificado por ter matado, a 6 de março, a mulher, Ana Paula de Jesus Fernandes Fidalgo, por asfixia, em Salamonde, Vieira do Minho

Mulher assassinada pelo marido em Vieira do Minho

O juiz validou o pedido instrução do arguido, e ordenou a entrega à defesa dos documentos periciais em que a acusação se sustenta.

Conforme O MINHO já noticiou, o advogado, de Braga, sustenta que o MP acusou o arguido “sem ter qualquer meio probatório que esclareça as causas da morte, sendo, por isso, a acusação, infundada e vaga no que respeita ao material fáctico e causal, dada a notória insuficiência de prova indiciária”.

“E, por isso – acrescenta – a acusação viola os princípios da presunção da inocência e in dubio pro reu”.

O jurista sublinha que, na acusação, o MP diz que o relatório da autópsia será entregue posteriormente, o que, a suceder, não terá validade legal, precisamente porque a acusação já foi proferida.

Estrangulamento

O crime ocorreu a seis de março na residência do casal, um restaurante/hotel, estando o arguido, desde então, em prisão preventiva em Guimarães.

Prisão preventiva para suspeito de matar a mulher em Vieira do Minho

A acusação refere que, ao fim da tarde, o arguido chegou ao restaurante e encontrou, atrás do balcão, o alegado amante, um homem de nome Jorge que é testemunha no processo.

Pelas 20:00, numa discussão – na lavandaria – sobre as desavenças que mantinham por causa do homem, o arguido, desagradado, e com ciúmes, “colocou-lhe as mãos no pescoço, e apertou-o com força, impedindo-a de respirar. Até lhe tirar a vida”. O MP salienta que, “após o crime, abandonou o local de carro sem avisar”.

Minutos depois, – prossegue o MP – “a mãe da vítima pediu ao Jorge para ir à lavandaria, onde a encontrou inanimada, com hemorragias nas regiões orbitárias, e no pescoço, e com marcas de compressão. Morreu por asfixia mecânica”.

Suspeito de homicídio e mulher morta em Vieira do Minho deram entrevista à RTP em 2017

O alegado homicida, motorista de profissão e que se encontra em prisão preventiva casou com a vítima em agosto de 1998, e dela teve dois filhos.

Entregou-se pelas 22:00 na GNR de Braga, onde disse que não estava certo de a ter morto. O MP pede a “indignidade sucessória” do arguido, e requereu o arbitramento de uma quantia a título de reparação pelos prejuízos sofridos pelos familiares.

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Braga

Braga: Concurso de fotografia sobre o Bom Jesus com mais de 50 inscritos

Concurso Municipal de Fotografia

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Foto: Divulgação / CM Braga

O Bom Jesus do Monte – Património Mundial da Humanidade é o tema do XVI Concurso Municipal de Fotografia que se realiza nos próximos dias 13, 14 e 15 de dezembro, anunciou, esta terça-feira, a Câmara de Braga.

Organizado pela autarquia, o concurso conta com cerca de 50 inscritos que são desafiados a fotografar o Bom Jesus do Monte. O concurso conta com o apoio dos Transportes Urbanos de Braga e da Confraria do Bom Jesus que irão assegurar o transporte dos concorrentes, quer de autocarro, quer de funicular.

O concurso incluirá a habitual exposição pública, a inaugurar em fevereiro de 2020 na Fonte do Ídolo, e na qual estarão patentes os trabalhos premiados pelo júri, bem como uma fotografia de cada um dos concorrentes, nos termos do regulamento do concurso.

O tema proposto visa reconhecer e homenagear a atribuição do Santuário do Bom Jesus do Monte a Património Cultural Mundial da UNESCO, bem como “estimular o interesse, a sensibilidade dos concorrentes em particular e dos turistas e cidadãos em geral, no que respeita ao seu valor histórico, artístico, cultural, religioso e paisagístico”.

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Braga

Cervejeiros de Vila Verde lançam queijo de cabra maturado com cerveja

Cerveja Letra

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Foto: Divulgação / Cerveja Letra

É já sabido que a Cerveja Letra tem por hábito desenvolver cervejas com diferentes aromas e sabores, e muitas delas feitas em parceria com outras marcas. Desta vez a marca de cerveja minhota lança um queijo, mas não é um queijo qualquer, é um queijo 100% de cabra maturado com cerveja e revestido a lúpulo que é uma explosão de aromas e sabores.

Os engenheiros da cerveja, Francisco Pereira e Filipe Maceira, desafiaram a queijaria vila-verdense Lactimercados e desenvolveram, em conjunto, um queijo para os apreciadores de cerveja.

A ideia foi incorporar cerveja e a flor de lúpulo na formulação do produto. Foram realizados diversos ensaios e após 6 meses de investigação e desenvolvimento surge um queijo de cabra maturado com cerveja India Pale Ale – Letra F, conhecida por ser mais amarga e aromática.

O cervejeiro e sócio fundador da cerveja Letra, Filipe Macieira, afirma que “este queijo é por si só uma experiência sensorial única. Primeiro destaca-se pelo aspecto verde da sua casca devido ao uso da flor de lúpulo, e quando se abre a embalagem sente-se de imediato um intenso aroma frutado e floral do lúpulo”.

A marca refere que se trata de um produto único no país e, uma vez que só foram produzidos 200 quilogramas, o mesmo é muito exclusivo.

A Lactimercados é uma empresa sediada em Vila Verde que produz os queijos da marca Quinta dos Moinhos Novos, que venceu prémios de melhor queijo português de 2019, nas categorias de queijo de cabra de cura prolongada e queijo de mistura de cura normal respetivamente.

Francisco Pereira, sócio fundador, salienta que “a época natalícia é muito importante para a empresa, e o foco passa por apresentar aos clientes e adeptos da marca experiências de consumo únicas com diferentes produtos onde a cerveja é o ingrediente chave. Alguns destes produtos são únicos no país, ideias que trouxemos das nossas viagens pela Europa, como deste queijo de cabra com cerveja e lúpulo, as bolachas feitas com resíduos de malte cerveja, o Hoppy Gin (gin destilado da nossa IPA – LETRA F em parceria com a marca Valley Gin) e ainda um folar doce feito com a cerveja Oatmeal Stout – Letra C em parceria com a Casa do Folar Limiano de Ponte de Lima”.

A Letra quer estar presente neste Natal, seja à mesa da consoada ou por baixo do pinheiro como presente para oferecer a amigos ou familiares. Produtos que os adeptos e consumidores da marca poderão encontrar online ou nos espaços Letraria (Braga, Porto ou Vila Verde) ou nas diferentes lojas pop-up que a marca apresenta em centros comerciais da região (Braga Parque, MarShopping e Parque Nascente).

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Braga

Agente da Polícia Municipal de Braga agredida por mulher à porta do hospital

Após ordem de retirada de viatura

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Foto: DR / Arquivo

Uma agente da Polícia Municipal de Braga terá sofrido agressões, esta terça-feira, à porta do Hospital de Braga, avança o Jornal de Notícias.

De acordo com a mesma fonte, a agente terá sido agredida, por uma mulher, na sequência de uma ordem de trânsito.

A alegada agressora integrava um grupo, a quem foi ordenada a retirada de uma viatura na rotunda de acesso às visitas, ordem que não terá sido cumprida.

A vítima acabou por ser assistida nos serviços de urgência do hospital.

A PSP registou a ocorrência.

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