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Claudemir na Turquia

Assinou pelo Sivasspor

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Foto: Divulgação

O médio brasileiro Claudemir já não conta para Rúben Amorim. O ex-atleta do SC Braga, de 31 anos, anunciou este sábado que é reforço do Sivasspor, clube que lidera a liga turca.


Titular na época 2018/2019 sob os comandos de Abel Ferreira, cumpriu 38 jogos e marcou dois golos.

Com Sá Pinto, já nesta temporada, alinhou por cinco vezes na Liga: Foi titular nas três primeiras jornadas, vitória (3-1) na receção ao Moreirense, derrota (2-1) em Alvalade e empate (1-1) com o Gil Vicente.

Voltou a jogar na sexta jornada, mas foi substituído ao intervalo, no empate (2-2) caseiro do Braga frente ao Marítimo. Na jornada seguinte entrou aos 71 minutos, na vitória (1-0) em casa frente ao Portimonense.

Cumpriu 17 minutos na Taça da Liga, na vitória (2-1) frente ao Marítimo e fez o último jogo pelo Braga a 19 de outubro de 2019, na vitória (3-1) frente ao Leça, para a Taça de Portugal, jogando os 90 minutos.

O contrato com os turcos é válido para uma época e meia.

“Muito feliz por este novo desafio e motivos em poder jogar nesta grande equipa. Agradeço a todos pelo carinho e principalmente a Deus por me dar mais essa alegria”, escreveu na rede social Instagram.

Natural do estado da Baía, iniciou a carreira na formação do Palmeiras, imigrando para a Holanda aos 19 anos, o que lhe garantiu dupla nacionalidade, enquanto alinhou no Vitesse, por duas temporadas e meia, marcando dez golos em oitenta jogos.

Jogou ainda no Copenhaga FC (Dinamarca), durante quatro épocas e meia, três temporadas no Clube Bruge (Bélgica) e cumpriu uma temporada no Al-Ahli (Arábia Saudita), antes de rumar a Braga, em 2018.

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Liga feminina: SC Braga assume-se candidato e destaca Famalicão

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Foto: DR / Arquivo

O SC Braga assume que é uma das equipas na linha da frente para conquistar o título de futebol feminino, a par do Sporting e do Benfica, mas também do ‘novo’ Famalicão.

“Considero o Famalicão candidato a todos os títulos”, apontou o treinador bracarense, Miguel Santos, considerando que a primeira fase do ‘remodelado’ campeonato nacional terá o Braga e a equipa famalicense, treinada por João Marques, como favoritos.

O Nacional feminino terá 20 equipas e decorrerá em duas fases, a primeira com duas zonas (norte e sul), apurando-se as quatro primeiras classificadas de cada para a fase de apuramento de campeão, enquanto as 12 restantes discutem a manutenção/descida.

“Na primeira fase, Braga, Benfica, Sporting e Famalicão estão no lote para estarem nos quatro primeiros”, reiterou o técnico, que na sua zona, a norte, destacou também o Valadares Gaia, finalista vencido da Taça em 2018/19.

Para a primeira fase, que terá nove jornadas, com uma única volta, Miguel Santos, destaca as três equipas e admite que a luta pelo último lugar de apuramento na zona norte será alargado a Albergaria, Boavista, Gil Vicente, Fiães e Ovarense, “com o Cadima, mais atrás”.

O aumento de equipas é justificado com a necessidade da Federação Portuguesa de Futebol de “não travar o investimento” que alguns clubes fizeram e que a pandemia da covid-19, com a suspensão e cancelamento do anterior campeonato, veio complicar.

“A federação não vai manter este modelo, mas não quis travar o investimento feito pelos clubes. Será um modelo provisório”, adiantou o técnico, em relação a um campeonato alargado de clubes e que, a curto prazo, voltará a ser reduzido.

Em relação à época cancelada, em que o Braga, campeão de 2018/19, estava já a oito pontos de Benfica e Sporting, o treinador lembrou a ‘fatura paga’ com a sobrecarga de calendário, com Liga dos Campeões, Supertaça e Liga, entre agosto e setembro de 2019.

“Tivemos uma carga elevada de jogos, que nos custou seis pontos”, assinalou Miguel Santos.

Para esta época, o treinador viu saírem 11 jogadoras, entre as quais as internacionais portuguesas Rute Costa (Famalicão), Vanessa Marques (Ferencvaros) e Francisca Cardoso (Heerenveen), mas o clube foi ao ‘mercado’ e apostou em algumas jogadoras da formação.

“Temos a Beatriz Barbosa, a Eduarda Silva, a Maria Gaspar, a Luísa Pinheiro, a Nágela (central brasileira), a Jermaine (extremo sul-africana), a Myra (avançada norte-americana) e a Cindy Konig (avançada alemã)”, adiantou o treinador.

Um cenário que coloca o plantel bracarense, para já, com 22 jogadoras, numa época de especial preocupação devido à pandemia.

“A covid-19 é mais uma lesão, mas com maiores implicações, face ao contágio”, considerou Miguel Santos, lembrando que todo o grupo segue os protocolos recomendados pela Direção-Geral da Saúde e pelo clube.

O SC Braga inicia a época de 2020/21 ainda com as insígnias de campeão, depois de a última temporada ter sido cancelada, e na primeira jornada da zona norte recebe, no domingo, a Ovarense.

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Liga feminina: SC Braga entre os candidatos e Famalicão pode ser a surpresa

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Foto: SC Braga

Sporting, Benfica e SC Braga são os ‘suspeitos do costume’ na corrida ao título de futebol feminino, numa época 2020/21 ainda marcada pela pandemia de covid-19 e na qual o promovido Famalicão pode ser a surpresa.

Depois de ter sido cancelada a época anterior, devido à pandemia, quando o Benfica liderava, o campeonato feminino regressa para uma temporada diferente e reformulada, sem público nos estádios e com um substancial aumento do número de equipas.

O trio formado por ‘águias’, ‘leoas’ e ‘guerreiras’ parte na linha da frente entre as 20 equipas em luta: as 12 que se mantêm do anterior campeonato, mais oito provenientes de cada uma das séries do escalão inferior.

Outra novidade é a divisão numa primeira fase da Liga em zona norte e sul, de 10 equipas cada, que disputam até dezembro nove jornadas, a uma única volta, com as quatro primeiras de cada a apurarem-se para a fase de campeão, e as restantes 12 a discutirem a manutenção/descida.

Na zona sul, Benfica e Sporting têm algumas mudanças para a próxima época, com várias entradas e saídas, e plantéis mais curtos.

No Sporting, campeão em 2016/17 e 2017/18, as saídas das internacionais lusas Carole Costa (para o rival Benfica) e Diana Silva (Aston Villa) são de peso, mas também a da sueca Hannah Wilkinson (Djurgarden).

As ‘leoas’ acabaram por contratar a também internacional Mónica Mendes (AC Milan), na tentativa de colmatarem a saída de Carole, que, a par de Matilde Fidalgo (ex-Manchester City), é um dos nomes mais sonantes do Benfica para 2020/21.

Nas ‘águias’, o treinador Luís Andrade teve algumas saídas, a mais importante, talvez, a da lateral Yasmin, mas, além das contratações de Carole e Matilde Fidalgo, também apostou em subidas de juniores e nas entradas da centrocampista nigeriana Christy e da avançada holandesa Jolina, num ataque que continua a ter em Darlene a grande referência.

As ‘encarnadas’ vão procurar chegar aos troféus, depois de ‘sentirem’ que foram ‘travadas’ pela pandemia na temporada anterior, em que venceram a Supertaça, lideravam a Liga, com os mesmos pontos do Sporting e vantagem no confronto direto, eram semifinalistas da Taça de Portugal e finalistas da Taça da Liga, com o Braga.

Com Sporting e Benfica destacados em matéria de favoritismo, a zona sul conta ainda com o histórico Fófó (Futebol Benfica), com a avançada internacional portuguesa Edite Fernandes, de 40 anos, como figura de proa no campeão de 2015 e 2016.

Estoril Praia, Marítimo, A-dos-Francos, Atlético Ouriense, Torreense, Damaiense e Amora completam a zona sul.

A norte, o ‘reinado’ deverá na primeira fase pertencer ao Sporting de Braga, secundado pelo Famalicão, equipa com forte aposta em jogadoras experientes, e pelo Valadares Gaia, finalista vencido na Taça de Portugal de 2018/19.

Nas bracarenses, o treinador Miguel Santos perdeu três nomes de peso, a capitã e médio internacional Vanessa Marques, uma das melhores jogadoras portuguesas da atualidade, que assinou pelo Ferencváros, bem como as avançadas Francisca Cardoso (Heerenveen) e Uchendu (Linkopings).

Em contrapartida, a equipa viu chegar a defesa Nágela Oliveira, mas também a alemã Cindy Konig, a norte-americana Mira Delgadillo e a sul-africana Jermaine Seoposenwe, como reforços para o ataque.

Já o Famalicão, proveniente da II Liga, a entrada na elite foi acompanhada de apostas fortes, com a equipa a contar com a guarda-redes internacional Rute Costa (ex-Braga), as espanholas Mirón e Jesica Miras e a experiente Solange Carvalhas.

À frente das famalicenses estará, novamente, o treinador João Marques, responsável pelo lançamento do Braga ainda em 2016/17 e que em 2017/18 entrou também na estreia do Benfica no futebol feminino e levou a equipa à subida de divisão e à conquista da Taça de Portugal.

Na zona norte, a primeira fase contará também o histórico Boavista, campeão em 11 edições do campeonato, que chega da segunda divisão, o também antigo campeão Atlético Ouriense, a Ovarense, o Condeixa, o Fiães, o Gil Vicente e o Cadima.

A primeira jornada tem início no sábado, com o jogo antecipado entre Futebol Benfica e Damaiense, e prossegue com os restantes nove jogos no domingo, das zonas sul e norte.

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Futebol

SC Braga recebe Santa Clara à procura da primeira vitória no campeonato

I Liga

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Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO (Arquivo)

O SC Braga procura esta sexta-feira a primeira vitória na I liga de futebol de 2020/21, na segunda jornada, num jogo em que recebe na ‘Pedreira’ os açorianos do Santa Clara, que, na estreia, venceram em casa o Marítimo.

Os bracarenses não vão contar com o central Raul Silva, castigado com dois jogos, depois de expulso na derrota com o FC Porto (3-1), mas voltam a contar com Paulinho, que falhou, por lesão, a visita ao Dragão.

De fora, continuam Gaitán, reforço para esta época, e Rui Fonte, ainda a contas com lesões.

Do lado do Santa Clara, a equipa chega motivada pelo triunfo na estreia, com o Marítimo (2-0), e o treinador Daniel Ramos pediu um “pensamento coletivo” para um jogo que diz ser muito difícil, frente a um adversário ‘reforçado’ esta época.

O jogo em Braga tem início marcado para as 20:30 e marca o arranque de uma jornada que se prolonga até segunda-feira e que deverá ter a estreia de Sporting e Gil Vicente, que viram adiado o jogo entre ambos da primeira jornada, devido a casos de covid-19.

Os ‘leões’ visitam no domingo o Paços de Ferreira (18:30), enquanto o Gil Vicente recebe no mesmo dia o Portimonense (16:00).

Ainda na jornada, o campeão FC Porto disputa no sábado o dérbi portuense em casa do Boavista (21:00), já depois de o Benfica receber na Luz o Moreirense (18:30).

– Sexta-feira, 25 set:

SC Braga – Santa Clara, 20:30

– Sábado, 26 set:

Marítimo – Tondela, 15:30

Benfica – Moreirense, 18:30

Boavista – FC Porto, 21:00

– Domingo, 27 set:

Farense – Nacional, 15:30

Gil Vicente – Portimonense, 16:00

Paços de Ferreira – Sporting, 18:30

Rio Ave – Vitória SC, 21:00

– Segunda-feira, 28 set:

Belenenses SAD – Famalicão, 19:45

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