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Braga

Câmara de Vila Verde dá 50 mil euros para instalar centro social em antiga escola

Centro Social da Paróquia de Covas

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Projeto da obra. Foto: DR

A câmara de Vila Verde vai apoiar com 50 mil euros a obra de 400 mil euros para requalificar a antiga escola primária de Covas e ali instalar o Centro Social daquela freguesia, revelou hoje a autarquia.


Em resposta à Lusa, fonte daquela autarquia explicou ainda que o valor atribuído é “parte da componente não financiada” da obra, que conta com “algum” financiamento europeu mas “maioritariamente” com fundos próprios do Centro Social.

A autarquia, em comunicado publicado na sua página na internet, refere ainda que além daqueles 50 mil euros, cedeu o edifício, permitindo “o avanço do projeto e de uma candidatura a fundos comunitários de ampliação e de reabilitação do imóvel para o funcionamento de valência de cariz social com um impacto muito positivo na região”.

Segundo a câmara, “este investimento é mais uma importante resposta que está a ser dada nesta sensível área de intervenção, para apoiar idosos que necessitam de serviços de ação social eficientes e eficazes, no âmbito das atividades de apoio social para pessoas idosas sem alojamento que o Centro Social da Paróquia de Covas desenvolve na zona do Vade”.

A autarquia assinala ainda a “revitalização” dos antigos edifícios escolares.

“Depois de construídos modernos centros escolares que prestam a todas as crianças do concelho um serviço educativo de excelência, o município de Vila Verde, fruto de um frutuoso trabalho de parceria com as instituições locais e com as Juntas de Freguesia, tem vindo a colocar esse valioso património ao serviço do desenvolvimento local”, destaca.

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Braga

Chuva intensa entope túnel em Braga

Maximinos

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Foto: José Fischer Cruz

A chuva intensa levou ao entupimento, na manhã desta quarta-feira, o túnel da rua Santos da Cunha, em Maximinos, Braga.

Os Bombeiros Sapadores de Braga foram chamados às 08:55 e mobilizaram para o local três operacionais e uma viatura.

A situação ficou resolvida em menos de uma hora, sendo a normal circulação retomada às 09:45.

Além desta situação, os Sapadores intervieram, durante a manhã de hoje, em duas outras inundações: na Avenida General Carrilho da silva, em Tenões, e na Rua de S. Martinho, na freguesia da Sé.

Segundo fonte dos Bombeiros Sapadores, quando ocorrem estas primeiras chuvas mais intensas há sempre muito lixo que vai para as sarjetas, fazendo com que estas entupam.

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Braga

Universidade do Minho com 8 novos casos em 24 horas

Covid-19

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Foto: DR / Arquivo

A Universidade do Minho registava até às 24:00 de terça-feira, 47 casos de covid-19, o que significa um aumento de oito infeções em 24 horas.

Os número são divulgados no portal oficial da academia minhota através da página dedicada à doença.

A UMinho decidiu elaborar uma atualização diária dos novos casos de infeção através de um contador disponível no portal da academia. Também o reitor, Rui Vieira de Castro, irá fazer um balanço semanal sobre a evolução da pandemia na universidade.

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Braga

Grupo terrorista galego já teve casa florestal em Vieira do Minho

Resistência Galega quer a independência e o português como língua oficial

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Foto: Ilustrativa / DR

A Polícia Judiciária desativou, na segunda-feira, em Coimbra, uma base logística do grupo independentista Resistência Galega, onde apreendeu “um importante” espólio de material usado nas atividades da organização. Mas não é a primeira vez que a Resistência utiliza o território nacional: em setembro de 2006 foram descobertas 25 bombas artesanais numa casa florestal em Vieira do Minho.

Na ocasião, e em notícia elaborada pelo autor destas linhas, a Agência Lusa noticiava que a Polícia Judiciária do Porto estava a investigar eventuais ligações entre o grupo independentista “Resistência Galega” e cidadãos portugueses. Segundo uma fonte policial, além dos engenhos explosivos, a Guarda Nacional Republicana (GNR) local encontrou, na antiga casa florestal em Cantelães, alguns manuais para fabrico de bombas, escritos em português e em castelhano, bem como autocolantes do grupo independentista.

Os explosivos, que estavam prontos para serem detonados, encontravam-se no local há um mês, ou seja, desde agosto de 2006, segundo calculam as autoridades, que tentavam determinar se a casa foi ou não habitada no período antecedente.

PJ desmantela em Portugal base logística de grupo terrorista da Galiza

O achado, que foi investigado pelas Brigadas de Explosivos e de Combate ao Banditismo da PJ, foi inicialmente comunicado à GNR por um cidadão da zona, que dele teve conhecimento por vários jovens que estiveram na casa florestal.

A GNR comunicou depois a situação à Polícia Judiciária (PJ) de Braga, que entretanto transferiu a investigação para a delegação do Porto.

Uma fonte da Guardia Civil em Tui disse, na ocasião, que a atividade do grupo em Portugal era desconhecida, mas considerou “normal” o aparecimento de explosivos na casa de Vieira do Minho – a 40 quilómetros da fronteira luso-espanhola da Portela do Homem, na Serra do Gerês -, dado que “em Portugal é mais fácil adquirir explosivos do que em Espanha”.

Independência da Galiza

O grupo político “Resistência Galega”, que se manifestou pela primeira vez na Região Autónoma da Galiza, em Espanha, em 2005, defende a independência da região, não pondo de parte o uso da violência e de métodos terroristas para a atingir.

A polícia secreta espanhola, que está em contacto com a polícia portuguesa, segue, desde então, a atividade do grupo, nomeadamente após a publicação – durante a crise provocada pela maré negra do petroleiro “Prestige” – de um “Manifesto da Resistência Galega”.

O grupo reclamava, no documento, ataques feitos nos últimos anos contra instituições bancárias, bem como sabotagens e atentados, com petardos artesanais, contra obras públicas (principalmente autoestradas), camiões do Exército espanhol e sedes de partidos políticos.

Em julho de 2005, a Resistência colocou uma bomba numa caixa Multibanco em Santiago de Compostela, um ato que resultou na detenção de dois alegados membros do grupo.

Os seus membros são maioritariamente homens jovens, com idades até aos 30 anos, que reivindicam a independência da Galiza e o uso do português, falado e escrito, como língua natural.

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