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Barcelos

Câmara de Barcelos está a recrutar para 31 postos de trabalho

Emprego

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Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO (Arquivo)

A Câmara de Barcelos está a recrutar 30 assistentes operacionais e um técnico superior para contratos a termo resolutivo certo por 12 meses.


O município procura 10 jardineiros e 10 cantoneiros para exercerem funções na Divisão de Parques e Jardins e 10 operários para a Divisão de Serviços Urbanos.

Para estes postos da categoria de assistente operacional, é obrigatório o 4.º ano de escolaridade e o salário é de 645 euros.

Para a categoria de técnico superior, é pedida licenciatura na área da Engenharia Mecânica para exercer funções na Divisão de Gestão de Frota e Equipamentos.

O salário é de 1.205 euros.

As candidaturas podem ser feitas até 30 de setembro.

Mais informações sobre os procedimentos concursais podem ser consultadas na Bolsa de Emprego Público.

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Barcelos

Criança de 13 anos morre em escola de Barcelos

Arcozelo

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EB 2,3 Gonçalo Nunes. Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Uma menina de 13 anos morreu, ao final da manhã desta terça-feira, numa na EB 2,3 Gonçalo Nunes, em Arcozelo, Barcelos.

Ao que O MINHO apurou, a aluna estaria em aulas quando, subitamente, terá caído e entrou em paragem cardiorrespiratória.

A criança era da freguesia de Abade de Neiva e padecia de uma doença rara congénita.

O alerta foi dado às 12:08.

Prestaram socorro os Bombeiros de Barcelos com apoio da VMER de Barcelos.

No local está uma equipa de psicólogos do INEM bem como a PSP.

Notícia atualizada às 14h34 com mais informação.

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Barcelos

Trabalhadores das cantinas escolares de Barcelos manifestam-se em frente à Câmara

Contra precariedade dos contratos

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Foto: Imagem Porto Canal

Os trabalhadores das cantinas das escolas EB 2,3 e Secundárias de Barcelos fizeram hoje greve e manifestaram-se frente à Câmara local, num protesto relacionado sobretudo com os contratos a termo incerto impostos pela empresa concessionária do serviço de refeições.

“Trabalho nisto há 16 ou 17 anos, sempre numa incerteza muito grande, mas ao menos até aqui tínhamos contratos a termo certo, fossem de três meses ou nove meses. Este ano é para esquecer, a qualquer momento podemos ir para a rua”, criticou Maria Martins, que trabalha na cantina da Escola Secundária de Barcelos.

Sandra Santos, trabalhadora na cantina da Secundária Alcaides Faria, também não escondia a sua revolta pela “situação de incerteza” e de precariedade decorrente dos contratos a termo incerto.

“Fazem-se valer da covid-19 [para impor aqueles contratos], mas eu acho que é precisamente por estarmos na situação em que estamos, de verdadeira calamidade, que nos deviam dar mais estabilidade”, apontou.

Segundo Nuno Coelho, do Sindicato da Hotelaria do Norte, em causa estão 38 trabalhadores das nove escolas EB 2,3 e Secundárias do concelho de Barcelos, tendo a adesão à greve sido “praticamente de 100%”, pelo que “as cantinas estão fechadas”.

“Com estes contratos, a empresa [Uniself] pode despedir a qualquer momento. O que nós exigimos é que os contratos sejam, no mínimo, para o ano letivo inteiro”, referiu.

Disse ainda que o sindicato reivindica igualmente o aumento da carga horária para “pelo menos” 25 horas semanais, a contratação de todos os trabalhadores que trabalharam no ano letivo anterior, reposição de todos os direitos que vigoraram no ano letivo anterior e aumentos salariais “dignos e justos”.

O pagamento dos direitos dos trabalhadores decorrentes da cessação do contrato de trabalho do ano letivo anterior, que em alguns casos pode ascender a 500 euros, é outra das reivindicações.

O sindicato diz que a Câmara de Barcelos fez o concurso público para o pessoal das cantinas, mas “não teve em conta os direitos dos trabalhadores”, designadamente categorias, carga horária e rácios de pessoal.

Por isso, quer que a Câmara “não dê cobertura às ilegalidades da empresa e interceda na defesa” dos direitos dos trabalhadores.

Contactada pela Lusa, a Câmara de Barcelos já enjeitou responsabilidades, referindo que no caderno de encargos relativo ao concurso público de fornecimento de refeições escolares estão especificadas as obrigações contratuais por parte do adjudicatário, nomeadamente quanto à integral execução dos serviços e quanto aos recursos humanos necessários.

“Assim, compete à empresa Uniself S.A., vencedora do concurso público para fornecimento de refeições escolares, no cumprimento das obrigações a que está sujeita pelo caderno de encargos, responder a todas as questões relacionadas com os recursos humanos no âmbito do contrato em vigor”, acrescenta.

A Lusa contactou a Uniself, que remeteu para mais tarde eventuais declarações.

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Barcelos

JOM abre nova loja em Barcelos na quinta-feira

Economia

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Foto: Divulgação / JOM Barcelos

A JOM, cadeia portuguesa de artigos para o lar, abre a nova loja em Barcelos na próxima quinta-feira, 22 de outubro, que representa um investimento de três milhões de euros. A abertura ao público será às 10:00, seguindo as recomendações da Direção Geral de Saúde. E, para assinalar a data, a JOM realizará, de 22 a 26 de outubro, a promoção Oferta do Valor do IVA, válida em todas as lojas JOM e em jom.pt.

A nova loja, localizada na Rua Dr. Aires Duarte, em Arcozelo, tem uma área próxima dos 3.000 metros quadrados, que se estende ao longo de dois pisos e parques de estacionamento coberto e exterior gratuitos para os clientes.

Segunda a empresa, “trata-se de uma loja moderna, de proximidade, e com disposição para que o cliente vivencie uma experiência de compra ímpar, percorrendo todo o espaço e conhecendo a variedade de artigos” comercializados pela marca portuguesa.

A nova loja vem substituir a anterior localização no concelho barcelense, que era na freguesia de Adães, a cerca de seis quilómetros do centro da cidade.

Tendo nascido pela mãos do empresário vimaranense Joaquim Oliveira Mendes, a JOM comercializa produtos para o lar, como móveis, sofás, colchões, eletrodomésticos, decoração, têxteis e artigos de iluminação.

Nas mais de duas dezenas de lojas físicas em território nacional e na operação online, a empresa faturou mais de 45 milhões de euros em 2019.

A marca nacional tem como principal fornecedor a JOM Indústria, que produz mobiliário para ser comercializado nas lojas JOM.

JOM abre nova loja em Barcelos no fim do verão e aceita candidaturas

A JOM é uma empresa 100% portuguesa com mais de 20 anos no mercado que tem como base “um conceito diferente e inovador de reunir no mesmo espaço” vários artigos para o lar.

“Nas nossas lojas dispomos de um variado leque de móveis, sofás, eletrodomésticos, decoração, iluminação, utilidades e têxteis-lar. O nosso objetivo é oferecer uma variedade de soluções para diferentes gostos, estilos e tendências, desde as linhas mais modernas e de vanguarda, até aos clássicos e rústicos sempre intemporais”, descreve a empresa.

A JOM está representada em 23 cidades do país, entre as quais Viana do Castelo, Guimarães e Braga e aponta agora para Caldas da Rainha, onde irá abrir uma loja, em novembro deste ano, de modo a alargar a sua rede para 24 lojas.

Notícia atualizada às 11h07 com mais informação.

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