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Braga

Braga “varrida” por vaga de assaltos durante as últimas madrugadas

Polícia está atenta à situação

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Vários comerciantes e proprietários de viaturas particulares, no concelho de Braga, estão em alvoroço devido ao aumento de furtos registados durante as últimas madrugadas.

Ao que O MINHO apurou, o último assalto registou-se durante a madrugada desta terça-feira, a uma frutaria situada na Praça do Município, no coração da urbe bracarense. Mas este não é caso único no centro da cidade. Na madrugada de domingo, pelo menos outros dois estabelecimentos foram alvo dos “amigos do alheio”, havendo ainda registo de um assalto a um restaurante na freguesia de Tadim, na madrugada de segunda-feira, já fora da cidade.

Para além dos furtos a estabelecimentos, onde os bandidos utilizam ferramentas para estroncar as portas e furtar à discrição, há ainda registo de vários furtos de viaturas, com algumas a já terem sido recuperadas por elementos da Polícia de Segurança Pública (PSP) e da Guarda Nacional Republicana (GNR).

O MINHO sabe que estes dois órgãos de polícia criminal estão atentos às ações dos larápios, havendo já uma investigação conjunta para apurar a identidade dos meliantes. Equipas das duas esquadras da PSP e também da GNR de Braga têm estado bastante ativos no patrulhamento durante as últimas madrugadas, de forma a apanhar os presumíveis assaltantes em flagrante delito.

Na madrugada da passada segunda-feira, pelo menos três viaturas foram dadas como roubadas pelos respetivos proprietários, com queixas apresentadas nas forças policiais.

Há também registo de furtos no interior de viaturas, através da quebra de vidros, procedendo os meliantes ao roubo de autorrádios e outros objetos de valor que encontram dentro dos automóveis.

A GNR e a PSP, já por várias vezes, e no início do verão, lançam alerta à população para que não deixem objetos de valor à vista dentro das viaturas, caso estejam aparcadas em local público.

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Braga

Parafarmácia de Braga doa materiais aos lares de idosos

Covid-19

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Foto: O MINHO

Uma parafarmácia de Braga está a apoiar lares de idosos, com materiais de higiene e outros bens, devido “à responsabilidade social que é inerente para quem desempenha esta atividade”, tendo já auxiliado, a título gratuito, quatro instituições da cidade e dos arredores de Braga.

“Desde gel desinfetante, a máscaras, para funcionários, assim como luvas e produtos de lavagens, tenho disponibilizado, dentro das minhas possibilidades, mas se todos à medida das suas capacidades ajudarem, conseguiremos sem dúvida alguma vencer a pandemia”, disse esta quarta- feira a O MINHO o proprietário de A Botica da Saúde, na Rua Artur Garibaldi, sita na freguesia de Nogueira, à face da EN101, em Braga.

IVA zero

Adelino Veloso, responsável técnico com 48 anos de experiência na área, lamenta que o Governo “esteja a beneficiar do preço alto dos desinfetantes, bem como de outros artigos, quando deveria colocar o IVA mínimo ou nulo nesse tipo de produtos”.

“Só desse modo pode ajudar a combater a pandemia de covid-19, uma vez que todos os dias, aqui, constato haver pessoas que não têm dinheiro para adquirir o que precisam”, acrescenta.

Vendo ao preço que compro

“Nesta fase, eu como profissional, estou a fazer o melhor que sei e que posso, infelizmente pagamos alto e por isso temos de vender alto, não sendo por mim que há inflação, muitas vezes chego a vender ao preço que compro só para servir as pessoas, especialmente quem é cliente habitual ou aqueles que mais necessitam”, afirmou Adelino Veloso a O MINHO.

 

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Braga

Estrada que liga Braga a Famalicão com obras nos próximos meses

Em Celeirós

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Imagem via Google Maps

A Estrada Nacional 14, que liga Braga a Famalicão, vai sofrer condicionamentos no troço que atravessa a freguesia de Celeirós, por motivos de obras, anunciou hoje o município.

Em comunicado, a Câmara de Braga dá conta do reordenamento da travessia urbana realizada pela Infraestruturas de Portugal, com prazo de execução de três meses (90 dias)

A travessia em causa fica situada junto ao cemitério de Celeirós.

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Braga

Estudante de Braga recupera em casa à espera de “abraçar a família sem medo”

Covid-19

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Foto: Ilustrativa / DR

* Reportagem de Ana Cristina Gomes, da agência Lusa *

Sintomas ligeiros, quarentena em casa: Carolina, de 19 anos, diagnosticada com covid-19, está fechada no quarto há semanas, ainda não sabe quando pode sair, mas sabe que quer muito “abraçar a família sem medo”.

“Sinto-me presa. Sempre gostei de dividir o espaço de trabalho e o de descanso e agora o meu quarto é o sítio de tudo”, desabafa Carolina Assunção, estudante de Engenharia no Porto, residente em Braga, já sem sintomas mas “um bocado perdida” quanto à fase em que poderá concluir a quarentena, pois aguarda desde 23 de março, altura da confirmação da infeção, o telefonema do hospital que o delegado de saúde pública disse que ia chegar.

António Assunção, médico de 49 anos, pai de Carolina, considera “muito extraordinária” a situação vivida com a família, devido à ausência de contacto hospitalar.

“Só a consigo enquadrar, pensando que o hospital percebeu que os pais eram médicos e optou por não ligar. O delegado de saúde disse-lhe que ia ser contactada pelo hospital sobre o tratamento em casa, para aguardar orientações do hospital e o contacto nunca chegou”, observou, em declarações à Lusa.

Agora que passaram os sintomas (febre, cansaço, dor de cabeça, alterações do palato, dificuldades em engolir, garganta inflamada, ataques de tosse), a filha, Carolina, sente-se “muito perdida” sobre se terá de aguardar “mais uma/duas semanas ou um mês” para dar por concluída a quarentena.

A infeção, julga tê-la contraído enquanto participou na organização de um evento que juntou estudantes de engenharia de vários pontos da Europa na Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (FEUP).

“Voltei para casa, em Braga, quando a FEUP anunciou o cancelamento das aulas presenciais, a 11 de março. Os primeiros sintomas surgiram logo, mas era uma febre baixa. Depois foram piorando”, recorda.

Foi aí, ao “quinto dia de febre mais alta”, que os pais acharam que não seria uma virose e, após contactos infrutíferos com a linha Saúde 24, recorreram à linha de Apoio ao Médico e, apesar da ausência de ligação a um caso confirmado, conseguiram que a filha fosse testada.

Desde 22 de março que nunca mais ninguém da família saiu de casa.

Carolina continua com aulas na faculdade, à distância, mas enquanto esteve doente ficou “um bocado perdida”, na “fase pior nem conseguia pensar nisso”.

Confinada ao quarto, lê, fala ao telemóvel com os amigos, canta, faz alongamentos. “É uma rotina um bocado aborrecida”, desabafa.

Quando puder deixar as quatro paredes, “provavelmente” não vai poder sair de casa, mas finalmente poderá “abraçar os pais”.

Portugal registou hoje 187 mortes associadas à covid-19, mais 27 do que na terça-feira, e 8.251 infetados (mais 808), segundo o boletim epidemiológico divulgado pela Direção-Geral da Saúde (DGS). De acordo com dados da DGS, a grande maioria dos infetados (7.525) está a recuperar em casa, 726 (mais 99, +15,8%) estão internadas, 230 (mais 42, +22,3%) dos quais em Unidades de Cuidados Intensivos.

Detetado em dezembro de 2019, na China, o novo coronavírus já infetou perto de 866 mil pessoas em todo o mundo, das quais morreram mais de 43 mil.

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