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Braga

Braga: Ricardo Rio e Firmino Marques constituídos arguidos por causa de terrenos

Em causa está uma permuta dos terrenos do Parque Desportivo da Rodovia

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Foto: DR / Arquivo

Ricardo Rio e Firmino Marques fazem parte de um grupo de treze arguidos envolvidos numa permuta de terrenos do Parque Desportivo da Rodovia, segundo adianta o jornal diário i, revelando que a Polícia Judiciária (PJ) de Braga concluiu a investigação criminal há cerca de dois meses, estando já iminente a acusação do DIAP.

De acordo com aquele jornal, a acusação só ainda não foi deduzida porque o arguido Firmino Marques, que era até recentemente vice-presidente da Câmara Municipal de Braga, é candidato às eleições legislativas de 06 de outubro, não podendo por isso neste período ser alvo de procedimento criminal a não ser em caso de crime em flagrante delito.

O processo criminal terá sido inicialmente autuado como um eventual crime de corrupção, mas as investigações conduzidas por uma inspetora-chefe da Polícia Judiciária de Braga apontaram, ao invés, para alegados crimes de prevaricação e de participação económica em negócio, agravados para os arguidos por serem titulares de cargos políticos. Mas a última palavra da classificação jurídica caberá sempre ao Ministério Público.

A Procuradoria-Geral da República (PGR) confirma ao mesmo jornal a existência de um processo relacionado com a troca de terrenos entre a Câmara Municipal de Braga e uma empresa privada da cidade de Braga, a Onirodrigues, do Grupo Onires, que é liderada pelo empresário Manuel Rodrigues, vice-presidente do Sporting Clube de Braga e que foi sócio do universo empresarial Rodrigues & Névoa, já antes de ambos separarem os seus negócios.

Este é o primeiro processo criminal a incidir sobre os principais rostos da maioria do PSD na Câmara Municipal de Braga, decorridos cerca de seis anos correspondentes a mandato e meio do executivo liderado por Ricardo Rio, sucessor do socialista Mesquita Machado.

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Braga

Diretor do SIS em Braga: Europa “não está livre de um novo ataque terrorista de larga escala

Congresso internacional sobre “Prevenção, policiamento e segurança – Implicações nos direitos humanos”, promovido pela Escola de Direito da UMinho

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Foto: Facebook de Escola de Direito da Universidade do Minho

O diretor-geral do Serviço de Informações de Segurança (SIS), Adélio Neiva da Cruz, afirmou hoje, em Braga, que a Europa “não está livre de um novo ataque terrorista de larga escala”.

Neiva da Cruz alertou que a organização terrorista Estado Islâmico “continua a ser uma ameaça grave a curto e médio prazo”, apesar da morte do seu líder, Abu Bakr Al-Baghdadi, divulgada em outubro.

“Continuamos a avaliar que a Europa não está livre de um novo ataque de larga escala nem essa hipótese está sequer excluída”, vincou.

O diretor-geral do SIS falava na Universidade do Minho, durante um congresso internacional sobre “Prevenção, policiamento e segurança – Implicações nos direitos humanos”, promovido pela Escola de Direito daquela academia.

Admitindo que a “derrota territorial” e, sobretudo, a morte do seu líder significaram um “golpe significativo” para o Estado Islâmico, Neiva da Cruz frisou que não consubstanciam “o fim ou a derrota da organização”.

“A organização terrorista Estado Islâmico continua a ser uma ameaça grave a curto e médio prazo (…). Seria imprudente descansar”, referiu, sublinhando que a morte de Abu Bakr Al-Baghdadi “não terá impacto nos planos da organização para a Europa”.

No entanto, Neiva de Cruz considera que os estados estão hoje “coletivamente mais preparados do que nunca”, já que “aprenderam com os seus erros, colmataram as suas vulnerabilidades e de forma concertada e articulada gizaram mecanismos céleres e eficientes para detetar e reprimir a concretização de ameaças terroristas”.

Neiva da Cruz disse que, no espaço específico dos sistemas de informações de segurança interna, “a cooperação europeia assumiu patamares de confiança e partilha que no passado recente teriam sido considerados irrealistas e simplesmente impossíveis”.

No âmbito da cooperação nacional, Neiva da Cruz destacou que a “transfiguração e a severidade” da ameaça levaram a uma “mudança de mentalidades” e à adoção de estratégias e ferramentas que “reforçam a dependência recíproca” e que “robustecem a capacidade coletiva de identificar e reprimir as ameaças”.

Admitindo que Portugal ainda não tem todas aquelas ferramentas, adiantou que o esforço conjunto está já traduzido em “inúmeros casos concretos, longe dos holofotes do mediatismo, em que o pior cenário não se concretizou”.

“Estamos hoje mais fortes e inequivocamente mais preparados e mais capacitados para combater a ameaça terrorista que se desenha no futuro”, rematou.

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Braga

UMinho: Mais de 20 empresas participam no ‘Business Day’ da Escola de Economia e Gestão

No campus de Gualtar, em Braga

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Foto: DR / Arquivo

A Escola de Economia e Gestão (EEG) da Universidade do Minho (UMinho) promove, esta quarta-feira, dia 13, nos Complexo Pedagógicos I e II do campus de Gualtar, em Braga, o EEG Business Day. A nona edição conta com os testemunhos de representantes de várias empresas de sucesso e tem como objetivo o de .- diz a Reitoria – “aproximar os estudantes da EEG ao mercado de trabalho, alertando-os para as competências que lhes são requeridas”.

O programa começa às 10:00 horas com sessões paralelas a cargo de elementos das empresas Bosch, Banco Carregosa, Continental Mabor, Deloitte, dst group, EY, Grupo JP, inCentea, Infineon, Jerónimo Martins, KPMG, Primavera BSS, Prozis, PwC, Poveira e Sonae, e ainda com os responsáveis da StartupBraga, do INOV Contacto, da atividade IdeaLab, promovida pela TecMinho e da Câmara Municipal do Porto. Ao mesmo tempo estarão a decorrer speed interviews com responsáveis das empresas Hays, Labor Market e Randstad.

Mesa redonda

Na parte da tarde, às 14:30, decorre a sessão de abertura que conta com a intervenção do presidente da EEG, Francisco Veiga. Segue-se, às 14:45, a mesa redonda “Empresas, Cultura e Sociedade” que terá como intervenientes Francisca Abreu (Cities for Europe e Guimarães 2012
Capital Europeia da Cultura), José Teixeira (dst group), Manuel Curado (professor do Instituto de Letras e Ciências Humanas da UMinho) e Mário Sequeira (Galeria Mário Sequeira). A conversa terá a moderação de Carolina Machado (professora da EEG).

Segue-se às 16:30 a palestra “Alto rendimento, orientação para resultados e gestão emocional”, proferida por Jorge Braz, selecionador nacional de futsal que conquistou em 2018 o título de Campeão da Europa de Futsal.

O encerramento acontece pelas 17:30 com a intervenção do reitor da UMinho, Rui Vieira de Castro.

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Braga

Julgado por tentar alvejar homem, em Braga, após troca de mensagens nas redes sociais

Homicídio na forma tentada

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Foto: Ilustrativa / Arquivo

O Ministério Público acusou de um crime de homicídio, na forma tentada, um homem que em maio tentou alvejar um outro em Braga, na sequência de um confronto relacionado com umas mensagens trocadas entre ambos nas redes sociais.

Em nota hoje publicada na sua página da Internet, a Procuradoria-Geral Distrital do Porto refere que o Ministério Público considerou indiciado que o arguido só não disparou porque a arma encravou.

De acordo com a acusação, o arguido e a vítima combinaram encontrar-se em Braga, em 13 de maio de 2019, “para se confrontarem um com o outro por causa de umas mensagens trocadas entre ambos nas redes sociais”.

A acusação acrescenta que, por recearem que esse encontro pudesse degenerar em violência, ambos se fizeram acompanhar de conhecidos e que o arguido levou mesmo consigo uma pistola transformada de calibre 6.35 milímetros e um aerossol de defesa.

“O Ministério Público considerou indiciado que no decurso do encontro os dois se desentenderam e que depois de ter sido esbofeteado pelo outro indivíduo o arguido procurou alvejá-lo a tiro com a arma que portava, só não o logrando por esta ter encravado”, sublinha a nota.

O arguido está acusado da prática de um crime de homicídio na forma tentada, agravado pelo uso de arma, e de um crime de detenção de arma proibida.

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