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Braga

Braga: Empresa eleita dos melhores lugares para trabalhar está a recrutar 100 pessoas

Oportunidade

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Foto: DR / Arquivo

A multinacional francesa Webhelp, especializada em serviços de apoio ao cliente, está a recrutar para mais de 100 postos de trabalho no escritório em Braga, até ao final do ano, para responder ao rápido crescimento do negócio.


A empresa procura assistentes de apoio ao cliente, sobretudo de língua francesa, mas também são valorizados outros idiomas como inglês, alemão e espanhol.

O contact center de Braga existe há dois anos e meio e já emprega 400 trabalhadores. Pelo segundo ano consecutivo recebeu a distinção de Great Place to Work (Melhores Lugares para Trabalhar). Em 2020, está em 19.º lugar geral das melhores empresas para se trabalhar e em 8.º na categoria de entre 100 a 500 trabalhadores.

“A satisfação de ver o rápido crescimento da Webhelp Braga é enorme. Mesmo em tempos incertos para uma boa parte do tecido empresarial do país, a Webhelp continua de boa saúde e a contratar novos efetivos. É uma clara demonstração de confiança dos nossos clientes para com a empresa e a qualidade entregue pela mesma”, refere Carlos Moreira, CEO da Webhelp Portugal, citado em comunicado.

Os interessados podem candidatar-se através do site da empresa ou enviar o currículo para o e-mail [email protected]

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Braga

Póvoa de Lanhoso aprova orçamento de 19 milhões com voto contra da oposição

Preparação do documento foi “fortemente condicionada” pela pandemia

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Foto: CM Póvoa de Lanhoso (Arquivo)

A maioria PSD na câmara da Póvoa de Lanhoso aprovou hoje um orçamento de 19 milhões de euros que contempla uma redução de Imposto Municipal sobre Imóveis e cuja preparação foi “fortemente condicionada” pela atual pandemia.

O documento, a par das Grandes Opções do Plano, mereceram o voto contra da oposição socialista que acusa a maioria no executivo de seguir uma “estratégia claramente errada” e de “falta de soluções” de ajuda para a população dentro do quadro da pandemia causada pelo novo coronavírus e aponta a o aumento “brutal e insustentável” das despesas correntes, como por exemplo despesas com pessoal e serviços.

Para 2021, em comunicado, a maioria destacou “a diminuição do IMI, o aumento das transferências para as freguesias, a conclusão dos protocolos de Delegação de Competências nas Juntas de Freguesia e a continuação da requalificação dos equipamentos municipais” como opções que “vão marcar” o próximo ano.

No que se refere à redução do IMI, está prevista uma redução de 0.01%, fixando a taxa em 0.32%, “assumindo-se ainda não aumentar as restantes taxas e tarifas municipais”.

Quanto ao aumento das transferências para as freguesias, os acordos de execução serão aumentados em 20% comparativamente com o mandato anterior, o que significa que, em 2021, haverá um aumento global de 50%, “representando um salto significativo na autonomia financeira” das Juntas de Freguesia.

Além de várias obras de requalificação dos equipamentos municipais, “com forte componente de valorização energética”, aponta o texto, 2021 “ficará ainda marcado pela manutenção do apoio à economia local, fixando as empresas e atraindo novos investimentos e pela manutenção das medidas de apoio social e de incentivo à natalidade”.

Em declarações à Lusa, o líder da oposição no executivo, o socialista Frederico Castro, explicou o voto contra apontando o “aumento sistemático” de despesa: “Em 2019 era de 56%, em 2020 67% e para 2021 está previsto 73%. Do ponto de vista da gestão é desastroso, cada vez mais despesa corrente”.

“Em dois anos é um aumento brutal e insustentável”, afirmou.

Francisco Castro referiu ainda que “se é verdade que cumpriram a promessa de reduzir o IMI, a redução podia ser maior”.

“Mas o nosso principal reparo vai para a falta de soluções e para a estratégia claramente errada no que toca à ação social, principalmente num ano fortemente marcado pelas consequências da pandemia”, ressalvou.

“Este orçamento vai viver de mais impostos, mesmo diminuindo o IMI a autarquia prevê arrecadar mais dinheiro em impostos. Dá com uma mão e tira com duas”, disse.

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Braga

Braga aprova orçamento de 133 milhões com votos contra da oposição

Mais 13 milhões do em 2020

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Foto: Município de Braga / Arquivo

A Câmara de Braga aprovou hoje o Orçamento para 2021, no valor de 133 milhões de euros, com os votos contra da oposição PS e CDU, que aludiu a um documento “absolutamente eleitoralista”.

O orçamento é superior em 13 milhões de euros ao de 2020, um crescimento justificado pelo presidente da Câmara, Ricardo Rio, eleito pela coligação PSD/CDS/PPM, com um empréstimo bancário de 12 milhões de euros que vai ser contraído.

“É um orçamento absolutamente eleitoralista, que se pendura num empréstimo de 12 milhões de euros”, criticou o PS, pela voz do vereador Artur Feio.

Por sua vez, o vereador da CDU, Carlos Almeida, referiu tratar-se de um orçamento “de continuidade, de final de mandato, com projetos e obras que se arrastaram no tempo e cuja concretização se prevê agora em ano eleitoral”.

“Esta é uma estratégia de que nos distanciamos”, sublinhou.

O presidente da Câmara contrapôs que a acusação de eleitoralismo acaba por ser “um grande elogio” ao orçamento.

“É sinal que corresponde às expectativas dos eleitores”, afirmou Ricardo Rio.

O PS manifestou ainda “muita preocupação” pelo “aumento considerável”, de 34%, da dívida a médio e longo prazo.

Rio respondeu que o aumento da dívida a médio e longo prazo não o preocupa.

“Esse aumento é consciente”, referiu Ricardo Rio, sublinhando que o importante é que o investimento seja “reprodutivo e premente”.

A CDU também apontou o aumento da dívida, em cerca de 10 milhões de euros, como “nota negativa” do documento.

Por contraponto, destacou que em 2021, pela primeira vez desde que Rio assumiu a liderança do município, está prevista uma redução da receita de impostos, nomeadamente por força da descida do imposto municipal sobre imóveis (IMI).

Para a CDU, este era um caminho “que já devia ter começado a ser seguido mais cedo”.

A descida da receita dos impostos decorre também do arrefecimento da atividade empresarial provocado pela pandemia de covid-19 e a consequente diminuição das verbas da derrama.

Ricardo Rio assumiu que este é, “naturalmente”, um orçamento de continuidade, que vem “rematar o trabalho desenvolvido ao longo do mandato”, cumprindo assim o compromisso assumido com o concelho.

Para a maioria, o orçamento para 2021 encontra-se “claramente sustentado e ou condicionado” por nove pressupostos, entre os quais a redução da previsão dos impostos diretos e indiretos em 1,4 milhões de euros, e a manutenção das dotações destinadas à concretização das competências e investimentos nas freguesias, no valor de 8,6 milhões de euros.

O incremento dos recursos destinados a financiar as despesas com o pessoal e a preservação do esforço orçamental de locação de três milhões de euros para o pagamento das sentenças no âmbito da construção do estádio para o Euro 2004 são outros dos pressupostos.

O documento assenta ainda na consolidação do plano de investimento municipal, que se traduza “efetivamente” na racionalização dos recursos e na resposta a necessidades consideradas prioritárias tendentes à dinamização da economia local.

Para 2021, o investimento preconizado ultrapassa os 35 milhões de euros.

A maioria aponta ainda o reforço da dotação destinada a financiar o apoio à habitação, RADA, passando a totalizar 800 mil euros, o aumento das dotações destinadas ao combate à pandemia de covid-19 (mais um milhão de euros), a assunção do compromisso intermunicipal de apoiar a Rede Especial de Transportes, no âmbito da CIM Cávado (400 mil euros).

O último pressuposto é a manutenção das dotações destinadas a financiar as aquisições de bens e serviços e transferências, tendentes à prossecução da atividade municipal, bem como, na concretização do plano de ação de combate à pandemia, consubstanciando-se, entre outras ações, na manutenção dos contratos-programa estabelecidos com as empresas municipais, coletividades e instituições desportivas e culturais.

O executivo da Câmara de Braga é constituído por sete elementos da coligação PSD/CDS/PPM, três do PS e um da CDU.

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Braga

Mulher atingida a tiro de caçadeira pelo marido em Braga

Violência doméstica

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Foto: Ilustrativa / DR

Uma mulher de 47 anos foi baleada pelo marido ao final da manhã desta segunda-feira, no Bairro de Santa Tecla, Braga. A vítima foi atingida numa perna e foi transportada para o Hospital de Braga em estado grave, apurou O MINHO junto de fonte dos bombeiros.

O alerta foi dado às 12:14.

O tiro de caçadeira terá sido efetuado de muito perto, daí a gravidade dos ferimentos. A vítima estava consciente.

O suspeito é um ex-recluso, com cerca de 50 anos, que teria saído há alguns meses da prisão. Encontra-se em fuga.

No local ficaram os invólucros e a caçadeira.

Os Bombeiros Voluntários de Braga mobilizaram para o local dois operacionais e uma viatura.

A VMER de Braga também esteve no local.

A PSP já esteve no local a fazer diligências, mas por se tratar de um crime com arma de fogo a investigação será agora entregue à Polícia Judiciária.

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