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Braga

Braga: Concurso de fotografia sobre o Bom Jesus com mais de 50 inscritos

Concurso Municipal de Fotografia

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Foto: Divulgação / CM Braga

O Bom Jesus do Monte – Património Mundial da Humanidade é o tema do XVI Concurso Municipal de Fotografia que se realiza nos próximos dias 13, 14 e 15 de dezembro, anunciou, esta terça-feira, a Câmara de Braga.


Organizado pela autarquia, o concurso conta com cerca de 50 inscritos que são desafiados a fotografar o Bom Jesus do Monte. O concurso conta com o apoio dos Transportes Urbanos de Braga e da Confraria do Bom Jesus que irão assegurar o transporte dos concorrentes, quer de autocarro, quer de funicular.

O concurso incluirá a habitual exposição pública, a inaugurar em fevereiro de 2020 na Fonte do Ídolo, e na qual estarão patentes os trabalhos premiados pelo júri, bem como uma fotografia de cada um dos concorrentes, nos termos do regulamento do concurso.

O tema proposto visa reconhecer e homenagear a atribuição do Santuário do Bom Jesus do Monte a Património Cultural Mundial da UNESCO, bem como “estimular o interesse, a sensibilidade dos concorrentes em particular e dos turistas e cidadãos em geral, no que respeita ao seu valor histórico, artístico, cultural, religioso e paisagístico”.

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Braga

Vila Verde aposta na leitura em rede

Casa do Conhecimento

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Foto: DR

A Comunidade de Leitores da Rede de Casas do Conhecimento regressa em setembro com uma sessão em Vila Verde, com o objetivo de “promoção da leitura ao longo da vida, tornando-a numa atividade de caráter social e comunicacional”.

Na página de uma rede social, a Câmara Municipal de Vila Verde explica que, para aquela que será a 3.ª edição da iniciativa, foram escolhidas seis obras de autores nacionais e estrangeiros, do ensaio ao romance, “procurando ir ao encontro dos interesses de um público heterogéneo, levando ao despertar de emoções, motivações, visões e conceções muito distintas, que constituem a base de partilha destas nossas sessões, promovendo conhecimentos variados”.

A iniciativa tem como principais objetivos “a promoção da leitura ao longo da vida, tornando-a numa atividade de caráter social e comunicacional, que motive a partilha de conhecimento, reflexões e inquietações a partir de uma experiência de Leitura, contribuindo para a nossa formação enquanto cidadãos ativos, capazes de questionar o mundo e agir sobre ele”, aponta o texto.

Aquela comunidade é organizada pela Casa do Conhecimento e os Serviços de Documentação da Universidade do Minho, em colaboração com as Casas do Conhecimento dos Municípios de Boticas, Montalegre, Paredes de Coura e Vila Verde, sendo os encontros mensais todas as terceiras quartas-feiras de cada mês, das 17.30 às 19.00, de forma presencial e à distância por web conference.

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Braga

Homem atingido por árvore em Vieira do Minho

Acidente de trabalho

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Foto: O MINHO (Arquivo)

Um homem de 50 anos sofreu ferimentos ao ser atingido por uma árvore que estava a cortar, ao início da tarde desta quarta-feira, em Vieira do Minho.

O incidente ocorreu no lugar do Outeiro, freguesia de Tabuaças, quando o homem procedia ao abate de uma árvore em zona florestal.

A árvore caiu e atingiu a vítima na zona do tórax, disse a O MINHO fonte dos bombeiros.

Oito elementos dos Bombeiros de Vieira do Minho, apoiados por duas viaturas, estiveram no local para prestar primeira assistência à vítima.

A equipa médica da VMER de Braga avaliou os ferimentos e considerou a vítima como um “ferido ligeiro”.

O homem foi transportado para o Hospital de Braga pelos bombeiros vieirenses.

A GNR registou a ocorrência.

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Braga

EDP obrigada a desviar linhas e a indemnizar moradores em Braga

Justiça

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Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

A EDP foi condenada a 15 mil euros de indemnização a cada um dos três moradores queixosos e a desviar as linhas de condução de energia elétrica de cima das casas, na zona do loteamento das chamadas Sete Fontes, em Braga, avança o Jornal de Notícias (JN).

A decisão do Tribunal Administrativo de Braga, confirmada pelo Central do Porto no ano passado, deu como provado que as linhas de alta tensão emitiam um ruído – do tipo zumbido – que não deixava os moradores em paz, não os deixando dormir à noite. “Ainda hoje há três pessoas com distúrbios do sono e outros”, realça o advogado José Carvalho Araújo.

A decisão judicial tem, ainda, em conta o prejuízo causado em termos de valor das casas, que se desvalorizaram pelo facto de terem os cabos de energia a poucos metros dos telhados.

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

A EDP garantiu que irá dar seguimento ao decretado pelo Tribunal, procedendo ao pagamento das indemnizações aos três casais queixosos.

“No que respeita ao pedido de retirada das linhas, o cumprimento da execução da sentença não depende exclusivamente de ações da EDP Distribuição, tendo já sido iniciados os trabalhos para estudar e analisar do ponto vista técnico os trabalhos a serem desenvolvidos”, acrescenta a EDP, que terá de encontrar terrenos para colocar os postes e obter licenciamento camarário.

A empresa elétrica sublinha, ainda, que “tem mantido contacto com o advogado dos autores, tendo já recebido os dados necessários para dar cumprimento ao pagamento, situação à qual dará seguimento com brevidade”.

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Por sua vez, o advogado acusa a EDP de ter recorrido a “manobras dilatórias” para atrasar a execução da sentença: “Perderam duas vezes e ainda recorreram para o Supremo, onde o recurso nem sequer foi admitido. Agora, andam a dizer que pagam, pediram em junho os dados bancários para fazerem a transferência, mas nada fizeram”.

Os moradores, acrescenta o advogado, querem que a EDP também retire os cabos elétricos, de forma a que o problema do ruído deixe de os importunar.

“Se a EDP não cumprir, em setembro peço ao Tribunal que execute a sentença”, remata.

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