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Braga

Braga adere à iniciativa global das Nações Unidas para a qualidade do ar

Resposta ao desafio lançado

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Foto: CM/Braga

O Município de Braga dá nota esta quarta-feira a informar que expressou o seu compromisso em alinhar as suas políticas à iniciativa “Clean Air Initiative” após convite feito pelas Nações Unidas, pela Organização Mundial da Saúde (OMS), pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (ONU Ambiente) e pela Coalizão Clima e Ar Limpo.

A iniciativa insta os governos locais a comprometerem-se em alinhar as políticas de mudança climática e poluição do ar até 2030.

Como resposta ao desafio lançado, o Município de Braga está a fornecer o seu contributo através de um conjunto de projectos em curso para melhorar a vida local, apoiada numa avaliação quantitativa das melhorias em saúde pública que podem ser esperadas com a realização dessas intervenções.

Para tal contaram projectos como a estratégia de Adaptação às Alterações Climáticas que está a ser implementada e que conta já com 70% da sua concretização; o projecto BUILD – Um Laboratório Vivo de Descarbonização, que promove o desenvolvimento, validação e teste de novas tecnologias e serviços, com o objectivo de reduzir as emissões de gases de efeito estufa e a pegada de carbono das actividades e serviços da região ou até o Plano Estratégico para o Desenvolvimento Sustentável que, ainda em estado embrionário, irá permitir orientar todas as actividades do Município para a concretização dos Objectivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações, onde irão constar medidas especificas para a qualidade do ar.

Segundo a OMS, a cada ano a poluição do ar causa 7 milhões de mortes prematuras, das quais 600 mil são crianças. De acordo com o Banco Mundial, a poluição do ar custa à economia global 5 biliões de euros em prejuízos sociais e, nos 15 países com as maiores emissões de gases de efeito estufa, estima-se que os impactos da poluição do ar na saúde custem mais de 4% do PIB.

No entanto, o cumprimento do Acordo de Paris sobre mudanças climática poderá salvar mais de 1 milhão de vidas por ano até 2050 e gerar benefícios de saúde no valor de 54 biliões de euros – cerca do dobro dos custos de mitigação – apenas com a redução da poluição do ar.

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Braga

Gerente de empresa de Braga acusado de dissipar património para não pagar a credores

Procuradoria-Geral do Porto

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Foto: Ilustrativa / Arquivo

O Ministério Público acusou de insolvência dolosa a gerente de uma sociedade com sede em Braga por dissipação de património que deveria servir para pagar aos credores, anunciou esta sexta-feira a Procuradoria-Geral Distrital do Porto.

Em nota publicada na sua página, aquela procuradoria refere que, segundo a acusação, a sociedade da arguida foi declarada insolvente, por sentença transitada em julgado em 11 de julho de 2016, proferida em processo que correu no Juízo do Comércio de Vila Nova de Famalicão.

Nesse processo, apesar do reconhecimento de créditos no montante de quase 42 mil euros, não foram apreendidos bens suficientes para pagamento dos créditos reconhecidos.

O Ministério Público considerou indiciado que em 2014 a sociedade tinha em caixa a quantia de 17.587 euros e possuía três veículos automóveis, “mas a arguida deu à quantia em causa destino não apurado, retirando-a da disponibilidade da sociedade”.

Além disso, vendeu, em fevereiro, julho e agosto de 2014, os veículos automóveis, dando ao provento das vendas destino igualmente não apurado, “não o integrando no património da sociedade, com o intuito de subtrair tais bens aos credores e de os impedir de com eles satisfazerem os seus créditos”.

O Ministério Público promoveu que a arguida seja condenada a pagar ao Estado o montante de 19.720 euros, que entendeu corresponder à vantagem da atividade criminosa que desenvolveu.

Isto sem prejuízo dos direitos que venham a ser reconhecidos a lesados no âmbito de pedido de indemnização civil.

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Braga

Suspeito de abusar de enteadas detido pela PJ em Vila Verde

Abuso sexual de criança

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Foto: Ilustrativa / Arquivo

A Polícia Judiciária (PJ) de Braga anunciou hoje a detenção de um homem de 48 anos, residente em Vila Verde, por alegado abuso sexual de duas enteadas desde 2015 até à atualidade.

Em comunicado, a PJ refere que o homem foi detido fora de flagrante delito e é “suspeito da eventual prática de vários crimes de abuso sexual de crianças”.

O detido vai ser presente a tribunal para primeiro interrogatório judicial e aplicação das medidas de coação.

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Braga

Braga vai investir 617 mil euros no Theatro Circo – e 400 mil são para o modernizar

Ao longo dos próximos quatro anos

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Foto: DR / Arquivo

O Theatro Circo, em Braga, vai investir 617 mil euros ao longo dos próximos quatro anos, sendo a maior fatia, de cerca de 400 mil euros, destinada a equipamentos, disse hoje a administradora à Lusa.

Segundo Cláudia Leite, em causa está aquisição de novos equipamentos de luz, som e projeção, além da renovação de toda a maquinaria de cena.

“O Theatro já reabriu há bastante tempo [em 2006, após profundas obras de remodelação] e já se justifica o reinvestimento na modernização dos equipamentos”, referiu.

Em termos estruturais, terão também lugar obras de ampliação dos espaços de trabalho, uma necessidade já identificada há meia dúzia de anos.

“As equipas têm vindo a crescer e os espaços de trabalho já não são adequados. Hoje em dia, há equipas de teatro a trabalhar em espaços improvisados e de passagem. A ideia é termos escritórios condignos para todas as equipas”, disse ainda Cláudia Leite.

A responsável adiantou que haverá a preocupação de as intervenções causarem “o menor impacto possível” na atividade normal do teatro.

Uma parte das equipas vai trabalhar provisoriamente no edifício gnration, mas o teatro tentará manter a programação normal.

“Temos uma função de serviço público que não pode ser, nem será, descurada, prejudicada ou interrompida”, vincou a administradora.

O Theatro Circo foi inaugurado em 21 de abril de 1915.

Em 1986, a Companhia de Teatro de Braga tornou-se a estrutura residente do Theatro Circo e, para além de assegurar produção teatral própria, também assumiu responsabilidades na programação artística.

Um ano depois, a Câmara Municipal de Braga adquiriu a quase totalidade do capital acionista do Theatro.

Em 1999, teve início o processo de remodelação do edifício, que foi submetido a profundas obras de restauro e requalificação, ao abrigo de um protocolo estabelecido entre a Câmara de Braga e o Ministério da Cultura.

A requalificação incluiu o restauro de todo o imóvel, com “total respeito” pela sua arquitetura e o reforço e a consolidação da estrutura e sua segurança.

Segundo o ‘site’ do Theatro, o objetivo foi a reconversão do “num grande complexo cultural, capacitado com a mais atual e completa tecnologia cénica e sonora, capaz de responder às necessidades da arte contemporânea nas suas mais variadas dimensões”.

Para além da sala principal, com lotação de 897 lugares, o equipamento foi complementado com duas novas salas: um pequeno auditório com 236 lugares e uma sala de ensaios.

Foi ainda aumentada a sua capacidade nas zonas de apoio, com a dotação de novos camarins e armazéns.

A requalificação incluiu também a reposição da traça original do salão nobre, libertando-o das alterações que foi sofrendo ao longo dos anos.

O teatro reabriu em 27 de outubro de 2006.

Dois anos depois, o município adquiriu as restantes ações e tornou-se detentor de 100% do capital da empresa.

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