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Alto Minho

BE defende contratação imediata de profissionais de radiologia em Viana do Castelo

Política

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Foto: DR / Arquivo

O deputado do Bloco de Esquerda (BE) Moisés Ferreira defendeu hoje, em Viana do Castelo, a contratação de profissionais de saúde para o serviço de imagiologia da Unidade Local de Saúde do Alto Minho, concessionado desde 2004.


“O Bloco de Esquerda vai endereçar ao Ministério da Saúde uma proposta de contratação imediata de médicos radiologistas que já disseram à administração da ULSAM que têm disponibilidade para serem contratados, e também proporemos a contratação dos técnicos superiores de diagnóstico e terapêutica que, neste momento, estão subcontratados pela empresa que tem a concessão do serviço”, afirmou hoje à agência Lusa Moisés Ferreira.

Contactado pela Lusa, no final de uma reunião que manteve hoje com a administração da Unidade Local de Saúde do Alto Minho (ULSAM), o deputado do Bloco disse que “pelo menos cinco médicos radiologistas poderão integrar o serviço, sendo que três já escreveram à administração daquela estrutura a manifestar disponibilizada de contratação”.

Sobre os técnicos superiores de diagnóstico e terapêutica que atualmente trabalham para a empresa que detém a concessão daquele serviço, Moisés Ferreira disse que “ganham muito mal porque a empresa paga muito abaixo do valor pago pelo SNS e que ainda levam menos rendimento para casa porque são recibos verdes”.

Catarina Martins defende integração de técnicos de radiologia do hospital de Viana no SNS

“Neste momento existem três médicos radiologistas que já manifestaram à administração da ULSAM a disponibilidade para serem contratados e aumentar o mapa de pessoal, e aumentar a capacidade do SNS nesta área. O que falta é que o Ministério da Saúde autorize essa contratação definitiva. Se estas duas coisas, a contratação de médicos e técnicos superiores acontecerem, a ULSAM ficará com capacidade para fazer esses exames. Pode internalizar, de uma vez por todas, esta resposta em vez de andar a concessionar a empresas exteriores que fazem muito mais caro e fazem pior serviço”, sustentou.

Moisés Ferreira adiantou que “o Bloco de Esquerda tem defendido insistentemente que este e outros meios complementares de diagnóstico e terapêutica devem ser internalizados no SNS a prestar estes serviços”.

“Não faz sentido que estes serviços estejam concessionados a privados e que custam ao SNS, por ano, mais de 400 milhões de euros. Temos a total certeza de que se eles forem prestados diretamente pelo SNS custarão muito menos. É uma questão de sustentabilidade do próprio SNS”, disse.

A ULSAM é constituída por dois hospitais: o de Santa Luzia, em Viana do Castelo, e o Conde de Bertiandos, em Ponte de Lima. Integra ainda 12 centros de saúde, uma unidade de saúde pública e duas de convalescença, e serve uma população residente superior a 244 mil pessoas, contando com 2.500 profissionais, entre os quais 501 médicos e 892 enfermeiros.

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Alto Minho

Costa e Marcelo lamentam morte de piloto em combate a incêndio na Peneda-Gerês

Lindoso

em

Foto: DR

António Costa e Marcelo Rebelo de Sousa lamentaram a morte do piloto do avião que se despenhou este sábado durante o combate ao incêndio que deflagrou em Lindo, no concelho de Ponte da Barca, no Parque Nacional da Peneda-Gerês.

O Presidente da República disse que já apresentou condolências à família do piloto português que morreu hoje na sequência da queda de um ‘Canadair’ na zona do Lindoso, Ponte da Barca, quando combatia o incêndio que lavra no Gerês.

“Já tive ocasião de apresentar as minhas condolências, os meus sentimentos, ao Henrique, filho do piloto Jorge Jardim, que faleceu em circunstâncias dramáticas, ao serviço da comunidade, no combate ao fogo, que tudo indica que está a caminho de estar extinto”, afirmou Marcelo Rebelo de Sousa.

O chefe de Estado falava aos jornalistas no Aeroporto do Porto Santo, no arquipélago da Madeira, onde se encontrava à espera de embarcar rumo a Lisboa, após um curto período de férias.

“Infelizmente, é mais uma perda de uma vida nesta época e neste período, em que já perdemos quatro bombeiros”, observou.

Marcelo Rebelo de Sousa revelou ter falado também como o filho do piloto espanhol, gravemente ferido no mesmo acidente.

“Fica aqui registado, com grande pesar meu, aquilo que é mais um triste acontecimento nesta época de fogos”, declarou.

O avião despenhou-se, pelas 11:20, numa área do território espanhol, “a cerca de um, dois quilómetros da fronteira com Portugal”, disse à Lusa fonte oficial da Proteção Civil.

O piloto, de nacionalidade portuguesa, de 65 anos, morreu no local, apesar das tentativas realizadas pelos elementos do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM), enquanto o segundo piloto, de nacionalidade espanhola e de 39 anos, foi assistido no local e transportado em “estado grave” para o Hospital de Viana do Castelo, disse a mesma fonte.

No Porto Santo, Marcelo Rebelo de Sousa disse ter falado com o presidente da Câmara Municipal de Ponte da Barca, de quem recebeu a informação que o incêndio registou uma “evolução positiva” no território português, o que não acontece do lado espanhol.

Primeiro-ministro pede cautela

O primeiro-ministro lamentou hoje a morte do piloto Jorge Jardim no acidente de um avião de combate a incêndios, recomendando “especial cautela” a todos os que combatem fogos no país.

Num comunicado divulgado pelo seu gabinete, António Costa manifesta “profunda tristeza e consternação” pela morte de Jorge Jardim, cujo avião se despenhou pelas 11:20 quando reabastecia os depósitos de água junto à barragem do Alto do Lindoso, num acidente que fez também um ferido grave, o segundo piloto.

O primeiro-ministro deseja as melhoras ao piloto ferido e agradece aos “milhares de homens e mulheres que estão no combate aos incêndios”.

“Este é um combate de todos, mas apelo a especial cautela: a primeira missão de quem protege os outros é proteger-se a si próprio”, salienta.

António Costa apela ainda aos cidadãos para se comportarem de forma a evitar os incêndios em “dias de enorme severidade meteorológica, com risco de incêndio muito elevado”.

“Temos que reduzir cada vez mais o número de ignições para que o dispositivo atue de forma cada vez mais eficaz”, afirma o primeiro-ministro.

Jorge Jardim, de 65 anos, morreu no local, apesar das tentativas realizadas pelos elementos do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM), enquanto o segundo piloto, de nacionalidade espanhola e de 39 anos, foi assistido no local e transportado em “estado grave” para o Hospital de Viana do Castelo, disse à Lusa fonte oficial da Proteção Civil.

O avião despenhou-se, pelas 11:20, numa área do território espanhol, “a cerca de um, dois quilómetros da fronteira com Portugal”, acrescentou a mesma fonte.

Numa nota de imprensa, a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) avançou que se trata de um avião anfíbio pesado (Canadair CL215), do Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Rurais, do Centro de Meios Aéreos de Castelo Branco, que participava nas operações de combate a um incêndio que lavra no Parque Nacional da Peneda Gerês, freguesia e concelho do Lindoso, distrito de Viana do Castelo.

O avião despenhou-se num acidente junto à Barragem do Alto do Lindoso, na sequência de uma operação de ‘scooping’ (reabastecimento de depósito de água), acrescentou.

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Alto Minho

Maior incêndio ativo no país é o do Parque Nacional da Peneda-Gerês

Lindoso

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Foto: Redes sociais

O maior incêndio ativo em Portugal ao fim da tarde de hoje era o de Lindoso, concelho de Ponte da Barca, no Parque Nacional da Peneda-Gerês, apesar de a maior frente de fogo se localizar do lado espanhol da fronteira, segundo a Proteção Civil.

O comandante operacional de serviço na sede da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), Pedro Araújo, disse à agência Lusa que “há uma frente ativa em Portugal e outra em território espanhol”, estendendo-se cerca de 15 quilómetros para cada lado da fronteira, com “a maior extensão” em Espanha.

Do lado português, “na cauda do incêndio”, estão empenhados 141 operacionais com 39 veículos a apoiá-los, e ainda cinco veículos espanhóis que atravessaram a fronteira.

A combater o incêndio nesta “operação conjunta” estão ainda seis meios aéreos portugueses e seis espanhóis, que circulam pelo perímetro do incêndio, que deflagrou cerca das 05:00.

Um piloto português morreu e outro piloto espanhol ficou gravemente ferido quando o avião Canadair português em que seguiam se despenhou em território espanhol, a cerca de dois quilómetros da fronteira.

O Ministério da Administração Interna determinou hoje à ANEPC a abertura de um inquérito ao incêndio, que deflagrou no Parque Nacional da Peneda-Gerês, disse à agência Lusa fonte oficial.

Devido ao facto de o acidente com o avião ter acontecido em território de Espanha, fonte do Gabinete de Prevenção e Investigação de Acidentes com Aeronaves e de Acidentes Ferroviários (GPIAAF) explicou à Lusa que são as autoridades espanholas que têm a responsabilidade e a competência para desenvolver a investigação.

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Alto Minho

Espanha investiga queda de avião em incêndio no Parque Nacional da Peneda-Gerês

Ponte da Barca

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Foto: DR

A investigação ao acidente com o ‘Canadair’ que se despenhou hoje durante o combate ao incêndio no Parque Nacional da Peneda Gerês, causando um morto e um ferido grave, é da responsabilidade de Espanha, disse à Lusa fonte da investigação.

Devido ao facto de o acidente ter acontecido em território de Espanha, fonte do Gabinete de Prevenção e Investigação de Acidentes com Aeronaves e de Acidentes Ferroviários (GPIAAF) explicou à agência Lusa que são as autoridades espanholas que têm a responsabilidade e a competência para desenvolver a investigação.

Inicialmente pensava-se que a aeronave tinha caído em território nacional, mas a Autoridade Nacional e Emergência e Proteção Civil (ANEPC) indicou que o acidente “ocorreu em território espanhol, a cerca de um a dois quilómetros da fronteira portuguesa”.

O GPIAAF explicou que deslocou uma equipa para o local porque, quando recebeu a notificação do acidente, ainda não se sabia que o mesmo tinha acontecido em território espanhol, acrescentando este organismo que está a colaborar com a sua congénere espanhola.

O acidente causou um morto e um ferido grave.

O piloto, de nacionalidade portuguesa, de 65 anos, morreu no local, apesar das tentativas realizadas pelos elementos do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM), enquanto o segundo piloto, de nacionalidade espanhola e de 39 anos, foi assistido no local e transportado em “estado grave” para o Hospital de Viana do Castelo.

Numa nota de imprensa, a ANEPC afirmou tratar-se de um avião anfíbio pesado (Canadair CL215), do Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Rurais, do Centro de Meios Aéreos de Castelo Branco, que participava nas operações de combate a um incêndio que lavra no Parque Nacional da Peneda Gerês, em Lindoso, Ponte da Barca.

O avião despenhou-se num acidente junto à Barragem do Alto do Lindoso, na sequência de uma operação de ‘scooping’ (reabastecimento de depósito de água), acrescentou.

De acordo com a página de Internet da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil, pelas 14:25 estavam a combater as chamas 132 operacionais, apoiados por 34 veículos e 11 meios aéreos portugueses e espanhóis.

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