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Esposende

Banda de Antas conquista 2.º lugar em prestigiado concurso internacional

Banda de Música de Antas levou 80 músicos ao 45.º ‘Certamen Internacional de Música Vila d’Altea’, em Espanha, num dos maiores desafios da sua história.

em

A Banda de Música de Antas, de Esposende, alcançou um honroso segundo lugar num dos mais
prestigiosos concursos de Bandas, o Certamen Internacional de Bandas de Música Vila
d’Altea, em Espanha, que decorreu no passado dia 01 de dezembro.

Foto: Divulgação

Esta foi a 45.ª edição deste concurso, no qual foram convidadas a participar a Banda Sinfónica Municipal de Sibaté (Colombia), La Artística de Buñol (Valencia) e a Banda dos Bombeiros Voluntários de Esposende – S. Paio de Antas, que ficou a apenas oito pontos do primeiro lugar.

Foto: Divulgação

Segundo relata a autarquia, em nota enviada a O MINHO, para a Banda de Antas, este foi um dos maiores desafios alguma vez propostos à associação, quer pela responsabilidade musical de participar num concurso desta dimensão, bem como pela despesa financeira associada, tendo em conta que a Banda participou com todo o seu efetivo, num total de 80 músicos.

Considerando o prestígio deste evento, o Município de Esposende contribuiu financeiramente com um apoio de 7.500 euros, assegurando a participação da Banda.

O Presidente da Câmara Municipal, Benjamim Pereira saúda o “excelente resultado” alcançado pela Banda de Música de Antas, salientando que reflete a qualidade, o empenho e o profissionalismo tanto do maestro Diogo Costa, como dos músicos, bem como o excelente trabalho que tem vindo a ser desenvolvido pela direção da Associação.

Para Benjamim Pereira, “esta conquista é mais do que merecida e engrandece e prestigia Antas, o Município de Esposende, a região e o próprio país”.

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Esposende

Concerto de Páscoa em Esposende com coros Pequenos Cantores e Ars Vocalis

Marcado para hoje à noite na igreja de Apúlia

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Foto: CM Esposende

Intitula-se “Salmo”, está inserido na programação cultural da Semana Santa de Esposende e tem como protagonistas o Coro de Pequenos Cantores de Esposende e Coro Ars Vocalis. O Concerto de Páscoa está marcado para, hoje, às 22:00, na igreja de Apúlia e tem entrada livre.

A obra, uma estreia, é da autoria de Telmo Marques, criada para grande coro juvenil, soprano e decateto de
metais.

Neste contexto, juntam-se aos coros esposendenses, Helena Venda Lima como Diretora Coral, Diogo Zão ao Piano e comentários de Nuno Jacinto, nomes do panorama musical nacional como os Portuguese Brass, a Soprano Dora
Rodrigues e o Maestro Fernando Marinho.

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Esposende

Relação mantém suspensão da pena a autor de furtos e roubo em Esposende

Decisão do Tribunal da Relação de Guimarães

em

Foto: DR/Arquivo

O Tribunal da Relação de Guimarães decidiu manter a suspensão da pena de quatro anos e três meses de prisão aplicada, em cúmulo jurídico, a um jovem de Esposende condenado por quatro crimes de furto qualificado e um de roubo.

A pena tinha sido aplicada pelo Tribunal de Esposende mas o Ministério Público (MP) recorreu, contestando a suspensão e pedindo prisão efetiva.

A Relação, por acórdão de 25 de março hoje consultado pela Lusa, decidiu manter a suspensão, considerando que ainda “não está total e definitivamente removida a esperança de que o arguido será capaz de se autodeterminar em função dos valores ético-jurídicos que violou, através da mera censura do facto e da ameaça da pena”.

“Não podemos olvidar que o arguido confessou os factos, tendo contribuído para a descoberta da verdade, não sofreu outras condenações para além das que foram consideradas no cúmulo jurídico e os factos que estiveram na origem dessas condenações foram praticados num quadro de toxicodependência e durante um curto espaço temporal”, salienta o acórdão da Relação.

Diz ainda que a atuação do arguido se enquadra na noção de “pequena criminalidade” e que o valor dos bens furtados ou roubados “não assume grande saliência”.

Em causa nos autos estão, num processo, três assaltos a um supermercado em Esposende e um a um café, entre maio e agosto de 2015, ascendendo o valor total dos furtos a mais de 830 euros.

Tabaco, gomas, isqueiros, protetores solares, bebidas e rebuçados foram alguns dos produtos levados pelo arguido, que consumava os assaltos após arrombar portas ou janelas dos estabelecimentos com um ferro.

Por estes furtos, o tribunal condenou-o a três e meio de prisão, com pena suspensa.

Noutro processo, o arguido foi condenado a dois anos de prisão com pena suspensa, por um roubo num estabelecimento comercial de Esposende, registado em março de 2015, quando, com recurso a uma faca, obrigou a funcionária a dar-lhe os 40 euros que havia na caixa registadora.

O tribunal fez o cúmulo jurídico das duas condenações e fixou a pena única em quatro anos e três meses, suspensa na sua execução.

O MP considera que o tribunal deveria ter optado “sem rebuços” pela aplicação da pena de prisão efetiva, sob pena de as sanções para quem comete aqueles crimes “serem tomadas como meras advertências, assim se contribuindo para a manutenção do grau de frequência dos referidos delitos, precisamente porque nestas circunstâncias se perdeu a noção de que a regra é para ser levada a sério, enquanto padrão de comportamento”.

Sublinha que o arguido se mostra “completamente indiferente ao conteúdo das decisões judiciais condenatórias, incumprindo as regras e injunções” que lhe foram aplicadas.

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Esposende

PCP/Braga vai questionar Governo sobre construção da barra de Esposende

“Os pescadores continuam sem conseguir exercer a sua atividade”

em

Foto: DR/Arquivo

O PCP de Braga revelou hoje que vai questionar o Governo sobre a construção da barra de Esposende, “aprovada pela Assembleia da República (AR) em 2016”, e a obra na Marina, iniciada em fevereiro, mas “suspensa sem explicações”.

“Os pescadores continuam sem conseguir exercer a sua atividade devido às dificuldades de acesso ao mar, nomeadamente por ausência de uma barra, cuja construção foi aprovada por resolução da AR em 2016, mas em relação à qual os pescadores de nada sabem”, disse à Lusa Carla Cruz, deputada do PCP, após um encontro com os pescadores de Esposende e representantes da sua associação.

De acordo com a eleita do PCP, os deputados que hoje visitaram Esposende, foram também confrontados com a “suspensão” da obra da Marina “onde os pescadores têm os barcos acostados”, para melhoria das condições urbanísticas e criação de condições de armazenamento do material dos pescadores, que “devia ter começado em fevereiro para terminar em agosto”.

“Foram colocados contentores em fevereiro, para que os pescadores pudessem colocar as suas artes de pesca, mas a obra nem iniciou, apenas fizeram os trabalhos preparatórios. E, entretanto, foi suspensa”, explicou Carla Cruz.

De acordo com a deputada, o PCP vai “questionar o Governo para saber as razões da suspensão da obra e quando é que será reiniciada”.

O PCP vai ainda “continuar a questionar” o Governo sobre a construção da barra que facilitaria o acesso dos pescadores ao mar.

“Temos questionado, mas não temos obtido respostas concretas”, observou Carla Cruz.

De acordo com o PCP, as dragagens “prometidas para 2018-2019”, embora não resolvessem o problema, “facilitavam” a navegabilidade em Esposende, mas continuam sem avançar.

“O PCP apresentou, em sede de Orçamento de Estado, uma proposta que foi rejeitada para a criação de uma Empresa Nacional de Dragagens, já que o problema não reside apenas em Esposende”, descreveu Carla Cruz.

A deputada acrescentou que o PCP apresentou um projeto de resolução no mesmo sentido no Parlamento, na semana passada.

O documento, que ainda não foi votado e a que a Lusa teve acesso, pretende recomendar ao Governo a criação daquela empresa, “sob a tutela do Ministério do Mar, com o objetivo de assegurar o desassoreamento, alargamento, desobstrução, remoção, derrocamento ou escavação de material do fundo de rios, baías e canais de acesso a portos comerciais, de pesca, de recreio ou de abrigo na costa portuguesa”.

O objetivo é permitir “uma gestão mais racional de recursos, a necessária intervenção programada e permanente e consequentemente o desenvolvimento da produção nacional, contribuindo para uma “verdadeira economia do mar”.

O PCP pretende que “seja apresentado até 31 de julho o plano plurianual de dragagens dos portos, barras e canais de navegação para todo o território nacional com indicação dos volumes a dragar, cronograma de execução dos trabalhos, estimativa de montantes envolvidos e prazo para que esteja reposta a segurança da navegabilidade em todos os portos relacionada com as questões de assoreamento”.

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