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Autoridade Marítima aconselha população a não ir a banhos na noite de passagem de ano

“Não é preciso entrar no mar para comemorar”

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Foto: DR

A Autoridade Marítima Nacional (AMN) aconselhou toda a população a não ir a banhos, em especial se tiver consumido bebidas alcoólicas, na noite de passagem de ano, reforçando que “não é preciso entrar no mar para comemorar”.


Com o aproximar das festividades da noite de fim de ano, a AMN avançou com conselhos dirigidos a toda a população, nomeadamente não ir a banhos, “devendo igualmente evitar as zonas molhadas e as arribas”.

“Recomenda-se à população em geral que tenham os devidos cuidados na prática de passeios junto à costa e nas praias, bem como na prática de atividades lúdicas nas zonas expostas à agitação marítima”, afirmou a entidade responsável pela coordenação das atividades da Marinha.

Neste sentido, é essencial que as pessoas “assumam uma postura preventiva não se expondo desnecessariamente ao risco”.

“Na noite de fim de ano lembre-se: Não é preciso entrar no mar para comemorar”, defendeu a AMN.

A última noite do ano vai ser assinalada pelo país com música e fogos de artifício, mas também com trânsito cortado, mau tempo nos Açores, onde o Presidente da República é esperado e temperaturas quentes na Madeira.

Em Lisboa, a entrada de 2020 vai ser feita na Praça do Comércio com concertos dos Xutos e Pontapés e dos Ornatos Violeta, mas o trânsito de acesso àquela zona vai estar cortado a partir das 17:00, e vão ser montados nove pontos de entrada com revista.

No Porto, os eventos “Concerto de Fim de Ano 2019 e Passagem de Ano 2019/2020” já decorrem desde o dia 20, altura em que se iniciaram condicionamentos de trânsito em várias ruas. A partir das 21:00 de terça-feira e até às 05:00 de 01 de janeiro, a circulação automóvel estará interdita em 24 ruas.

Também em Coimbra, Castelo Branco e Viseu haverá trânsito proibido em várias ruas e avenidas.

A Câmara de Coimbra decidiu manter aberto, esta terça-feira, à noite o parque de estacionamento subterrâneo do Convento São Francisco e permitir o estacionamento na Praça da Canção e na Ínsua dos Bentos.

Em Viseu, a autarquia vai assegurar transportes públicos fora de horas na cidade, período em que o trânsito será cortado em áreas como o Campo de Viriato, palco principal dos festejos da passagem de ano.

A ilha do Corvo, nos Açores, prepara-se para receber o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, mas as previsões de mau tempo – chuva e ventos fortes – poderão impedir a aterragem do chefe de Estado.

No outro extremo encontra-se a ilha da Madeira, onde são esperadas, para terça-feira, temperaturas de 23 graus de dia e de 18 graus à noite.

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País

PCP abstém-se mas avisa que crise exige mais medidas, como aumento de salários

Orçamento do Estado 2021

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Foto: DR / Arquivo

O líder do PCP justificou hoje a abstenção no Orçamento do Estado para 2021 por permitir uma “resposta mais efetiva a problemas”, mas avisou que a crise exige mais medidas, como o aumento salário mínimo nacional.

O aviso foi feito por Jerónimo de Sousa no encerramento do debate do Orçamento do Estado para 2021, no parlamento, pouco antes da votação final global do documento que prevê medidas para responder à crise social e económica causada pela pandemia de covid-19.

A “resposta global à grave situação económica e social exige medidas que não se esgotam no orçamento”, “desde logo” o “aumento do salário mínimo nacional e o aumento geral de todos os salários, incluindo da administração pública”, mas também “a alteração da legislação laboral relativamente às suas normas gravosas”, disse.

“O que se alcançou”, afirmou Jerónimo, nas conversações com o Governo neste OE2021 “pela intervenção do PCP permite uma resposta mais efetiva a problemas relevantes e abre a possibilidade que outros se resolvam”.

“Tão ou mais importante do que aprovar propostas nesta assembleia é a vontade política do Governo para as concretizar, reafirmamos que é a resposta aos problemas do país e não a submissão ao défice que deve determinar a execução do orçamento”, justificou.

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Ventura prevê “último orçamento” de um Costa “desesperado e acantonado”

Orçamento do Estado 2021

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Foto: DR / Arquivo

O presidente do Chega previu hoje o regresso da direita ao poder em Portugal “muito em breve”, vaticinando que “este é o último orçamento liderado por António Costa”, o qual considerou estar “desesperado e acantonado”.

André Ventura discursava no encerramento do debate sobre o Orçamento do Estado para 2021 (OE2021), o qual deve ser aprovado apenas com os votos favoráveis do PS e as abstenções de PCP, PAN, “Os Verdes” e das deputadas não inscritas Joacine Moreira (ex-Livre) e Cristina Rodrigues (ex-PAN).

“Eu não sou vidente, mas arrisco-me a dizer que este é o último orçamento liderado por António Costa e sei também que, muito em breve – está escrito nas estrelas -, a direita voltará ao poder em Portugal”, anteviu.

Para o líder do partido da extrema-direita parlamentar, o recente acordo para a viabilização do Governo Regional dos Açores, com PSD, CDS-PP, PPM e Iniciativa Liberal, foi “apenas o primeiro passo” para “recuperar a dignidade de um país que nunca teve outra estratégia se não estar de mão estendida à Europa”.

“Os portugueses não se deixarão enganar, quando tiverem de escolher um Governo”, apontando que os dois governos minoritários do PS foram responsáveis por “desperdício”, não lutaram “contra a corrupção e o compadrio” e permitiram que “Portugal seja hoje, novamente, um parente pobre da União Europeia”.

Segundo Ventura, “este é o orçamento não do dividir para reinar, mas do distribuir para se sustentar”, pois o executivo de Costa está “desesperado e acantonado, no voto de PAN, PCP e de duas deputadas não inscritas” e “sabe que não tem caminho para continuar”.

“(O OE2021) vai distribuir àqueles que sabe ou pensa que lhe serão fiéis numa chamada às urnas que todos sabemos que será em breve”, afirmou.

O também anunciado candidato presidencial nacional-populista dirigiu-se também aos “milhares de homens e mulheres” que se têm manifestado por apoios estatais à restauração, hotelaria e turismo, como a isenção da Taxa Social Única ou a baixa do IVA.

“Este primeiro-ministro agora virou-lhes as costas a dizer ‘paguem a fatura que eu tenho muito dinheiro para distribuir a quem não quer fazer nada’”, acusou ainda, lembrando também as reivindicções das forças de segurança e de outros na primeira linha de luta contra a covid-19: professores, enfermeiros, bombeiros, profissionais dos transportes.

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Covid-19: Mais 82 mortos, 6.383 infetados e 4.588 recuperados no país

Boletim diário da DGS

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Foto: Ilustrativa / DR

Portugal regista hoje mais 82 mortos e 6.383 novos casos de infeção por covid-19, em relação a quarta-feira, segundo o boletim epidemiológico diário da Direção-Geral da Saúde (DGS).

3.414 dos novos casos são no Norte.

De acordo com o boletim, desde o início da pandemia até hoje registam-se 280.394 casos de infeção confirmados e 4.588 mortes.

Foram registados 193.944 recuperados, mais 4.588 nas últimas 24 horas.

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