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Atividade económica e consumo privado voltam a diminuir em agosto

Economia

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Foto: DR / Arquivo

Os indicadores coincidentes para a atividade económica e para o consumo privado apresentaram em agosto uma taxa inferior à registada nos meses anteriores, informou hoje o Banco de Portugal (BdP).

Em agosto, a taxa de variação homóloga do indicador para a atividade económica foi de 6,4%, abaixo dos 6,6% registados em julho (valor revisto em alta 0,2 pontos percentuais) e aos 6,8% de junho (valor revisto em alta 0,1 pontos percentuais).

Já o indicador para o consumo privado foi de 2,8% no período em análise, abaixo dos 3,5% de julho (revisto em alta 0,1 pontos percentuais) e dos 4,3% de junho.

Desde o início do ano, a taxa média de variação do indicador coincidente mensal para a atividade económica é de 6,8% enquanto a do indicador coincidente mensal para o consumo privado é de 5,2%.

Considerando o trimestre terminado em agosto, as taxas de variação homóloga dos indicadores para a atividade económica e para o consumo privado foram de 6,6% e 3,6%, respetivamente, o que compara com 6,8% (valor revisto em alta 0,1 pontos percentuais) e 4,3%, pela mesma ordem, do trimestre terminado em julho.

Os indicadores coincidentes são indicadores compósitos que procuram captar a evolução subjacente da variação homóloga do respetivo agregado macroeconómico, pelo que não refletem em cada momento a taxa de variação homóloga do respetivo agregado de Contas Nacionais.

Ressalvando que a incorporação de nova informação pode refletir-se mensalmente na revisão dos valores passados dos indicadores coincidentes, o BdP alerta para que, na atual conjuntura, pode haver revisões mensais nestes indicadores superiores às habituais.

Também hoje, o BdP informou que, na semana terminada em 18 de setembro, o indicador diário de atividade económica (DEI), que retrata em tempo quase real a evolução da economia portuguesa, aponta para uma variação homóloga similar à da semana anterior.

O DEI é um indicador lançado pelo BdP para identificar alterações abruptas na atividade económica, mas não constitui uma previsão oficial do Banco de Portugal ou do Eurossistema.

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