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Região

Assembleia de voto fechada a cadeado em Barcelos

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A assembleia de voto de Remelhe, freguesia do concelho de Barcelos, foi fechada a cadeado.


Os delegados tiveram mesmo que chamar a GNR de Barcelos para resolver a situação.

Segundo foi possível apurar, a ação pretendia ser um boicote às eleições autárquicas devido à falta de condições da Estrada Municipal (EM) 505.

A assembleia de voto, situada na junta de freguesia, acabou por ser reaberta pelas autoridades pouco depois das 07:20 horas.

A insatisfação em Remelhe já vinha a ser proclamada nas redes sociais. Na freguesia chegou-se mesmo a colocar tarjas negras de protesto com falta de solução para aquela via, reclamada há 20 anos.

 

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Braga

Lisbonense parte perna após queda em cascata no Gerês

Fecha de Barjas

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Foto: DR

Uma mulher de 47 anos, residente em Lisboa, partiu uma perna na sequência de uma queda nas cascatas Fecha de Barja, mais conhecida como cascata do Tahiti, em Vilar da Veiga, ao final desta manhã de quarta-feira.

Ao que foi possível apurar por O MINHO, a lisbonense terá sofrido uma queda numa das rochas, caindo a uma das lagoas naturais.

Para o local foi mobilizada uma equipa de emergência da Cruz Vermelha de Rio Caldo com dois elementos e uma viatura apoiados pela equipa de resgate da UEPS da GNR (ex-GIPS).

A vítima foi transportada para o Hospital de Braga com ferimentos considerados ligeiros.

O alerta foi dado ás 11:30.

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Alto Minho

SOS Serra d’Arga critica decreto-lei para regulamentar minas: “Muito mau”

Movimento contra exploração de lítio

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Foto: Facebook de Susana Araújo / Grupo "Movimento SOS Serra d'Arga"

O porta-voz do movimento cívico SOS Serra d’Arga, no distrito de Viana do Castelo, classificou hoje de “muito mau” o projeto de decreto-lei que visa regulamentar a futura lei das minas e cuja consulta pública terminou a 31 julho.

“O decreto-lei é muito mau porque deixa a possibilidade de as empresas de mineração fazerem quase tudo. Nem sequer um estudo de impacto ambiental pode impedir uma mineração. Com esta proposta de decreto-lei, nada pode ser impedido, está tudo em aberto”, afirmou Carlos Seixas, em declarações à agência Lusa.

Em causa está o projeto de decreto-lei que regulamenta a denominada lei das minas (Lei 54/2015, de 22 de junho), que esteve em discussão pública entre o dia 16 e 31 de julho.

Segundo Carlos Seixas, o movimento que contesta a eventual exploração de lítio na serra d’Arga apresentou, durante aquela consulta, uma pronúncia formal de 32 páginas, onde “rebate, ponto por ponto, uma série de aspetos que são absolutamente inqualificáveis”.

“Nem consigo adjetivar como deve ser. O legislador esqueceu-se de legislar, aparentemente, para fazer um fato à medida das empresas mineradoras. Parece que o legislador quis pôr toda a carne no assador, para ver se passa alguma coisa. Nós respondemos ponto por ponto, para não deixar passar coisa nenhuma”, garantiu.

A serra d’Arga, abrange uma área de 10 mil hectares, nos concelhos de Caminha, Vila Nova de Cerveira, Paredes de Coura, Viana do Castelo e Ponte de Lima, dos quais 4.280 se encontram classificados como Sítio de Importância Comunitária.

Aqueles cinco municípios têm em curso o projeto “Da Serra d’Arga à Foz do Âncora”, liderado pela Comunidade Intermunicipal (CIM) do Alto Minho, que visa a classificação da Serra d’Arga como Área de Paisagem Protegida de Interesse Municipal.

“A proposta que esteve em consulta pública não é verde, nem protege o que quer que seja. Admite até a hipótese de nem sequer uma paisagem protegida ou uma rede Natura ser poupada de um projeto de mineração”.

Segundo Carlos Seixas, a proposta governamental “fala sempre num pode ser e nunca diz, taxativamente, quais os impedimentos”.

“Deixa sempre em aberto a possibilidade de se fazer onde quer que seja. Não dá qualquer possibilidade de a população, ou até as câmaras municipais, tomarem uma posição, por exemplo, quando se trata de um concurso público”, sustentou.

Para o responsável, o processo de auscultação agora concluído é “apenas um proforma” e garantiu que o movimento cívico “estará sempre atento, para não deixar passar em branco nenhum pormenor”.

“A nossa posição é clara como água. Não aceitaremos nenhum furo na serra d’Arga, ou junto à serra d’Arga, sem sermos consultados e sem termos uma palavra a dizer. Quando falo em nós, não somos nós, o movimento. Falo nós, a população. Queremos ter uma voz ativa sobre o futuro da nossa região”, frisou.

Carlos Seixas criticou ainda a “forma de atuação” do Ministério do Ambiente, apontando o exemplo do roteiro para a apresentação dos princípios base da nova lei das minas junto das autarquias dos territórios diretamente abrangidos e que foi anunciado em janeiro pelo secretário de Estado Adjunto e da Energia, João Galamba.

“O ministro do Ambiente e o secretário de Estado Adjunto e da Energia disseram que iam fazer uma ronda de apresentação da nova lei das minas, mas nem isso fizeram. De repente, atiram para cima de toda a gente, inclusivamente das câmaras municipais, um projeto de decreto-lei, sem apresentar coisíssima nenhuma a ninguém. Não há qualquer diálogo. Não há nada. É uma forma de fazer política que não se entende, não faz sentido absolutamente nenhum. As pessoas só não estão fora do processo porque nós não deixamos que as coisas passem despercebidas. Caso contrário, estaríamos fora de um processo que tem um impacto gigantesco nas nossas vidas”, especificou.

Em junho, o secretário de Estado da Energia afirmou que a lei que regulamenta as regras ambientais em sede de prospeção de lítio está “pronta” e “deve ser aprovada em Conselho de Ministros brevemente”, sendo posteriormente lançado o concurso público.

“A lei está em aprovação, deve ser aprovada em Conselho de Ministros brevemente. Ela já está pronta e, como sempre dissemos, e como o senhor ministro tem dito, o concurso será lançado após a aprovação da lei”, referiu João Galamba.

O secretário de Estado da Energia salientou que o lançamento do concurso público para atribuição de direitos de prospeção de lítio e minerais associados será efetuado “a seguir à publicação da lei”.

“O concurso de lítio, como já dissemos, sairá quando a lei for publicada”, frisou.

O Governo quer criar em 2020 um ‘cluster’ do lítio e da indústria das baterias e vai lançar um concurso público para atribuição de direitos de prospeção de lítio em nove áreas do país.

Devem ser abrangidas as áreas de Serra d’Arga, Barro/Alvão, Seixo/Vieira, Almendra, Barca Dalva/Canhão, Argemela, Guarda, Segura e Maçoeira.

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Alto Minho

Incêndio destrói casa em Valença

Incêndio

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Foto: Bruno Pereira

Uma casa foi destruída pelas chamas em S. Pedro da Torre, concelho de Valença, ao fim da manhã desta quarta-feira, disse a O MINHO fonte dos bombeiros.

A origem do fogo está ainda por apurar, sabendo-se apenas que a casa não era habitada, sendo utilizada como um armazém pelos proprietários, disse a mesma fonte.

No local, Rua do Poço, estiveram os Bombeiros de Valença com duas viaturas e seis operacionais.

O alerta foi dado às 11:08.

Segundo a Rádio Vale do Minho, o incêndio foi dado como extinto por volta das 13:30.

A GNR de Cerveira registou a ocorrência que não provocou feridos.

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