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Alto Minho

Arcos de Valdevez reforça componente de apoio à família no pré-escolar

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A câmara de Arcos de Valdevez, numa união de esforços com o Agrupamento de Escolas de Valdevez, e primando pela igualdade de oportunidades no acesso às respostas e aos serviços, bem como, numa atitude de apoio às necessidades das famílias, conforme refere a autarquia em comunicado, decidiu alargar o horário e período de funcionamento da CAF a todos os Jardins de Infância da rede pública.

Durante os períodos letivos estas atividades funcionam entre as 8:00 e as 8:30 horas e entre as 15:30 e as 19:00 horas e, nos períodos de interrupção letiva, entre as 8:30 e as 19:00 horas, com exceção do mês de Agosto, em que não há atividades.

Assim, desde 1 de setembro, dia de abertura da CAF 2015/2016, cerca de 80 crianças já beneficiam desta resposta nos diversos jardins-de-infância da rede pública (JI Sabadim, JI Távora, JI de Vilafonche, JI Giela e a JI de Paçô).

A Componente de Apoio à Família (CAF) na educação pré-escolar é uma resposta social às crianças e às famílias, e consiste na realização de atividades de caráter lúdico-pedagógicas, definidas pela autarquia em parceria com o agrupamento de escolas.

Nos anos anteriores, nas interrupções letivas, este horário e período de funcionamento da CAF, não estava a ser executado de igual forma em todos os jardins-de-infância da rede pública.

 

A educação e o apoio às famílias são uma prioridade do município arcuense, conforme é dito na nota enviada a’o Minho, sendo que esta é uma resposta social e educativa fulcral, que favorece a formação e o desenvolvimento equilibrado da criança, tendo em vista a sua plena inserção na sociedade como ser autónomo, livre e solidário, conclui a câmara municipal.

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Alto Minho

Ponte da Barca prepara ação contra o Estado por “prejuízos” nas transferências

Afetados em cerca de um milhão de euros

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Foto: DR / Arquivo

O presidente da Câmara de Ponte da Braça disse este domingo que vai “intentar uma ação contra o Estado” pelos prejuízos contabilizados desde 1996 com as transferências de verbas para o município ao abrigo do Orçamento do Estado para 2020.

“Estamos a ultimar uma ação contra o Estado que vai dar entrada muito em breve. Em 2017, quando tomei posse, fiz o que tinha de fazer. Fui falar com a administração pública, com o Governo, partidos políticos e com o Presidente da República. Disseram-me que tinha razão, mas a situação mantém-se. É hora de dizer chega”, afirmou Augusto Marinho.

O autarca, que falava durante a tomada de posse dos novos órgãos da concelhia do PSD de Ponte da Barca, no distrito de Viana do Castelo, na presença do ex-primeiro-ministro e antigo líder do PSD Pedro Passos Coelho, disse que, “por muito que custe, a ação visa repor a verdade, fazer justiça para com o município”.

“Não baixarei os braços nem um minuto. Farei tudo o que estiver dentro do quadro legal nas minhas competências. Para trazer esses recursos que são fundamentais para este concelho. Já temos sido muito prejudicados. Não aceitarei que as coisas continuem desta forma”.

Em causa, segundo Augusto Marinho, está, em 2020, “cerca de um milhão de euros”.

“É muito dinheiro para nós. Calculamos em cerca de um milhão de euros o valor que estamos a deixar de receber. Se olharmos para o nosso orçamento isso tem um peso extremamente elevado”, referiu.

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Alto Minho

“Conseguimos, car****!”: Bilheteira do Rocha em Caminha paga mão mioelétrica ao Diogo

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Foto: Facebook de Fernando Rocha

O espetáculo solidário do comediante Fernando Rocha, em Caminha, arrecadou cerca de 13 mil euros para ajudar a comprar uma mão mioelétrica para o jovem Diogo Farinhoto. A empresa que construiu a prótese disponibilizou-se para cobrir o valor restante.

Natural de Gondar, Caminha, o jovem Diogo nasceu com uma deficiência grave. Há cerca de oito anos, através de uma campanha para que conseguisse uma prótese de braço, foi notícia em Portugal e Espanha.

Atualmente, necessitava de nova ajuda, para uma mão mioelétrica, e Fernando Rocha, conhecido comediante, decidiu ajudar com este espetáculo, que decorreu este sábado, no Pavilhão Desportivo Municipal de Caminha.

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

Inicialmente previsto para o Cineteatro dos Bombeiros Voluntários de Vila Praia de Âncora, houve necessidade de encontrar o maior local do concelho para este tipo de eventos, dada a grande procura por bilhetes.

O comediante anunciou nas redes sociais que foram angariados 13 mil euros e que o objetivo para ajudar o Diogo “foi cumprido”.

“Apesar de não chegar para cobrir as despesas da prótese, o doutor Marco Baggini da Ortoadapta, empresa que construiu a prótese, assumiu o restante”, anunciou Fernando Rocha.

Foto: Divulgação

 

De acordo com o Âncora Praia Futebol Clube, parceiro na organização do evento, foram ainda angariados 795 euros, fruto da receita da bilheteira do jogo entre os caminhenses e o Courense, para a 1.ª divisão da AF Viana.

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Viana do Castelo

Cerca de 300 fiéis apoiam padre contestado (a quem apagaram as luzes da igreja) em Viana

Padre não foi bem recebido numa nova paróquia

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Foto: DR

Cerca de 300 pessoas de Subportela, em Viana do Castelo, participaram neste domingo na homenagem de apoio ao pároco da freguesia que, este mês, foi impedido pelos fiéis de Santa Leocádia de Geraz do Lima de tomar posse daquela paróquia.

Em nota enviada à Lusa, a organização da homenagem a padre Adão Lima explicou que a comunidade paroquial decidiu “unir-se para celebrar e agradecer ao padre Adão Lima pelos 17 anos como pároco” em que, além da “obra distinta” que “ergueu” naquela zona, criou “emprego a 58 pessoas”.

O padre Adão Lima é pároco nas paróquias de Deão e Subportela.

Viana: Fiéis desligam luzes e abandonam igreja à entrada de novo padre

O impasse na tomada de posse do padre na paróquia de Santa Leocádia de Geraz do Lima, com cerca de dois mil habitantes e situada a cerca de 20 quilómetros da cidade de Viana do Castelo, arrasta-se desde maio de 2019 na sequência da morte do pároco anterior, João Cunha, e da nomeação, pela diocese, do sucessor, o padre Adão Lima.

Os fiéis da nova paróquia entendem que “o padre Adão Lima é uma pessoa materialista, com grandes sinais de riqueza, autoritário, inacessível, não dialogante e um mau exemplo para a comunidade”.

Desde o início do diferendo, tanto o pároco em causa como a diocese, recusam fazer comentários sobre o assunto.

Hoje, um grupo de paroquianos de Subportela preparou uma homenagem “surpresa” ao padre Adão Lima.

“Sempre demonstrou para com todos, desde os de mais tenra idade, até aos de idade mais avançada, muita amizade e consideração. Como pastor que é, compartilha connosco todos os sofrimentos, lágrimas e amarguras, mas também as alegrias e os sorrisos, cuida e conhece cada um de nós, qual pastor cuida e conhece o seu rebanho. Que continue a ser para cada um de nós o pastor, o guia e o amigo de sempre. Saudações destes paroquianos que tanto o estimam”, refere a organização da manifestação de apoio hoje realizada.

O grupo constituído por cerca de dez paroquianos de SubPortela recordou que, “em 17 anos, o padre Adão Lima, ergueu, com a população, o centro social paroquial de Deão e o centro social e paroquial de Subportela”.

“Os centros de dia, os serviços de apoio domiciliário e a estrutura residencial para pessoas idosas, dão respostas a 170 pessoas idosas de Deão, Subportela, Santa Leocádia, Santa Maria e Moreira de Geraz do Lima, Deocriste, Barroselas, Portela Susã, Vila Franca, Mujães, Mazarefes, Lanheses”.

A organização adiantou que “também a creche, em Deão, acolhe 30 crianças”.

“O padre Adão gostou muito da nossa homenagem. Ficou muito feliz com esta manifestação de apoio, por estar a viver um momento triste”, disse a organização.

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