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Alto Minho

Arcos de Valdevez investe mais de 750 mil euros nas estradas municipais

Em 14 freguesias

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Foto: DR / Arquivo

A Câmara de Arcos de Valdevez vai investir mais de 750 mil euros na reabilitação e beneficiação de vias municipais em 14 freguesias, informou hoje aquela autarquia.


Em comunicado, o município liderado pelo social-democrata João Manuel Esteves referiu que as empreitadas agora consignadas terão um prazo de execução “máximo de 365 dias”.

“Os três lotes de empreitadas dispersas por 14 freguesias do concelho representam um investimento total 751.110,09 euros”, especifica o município, destacando que “as intervenções pretendem contribuir para a melhoria das acessibilidades e da segurança rodoviária das populações”.

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Alto Minho

BE questiona Governo sobre impactos da construção de linha de alta tensão no Alto Minho

Polémica

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Foto: Ilustrativa / DR

O Bloco de Esquerda quer saber qual o impacto da construção da linha dupla de alta e muita alta tensão, que vai desde Fonte Fria, Galiza, e abrange cinco concelhos do Alto Minho, na população e na paisagem local.

Numa pergunta dirigida ao ministro do Ambiente e da Ação Climática, João Pedro Matos Fernandes, hoje enviada à Lusa, os deputados Maria Manuel Rola e Jorge Costa dizem “poder estar em causa impactes negativos causados pela linha elétrica na saúde das populações, na paisagem e no território”, desde Ponte de Lima até Melgaço.

O projeto está em consulta pública desde o dia 15 de junho até ao dia 24 de julho.

“O projeto de traçado desta linha dupla de alta e muito alta tensão de 400 quilovolt [kV] incide em áreas de valor incalculável e extremamente sensível, como o Parque Nacional Peneda-Gerês, áreas da Rede Natura 2000, Sítios de Importância Comunitária e monumentos nacionais de paisagem cultural”, sustentam os deputados do Bloco.

Os deputados do BE alertam que “as linhas que a Rede Elétrica Nacional (REN) quer implantar preveem o transporte de energia numa potência inaudita em Portugal, num traçado que até agora foi apresentado de forma pouco rigorosa (intencionalmente ou não) quanto à proximidade a locais povoados, sem que as várias Juntas de Freguesia tenham recebido o estudo de Impacte Ambiental e sem que as populações afetadas tenham sido devidamente informadas”.

Destacam que “a implantação da nova dupla linha de 51 quilómetros, totalizando 6.029 hectares, passa por seis concelhos, Vila Verde (Braga), Arcos de Valdevez, Ponte da Barca, Ponte de Lima, Monção e Melgaço (Viana do Castelo), totalizando 55 freguesias”.

No requerimento frisam que “recentemente a Assembleia Municipal de Arcos de Valdevez aprovou, por unanimidade, três moções de rejeição ao projeto de linha de alta e muito alta tensão”, adiantando que “este projeto tem causado a indignação de autarcas e da população no Alto Minho e na Galiza”.

Os deputados do Bloco de Esquerda querem saber se o Governo, face ao “elevado impacto da instalação de uma linha de muito alta tensão e a falta de esclarecimento sobre esta matéria junto das autarquias e populações afetadas, vai alargar o prazo de consulta pública do projeto e se vai exigir à REN que a proposta de traçado seja apresentada de forma rigorosa, com identificação clara dos núcleos populacionais, edifícios e respetivos usos, património cultural e ambiental, que possam vir a ser sobrepostos pela mencionada linha de muito alta tensão”.

O Bloco quer igualmente ser informado sobre a intenção do Governo de “proceder à realização de um estudo que avalie a possibilidade da colocação subterrânea dos cabos da linha elétrica, tal como recomendou, em 2018, uma resolução da Assembleia da República”.

Naquela recomendação, a AR pede ainda ao Governo que “suspenda a construção da linha de muito alta tensão em Barcelos e em Ponte de Lima, enquanto não forem conhecidas as conclusões do referido estudo”, e reclama “a regulamentação urgente dos níveis máximos de exposição humana admitidos a campos eletromagnéticos derivados das linhas, instalações ou equipamentos de alta e muito alta tensão”.

Em causa está a construção de uma linha elétrica de 400 kV desde Fontefria, em território galego, Espanha, até à fronteira portuguesa, com o seu prolongamento à rede elétrica nacional, no âmbito da Rede Nacional de Transporte operada pela empresa REN.

Em 2015, o projeto foi “recalendarizado” para ser submetido a novos estudos.

De acordo com o Estudo de Impacto Ambiental, o troço nacional deste projeto prevê a construção de duas novas linhas duplas trifásicas de 400 kV, atravessando, potencialmente, 121 freguesias.

A proximidade desta linha, aérea, às casas, as consequências dos campos eletromagnéticos gerados na saúde humana ou o impacto visual de torres 75 metros com margens de segurança de 45 metros para cada lado são as principais preocupações das populações de ambos os lados da fronteira.

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Alto Minho

Caminha com equipas especiais para garantir segurança nas praias

Praias

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Foto: Divulgação / CM Caminha

A Câmara de Caminha disponibilizou três equipas para assegurar que as medidas de segurança nas praias do concelho são percebidas pelos banhistas, face à pandemia de covid-19 em curso.

Em comunicado, a autarquia sublinha que estas equipas procedem a ações de sensibilização nas quatro praias de mar do concelho – Caminha (Foz do Minho), Forte do Cão (Âncora), Moledo e Vila Praia de Âncora – assim como na praia fluvial das Azenhas, em Vilar de Mouros.

Garante a autarquia que estas cinco praias vigiadas “apresentam a segurança e qualidade necessárias para que os banhistas, nesta época balnear especial marcada pela covid 19, usufruam das praias em pleno”.

Foto: Divulgação / CM Caminha

Foto: Divulgação / CM Caminha

Foto: Divulgação / CM Caminha

Foto: Divulgação / CM Caminha

Foto: Divulgação / CM Caminha

Foto: Divulgação / CM Caminha

Foto: Divulgação / CM Caminha

Foto: Divulgação / CM Caminha

“Para proporcionar praias seguras a todos os que cá vivem e a quem nos visita, a Câmara de Caminha apostou nas condições de higiene e segurança”, reforça a mesma nota.

Na quinta-feira, Guilherme Lagido Domingos, vice-presidente da Câmara, fez uma visita a todas as praias do concelho, a fim de “verificar o trabalho que está a ser devolvido por estas equipas de assistentes de praia, bem como confirmar as condições de segurança e higienização” existentes.

Foto: Divulgação / CM Caminha

Foto: Divulgação / CM Caminha

Foto: Divulgação / CM Caminha

Foto: Divulgação / CM Caminha

Foto: Divulgação / CM Caminha

Foto: Divulgação / CM Caminha

Atualmente, o concelho de Caminha não tem casos ativos confirmados do novo coronavírus, segundo disse o autarca em entrevista ao jornal C.

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Alto Minho

ULSAM preparada para um eventual aumento de covid em Viana do Castelo

Covid-19

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A Unidade Local de Saúde do Alto Minho (ULSAM) iniciou no início de junho, de forma gradual e monitorizada, o reagendamento e realização da atividade assistencial suspensa nos centros de saúde pública, com a retoma da atividade clinica presencial programada, informou aquela unidade de saúde.

Em comunicado, a ULSAM explica que a retoma gradual da atividade assistencial presencial suspensa nos centros de saúde do Alto Minho estará “sempre dependente da evolução da pandemia”, do “cumprimento rigoroso das regras de saúde pública” e das “normas e orientações da Direção Geral da Saúde” e da “manutenção da prontidão de resposta necessária a um eventual aumento da incidência” da covid-19 no distrito de Viana do Castelo.

É ainda assegurado que o plano de retoma “pretende continuar a garantir um acesso seguro aos serviços de saúde, para profissionais e utentes, permitindo incrementar de forma gradual a resposta clinica presencial à vigilância de grupos vulneráveis e de risco e de outras situações em que seja benéfica a observação clinica de forma a orientar a situação previamente avaliada em consulta não presencia”.

No âmbito da integração de cuidados, foi também iniciada a retoma da atividade do serviço social e do serviço de nutrição, das consultas hospitalares descentralizadas, da realização de espirometrias no âmbito do programa “Respirar Bem, Viver Melhor”, do rastreio de retinopatia diabética e das brigadas de sangue.

A ULSAM refere que deve ser privilegiado o pré-agendamento das consultas através de telefone, assim como quaisquer outras questões relacionadas com consultas presenciais.

O plano de retoma inclui, ainda, o reforço da visita domiciliária para grupos vulneráveis e de risco, avaliando e priorizando nesta fase não só pela estratificação do risco mas também pela distancia do domicilio do utente à sede do Centro de Saúde com limitação de transportes, criando novas respostas em proximidade, nomeadamente para os utentes inscritos em polos e extensões, temporariamente encerradas, por questões de segurança.

A ULSAM pede ainda que se respeite as normas a ter nas unidades de saúde do distrito de Viana do Castelo, face à pandemia de covid-19, nomeadamente a identificação de sintomas suspeitos nas triagens, a lavagem e desinfeção de mãos, a utilização de máscara cirúrgica, o cumprimento dos circuitos de circulação dentro das unidades de saúde, entrar sem acompanhantes e contactar previamente por telefona para evitar deslocações presenciais.

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