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Ponte de Lima

Apreendidas em Ponte de Lima mais de 2,6 toneladas de bivalves

Valor estimado de 22.400 euros

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Foto: Divulgação / GNR

A Unidade de Controlo Costeiro da GNR apreendeu hoje em Ponte de Lima mais de 2,6 toneladas de bivalves, no valor estimado de 22.400 euros, informou aquela força de segurança.

Em comunicado, a GNR esclarece que os bivalves foram apreendidos “durante uma ação de fiscalização rodoviária para verificação e controlo do transporte de pescado fresco e moluscos bivalves, tendo sido detetadas duas viaturas que transportavam bivalves de forma ilícita”.

“Uma das viaturas transportava cerca de 1.200 quilos de amêijoa japonesa (Ruditapes Philippinarum), sem o tamanho mínimo legal (quatro centímetros) para ser capturada e comercializada”.

Numa outra fiscalização, adianta a GNR, “foi detetada uma segunda viatura que transportava 670 quilos de pé-de-burro (Venus Verrucosa), cuja captura está interdita devido à possibilidade de existência de toxinas, o que poderá colocar em causa a saúde pública”.

“Esta viatura ainda transportava 780 quilos de amêijoa japonesa, em contacto com o pé-de-burro, o que obrigou também a sua apreensão”, especifica a nota enviada à imprensa.

Segundo a GNR, foram identificados dois homens, com cerca 40 anos, tendo sido elaborados os respetivos autos de notícia por contraordenação.

No primeiro caso, a contraordenação fica a dever-se “ao transporte de espécies bivalves em estado imaturo, sendo esta infração punível com coima de 37.500 euros e, no segundo, por falta de rastreabilidade dos bivalves, cuja coima máxima é de 3.740 euros”.

Por se encontrarem ainda vivos, os bivalves serão devolvidos ao seu habitat natural.

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Alto Minho

Alto Minho: Burla de ex-promotores bancários já envolve 60 lesados em vários milhões

Caso envolve autarca e ex-presidente de associação empresarial, ambos de Ponte de Lima

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As autoridades judiciais e policiais que investigam uma burla, que terá sido praticada, entre 2008 e 2019, por quatro ex-promotores do Deutsch Bank, do Alto Minho, receberam mais outras 50 queixas de pessoas lesadas, aumentando o seu número para cerca de 60 casos. Uma burla de vários milhões.

Em junho de 2019, – e de acordo com fonte judicial – quando a PJ/Braga deteve os suspeitos, em Viana do Castelo e em Ponte de Lima, o número de queixas atingia apenas as oito, com 1,6 milhões de prejuízos aos lesados. Mas as autoridades suspeitavam de outras 80 burlas.

O primeiro processo está em investigação no Ministério Público de Viana do Castelo, tendo este orgão judicial, decidido separá-lo dos restantes, para que se não atrase.

Assim, deu instruções à PJ para fazer inquéritos separados, faltando saber se, no final, serão apensos num único.

Conforme O MINHO então noticiou, em investigação estão António Lima, antigo presidente da Associação Empresarial de Ponte de Lima (à esquerda, na foto), Nuno Pimenta, autarca da Junta de Freguesia da Ribeira (à direita, na foto), no mesmo concelho, Alexandre Rodrigues Martins, bancário, de Ponte de Lima mas residente em Viana, e Filipe Martins Alves, de Chafé. Têm entre os 38 e os 56 anos e são suspeitos de burla qualificada, associação criminosa, falsificação de documentos e abuso de confiança.

António Lima e Nuno Pimenta. Foto: DR

Na ocasião, a PJ/Braga revelou que os promotores lesaram oito vítimas, já identificadas, causando-lhes um prejuízo de 1,6 milhões de euros. “Mas o número deve atingir os 80”, referiu, então.

Ao que apurámos, há, também, várias queixas cíveis nos tribunais de Viana e de Braga, contra os suspeitos. Entre os queixosos está um empresário do ramo da construção de São Martinho da Gandra, e o dono do supermercado Camões, ambos naquela vila.

Atuando com base na “confiança” pessoal, prometiam juros acima dos do mercado, em aplicações “sem qualquer risco”, mas faziam o contrário, aplicando-os em produtos bancários tóxicos, ou fazendo desaparecer o dinheiro. Para acalmar os clientes, pagaram juros do capital investido.

A PJ apreendeu seis carros e mil euros. O Deutsch Bank não é responsável, nem está envolvido.

 

Notícia atualizada (26/05; 23h57): António Lima e Nuno Pimenta não são “cunhados entre si”, como estava escrito anteriormente. 

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Alto Minho

Máscaras e distanciamento na reabertura da feira de Ponte de Lima

Covid-19

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Foto: dkixot / Até brilhas

A feira quinzenal de Ponte de Lima reabriu hoje com as normas de segurança, no âmbito da contenção da propagação de covid-19, a serem cumpridas por comerciantes e visitantes.

O uso de máscara é obrigatório, bem como o distanciamento social, que está a ser fiscalizado pela PSP.

Ao que O MINHO apurou, as normas estão a ser cumpridas e a feira a decorrer com normalidade, dentro do que é possível.

Foto: dkixot / Até brilhas

Foto: dkixot / Até brilhas

Foto: dkixot / Até brilhas

Foto: dkixot / Até brilhas

Foto: dkixot / Até brilhas

O município anunciou na sexta-feira a reabertura da feira no seguimento da “decisão da Comunidade Intermunicipal (CIM) do Alto Minho, ao confirmar a retoma da atividade das feiras em todos os concelhos do distrito a partir do dia 25 de maio, após o Governo ter incluído este setor na 2.ª fase do plano de desconfinamento”.

A retoma das feiras está condicionada a um plano de contigência, disponível para consulta no site da câmara, com as seguintes regras: é obrigatório o uso de máscara pelos feirantes e consumidores, podendo ser substituída com o uso de viseira; os feirantes terão de ter, para disponibilização aos utentes, solução antisséptica de base alcoólica; manter uma distância mínima de dois metros entre as pessoas; o atendimento terá de ser efetuado de forma organizada, limitado a um consumidor de cada vez, respeitando as regras de higiene e segurança; assegurar-se que as pessoas permanecem no recinto da feira apenas o tempo estritamente necessário à aquisição dos bens.

A feira de antiguidades e velharias é retomada a 14 de junho e a feira de artesanato a 28 de junho, ambas na Avenida dos Plátanos.

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Alto Minho

Ponte de Lima assume encargos no regresso às aulas dos alunos dos 11.º e 12.º anos

Transporte escolar

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Foto: Divulgação

O Município de Ponte de Lima assumiu todos os encargos e reorganizou toda a rede de transportes escolares, para os alunos neste enquadramento, que frequentam o ensino regular, e dispunham de passe, foi hoje anunciado.

Em comunicado, a autarquia explica que “todo este trabalho de concertação [serve] para dar uma resposta eficaz a esta nova realidade”.

“Foi conseguido, através da articulação com as Juntas de Freguesia do concelho, que têm mostrado uma disponibilidade inequívoca, neste plano conjunto no combate à pandemia no momento de regresso paulatino às atividades regulares de um novo quotidiano”, acrescenta a nota.

No seguimento das novas orientações do Ministério da Educação, para o regresso às aulas presenciais dos alunos dos 11.º e 12.º anos, nas disciplinas que têm exame nacional, as escolas secundárias do concelho de Ponte de Lima, foram desinfetadas numa ação implementada pelos militares do regimento de Cavalaria nº 6 de Braga.

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