Redes Sociais

País

Web Summit: Evento trouxe negócios e funcionários a ‘startups’ de Inteligência Artificial

 a

Foto: Facebook de Web Summit

A cimeira tecnológica Web Summit trouxe negócios e funcionários estrangeiros às ‘startups’ de Inteligência Artificial DefinedCrowd e Unbabel, fundadas por portugueses, disseram hoje os responsáveis das companhias, que reconhecem o impacto do evento nos negócios.

Foi no palco destinado a projetos consolidados (o Growth Summit) que Daniela Braga e Vasco Pedro falaram para uma plateia de empreendedores sobre as empresas que criaram, respetivamente, a DefinedCrowd e a Unbabel.

Naquela que já é a terceira presença da DefinedCrowd na Web Summit, evento que acontece também pela terceira vez em Lisboa, Daniela Braga disse à agência Lusa que a companhia já está “graduada”.

Fundada em 2015 e sediada em Seattle (e com escritórios em Lisboa e Tóquio), a DefinedCrowd disponibiliza uma plataforma inteligente de recolha, processamento e transformação de dados para sistemas de Inteligência Artificial e aprendizagem automática (‘machine learning’).

Em julho passado, a empresa – que conta já com 80 funcionários – anunciou uma nova ronda de financiamento de 12 milhões de dólares (cerca de 10,5 milhões de euros).

E é aqui que entra a Web Summit, segundo Daniela Braga: “A ronda foi este ano, mas conhecemos toda a gente aqui”.

“Já estávamos a levantar uma ronda [de investimento] série A, mas calhou de se alinhar tudo – os astros e as estrelas – aqui, no ano passado” no evento, explicou a responsável, notando que este investimento, que servirá para dar resposta à procura dos clientes, surgiu “por causa da Web Summit”.

Daniela Braga referiu também que a Web Summit ajudou a lançar o projeto, mas, a seu ver, o evento deveria fazer mais do que isso, podendo ter algumas iniciativas direcionadas a empresas de “outro patamar a seguir”, como a DefinedCrowd.

“Isto é ótimo para ‘early stage’ [fase inicial] e para dar o ‘kick off’ [impulso de lançamento], mas quando se chega a esta fase, [questiona-se] o que há para fazer a seguir”, indicou.

Este ano, a DefinedCrowd estima uma faturação entre quatro a sete milhões de euros, após um valor de um milhão de euros no ano passado.

Também numa fase de consolidação está a Unbabel, empresa que disponibiliza uma plataforma de tradução em 28 línguas baseada em inteligência artificial, estando focada nos serviços de apoio ao cliente.

Este ano, a empresa sediada em Lisboa e com escritórios em São Francisco e em Londres, celebra cinco anos, em três dos quais participou na Web Summit, “tem sido muito útil” para o negócio.

“No fundo temos o mundo inteiro a vir aqui durante uma semana, desde clientes, a investidores, a jornalistas, pessoas que podem amplificar a nossa mensagem ou consumir o nosso serviço”, realçou à Lusa o presidente executivo da Unbabel, Vasco Pedro, precisando que, em 2017, o evento criou “200 oportunidades de negócio”.

No início deste ano, a Unbabel arrecadou 23 milhões de dólares (cerca de 20 milhões de euros) com uma ronda de financiamento de série B.

“Não diria que foi na Web Summit que conseguimos investidores, mas foi na Web Summit que aproveitámos para conhecer investidores com quem já estávamos a falar e isso acelerou o processo”, indicou Vasco Pedro.

Ao todo, a Unbabel já tem 150 funcionários e também aqui a Web Summit teve influência.

“A Web Summit veio dar visibilidade a Lisboa e contribuiu para a ideia de que é fácil trabalhar em Portugal”, referiu o responsável, indicando que 40% dos funcionários são estrangeiros que vivem no país.

No primeiro quadrimestre de 2019, a Unbabel espera chegar a 10 milhões de euros em receitas, adiantou o responsável.

A Web Summit termina na quinta-feira no Altice Arena (antigo Meo Arena) e na Feira Internacional de Lisboa (FIL), sendo esperados mais de 70 mil participantes de 170 países naquela que é a terceira edição de 13 previstas em Lisboa.

Aqui chegado…

...temos uma pequena mensagem para partilhar consigo. Cada vez mais pessoas lêem O MINHO, jornal estritamente digital, líder de audiências. Ao contrário de outros órgãos de informação, optámos por não obrigar os leitores a pagarem para lerem as nossas notícias, mantendo o acesso à informação tão livre quanto possível. Por isso, como pode ver, precisamos do seu apoio.

Para podermos apresentar-lhe mais e melhor informação, que inclua mais reportagens e entrevistas e que utilize uma plataforma cada vez mais desenvolvida e outros meios, como o vídeo, precisamos da sua ajuda.

O MINHO é um órgão de comunicação social independente (e sempre será). Isto é importante para podermos confrontar livremente todo e qualquer tipo de poder (político, económico ou religioso) sempre que necessário.

Inspirados na filosofia seguida pelo jornal inglês "The Guardian", um dos mais importantes órgãos de comunicação do Mundo, também nós achámos que, se cada pessoa que lê e gosta de ler O MINHO, apoiar o futuro do nosso projeto, este será cada vez mais importante para o desenvolvimento da sociedade que partilhamos, a nível regional. Pela divulgação, partilha e fiscalização.

Assim, por tão pouco como 1€, você pode apoiar O Minho - e só demora um minuto. Obrigado.

País

Rui Rio em Braga: Orçamento com “número elevado” de cativações “acaba por ser uma mentira”

Afirmou o presidente do PSD, comentando a notícia do “Diário de Notícias” que contabilizava as cativações feitas pelo atual Governo, que atingiram os 2. 000 milhões em três anos, numa reunião com militantes.

Publicado

 a

Foto: Facebook de Rui Morais

O líder do PSD afirmou hoje que um Orçamento do Estado (OE) com um “número elevado” de cativações “acaba por ser uma mentira” porque o parlamento aprova um documento, “mas, depois, o Governo executa daquilo o que lhe apetece”.

“É preciso que as pessoas entendam isso, é que o OE quando tem um número elevado de cativações acaba por ele próprio ser uma mentira porque é aprovado um OE no parlamento, mas, depois, o Governo executa daquilo o que lhe apetece, não executa tudo”, afirmou Rui Rio, em Braga, comentando a notícia do Diário de Notícias que contabilizava as cativações feitas pelo atual Governo, que atingiram os 2. 000 milhões em três anos.

À margem de uma reunião com militantes do distrito, o líder social-democrata referiu ainda que a questão das cativações de despesa deve preocupar em particular bloquistas e comunistas.

“Esta mentira é grave para todos os portugueses, mas é particularmente grave para o BE e o PCP que andaram a negociar um determinado Orçamento com o Governo, mas o Governo nem cumpre o que acordou com os seus parceiros”, apontou.

Quanto ao PSD, Rio referiu que o partido tem que encarar a questão de uma forma diferente do BE e do PCP.

“Nós estamos numa perspetiva diferente, estamos numa perspetiva dos portugueses e, portanto, o Orçamento que é aprovado no parlamento, enfim, vale o que vale, o Governo depois lá dirá o que quer”, salientou.

Rui Rio apontou como exemplo a questão do défice inscrito no OE e no previsto pelo executivo como prova da “mentira” que aquele documento pode ser.

“Este Governo, neste orçamento, a ser assim como está, vai ser aprovado um défice de 975 milhões de euros e o Governo diz que só vai ser 385. Para que isso seja verdade, muito daquilo que está como despesa já sabemos de antemão que não vai ser executado”, explicou.

“Ou então, há uma segunda mentira, que é a mentira do próprio défice que é muito superior aquilo que o Governo diz que é. É uma trapalhada”, concluiu.

O presidente social-democrata mostrou ainda disponibilidade para votar propostas de alteração ao Orçamento de Estado do BE e da CDU, nomeadamente as que sirvam no combate à especulação imobiliária e aquelas que forem favoráveis às empresas, mas salientou que o PSD “é um partido com responsabilidade” e que aprovação daquelas alterações não pode ter como consequência “rebentar o Orçamento [de Estado]”.

Sobre a proposta do PCP que vai contra o aumento da tributação sobre as frotas das empresas, Rui Rio afirmou estar de acordo com o princípio defendido pelos comunistas.

“Essa proposta é uma proposta com a qual eu concordo, que não haja um agravamento da tributação autónoma sobre viaturas nas empresas. Concordo com isso”, disse.

“Em função da forma como forem decorrendo as votações na especialidade, imagine que a maioria vai reprovando todas as nossas propostas, nós estamos completamente à vontade para votar essa. De raiz queremos votar, mas não queremos rebentar com o Orçamento”, avisou.

Quando à tributação de mais-valias como combate à especulação imobiliária, área na qual BE e PSD apresentaram propostas, Rio afirmou que “se elas tiverem antagonismos” os sociais-democratas não podem votar a favor da proposta do BE.

“Se elas não tiverem antagonismos não é por ser do BE que eu voto contra, isso podem ter a certeza”, garantiu.

Aqui chegado…

...temos uma pequena mensagem para partilhar consigo. Cada vez mais pessoas lêem O MINHO, jornal estritamente digital, líder de audiências. Ao contrário de outros órgãos de informação, optámos por não obrigar os leitores a pagarem para lerem as nossas notícias, mantendo o acesso à informação tão livre quanto possível. Por isso, como pode ver, precisamos do seu apoio.

Para podermos apresentar-lhe mais e melhor informação, que inclua mais reportagens e entrevistas e que utilize uma plataforma cada vez mais desenvolvida e outros meios, como o vídeo, precisamos da sua ajuda.

O MINHO é um órgão de comunicação social independente (e sempre será). Isto é importante para podermos confrontar livremente todo e qualquer tipo de poder (político, económico ou religioso) sempre que necessário.

Inspirados na filosofia seguida pelo jornal inglês "The Guardian", um dos mais importantes órgãos de comunicação do Mundo, também nós achámos que, se cada pessoa que lê e gosta de ler O MINHO, apoiar o futuro do nosso projeto, este será cada vez mais importante para o desenvolvimento da sociedade que partilhamos, a nível regional. Pela divulgação, partilha e fiscalização.

Assim, por tão pouco como 1€, você pode apoiar O Minho - e só demora um minuto. Obrigado.

Continuar a ler

País

Quatro a cinco pessoas submersas após estrada ter abatido no Alentejo

Há dois mortos confirmados.

Publicado

 a

A Proteção Civil suspeita que quatro a cinco pessoas poderão ter ficado submersas hoje numa pedreira na zona de Borba, no distrito de Évora, depois de uma estrada ter abatido, disse à agência Lusa fonte dos bombeiros.

A fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Évora adiantou que, na sequência de um aluimento de terras entre Borba e Vila Viçosa, a estrada abateu para dentro da pedreira, que fica contígua.

Foto: “Rádio Campanário”

“Há a suspeita de quatro a cinco vítimas que estarão submersas no interior da pedreira”, relatou a fonte, referindo que o alerta foi dado às 15:45.

As operações de socorro mobilizavam pelas 17:00 28 operacionais e 10 veículos das autoridades, além de um helicóptero do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM).

A pedreira está localizada junto à Estrada Nacional (EN) 255.

Aqui chegado…

...temos uma pequena mensagem para partilhar consigo. Cada vez mais pessoas lêem O MINHO, jornal estritamente digital, líder de audiências. Ao contrário de outros órgãos de informação, optámos por não obrigar os leitores a pagarem para lerem as nossas notícias, mantendo o acesso à informação tão livre quanto possível. Por isso, como pode ver, precisamos do seu apoio.

Para podermos apresentar-lhe mais e melhor informação, que inclua mais reportagens e entrevistas e que utilize uma plataforma cada vez mais desenvolvida e outros meios, como o vídeo, precisamos da sua ajuda.

O MINHO é um órgão de comunicação social independente (e sempre será). Isto é importante para podermos confrontar livremente todo e qualquer tipo de poder (político, económico ou religioso) sempre que necessário.

Inspirados na filosofia seguida pelo jornal inglês "The Guardian", um dos mais importantes órgãos de comunicação do Mundo, também nós achámos que, se cada pessoa que lê e gosta de ler O MINHO, apoiar o futuro do nosso projeto, este será cada vez mais importante para o desenvolvimento da sociedade que partilhamos, a nível regional. Pela divulgação, partilha e fiscalização.

Assim, por tão pouco como 1€, você pode apoiar O Minho - e só demora um minuto. Obrigado.

Continuar a ler

País

Rod Stewart atua em Lisboa a 01 de julho do próximo ano

Publicado

 a

O cantor britânico Rod Stewart regressa a Portugal em julho, para um concerto em Lisboa, no âmbito da digressão de apresentação do novo álbum, “Blood Red Roses”, anunciou hoje a promotora Everything is New.

“‘Rod Stewart Live In Concert’ arranca em Southampton a 31 de maio, e tem passagem confirmada em Portugal no dia 01 de julho, na Altice Arena. Esta será a primeira ’tour’ que Rod faz em três anos, após o sucesso das digressões ‘The UK Hits Stadium Tour’ e ‘From Gasoline Alley to Another Country Hits’, completamente esgotadas em 2016”, refere a promotora num comunicado hoje divulgado.

Rod Stewart, de 73 anos, editou em setembro o 30.º álbum de originais, “Bllod Red Roses”, que dá mote à digressão europeia que passará por Portugal e se inicia a 31 de maio, em Southampton, no Reino Unido.

“Os espectáculos de Rod em 2019 prometem estar recheados de clássicos da sua brilhante carreira assim como novos hits do seu mais recente disco”, refere a promotora, que descreve “Blood Red Roses” como “um trabalho bastante pessoal composto por 13 faixas originais e três ‘covers’, que é editado quase 50 anos à data em que assinou o seu primeiro contrato a solo”.

O cantor, que nasceu em Londres, iniciou a sua carreira nos Jimmy Powell and the Five Dimensions, em 1963.

Rod Stewart passou ainda por dois outros agrupamentos antes de, em 1965, integrar o Jeff Beck Group e, em 1969, os The Faces, quando atinge a ribalta do rock britânico.

Em 1975 abandonou o grupo, iniciando um percurso a solo, pontuado por êxitos como “Maggie May”, “Tonight’s the night” ou “Do you think I’m sexy”.

Os bilhetes para o concerto em Lisboa estarão à venda na sexta-feira, a partir das 10:00.
Antes disso, a partir das 09:00 de terça-feira, haverá uma pré-venda para os membros do clube de fãs Rod Stewart.

Na quarta-feira, haverá ainda uma pré-venda exclusiva nas lojas FNAC, entre as 10:00 e a 00:00.

Aqui chegado…

...temos uma pequena mensagem para partilhar consigo. Cada vez mais pessoas lêem O MINHO, jornal estritamente digital, líder de audiências. Ao contrário de outros órgãos de informação, optámos por não obrigar os leitores a pagarem para lerem as nossas notícias, mantendo o acesso à informação tão livre quanto possível. Por isso, como pode ver, precisamos do seu apoio.

Para podermos apresentar-lhe mais e melhor informação, que inclua mais reportagens e entrevistas e que utilize uma plataforma cada vez mais desenvolvida e outros meios, como o vídeo, precisamos da sua ajuda.

O MINHO é um órgão de comunicação social independente (e sempre será). Isto é importante para podermos confrontar livremente todo e qualquer tipo de poder (político, económico ou religioso) sempre que necessário.

Inspirados na filosofia seguida pelo jornal inglês "The Guardian", um dos mais importantes órgãos de comunicação do Mundo, também nós achámos que, se cada pessoa que lê e gosta de ler O MINHO, apoiar o futuro do nosso projeto, este será cada vez mais importante para o desenvolvimento da sociedade que partilhamos, a nível regional. Pela divulgação, partilha e fiscalização.

Assim, por tão pouco como 1€, você pode apoiar O Minho - e só demora um minuto. Obrigado.

Continuar a ler

Populares