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Vodafone faz primeira ligação 5G em Portugal com smartphone

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Foto: Divulgação

A Vodafone Portugal apresentou hoje, pela primeira vez no nosso País, o protótipo de um smartphone 5G ligado a uma rede pré-comercial da Ericsson, anunciou fonte da empresa.

Em comunicado enviado a O MINHO, é dito que “esta demonstração representa um avanço tecnológico sem precedentes no percurso que as duas empresas têm vindo a desenvolver na preparação do lançamento comercial da rede móvel do futuro, tendo sido possível ver no ecrã de um smartphone, pela primeira vez em Portugal, o ícone de rede 5G”.

Foto: Divulgação

Esta demonstração aconteceu no Edifício Sede da Vodafone Portugal, e a primeira ligação de um smartphone 5G em Portugal realizou-se em parceria com a Ericsson e a Qualcomm Technologies Inc, uma subsidiária da Qualcomm Incorporated. Para o efeito foi usada uma solução end-to-end pré-comercial da Ericsson – com uma antena de última geração Massive MIMO Air 6488 na faixa dos 3,6 GHz –, e o protótipo do smartphone da Qualcomm com chipset Snapdragon™ X50.

“Com esta demonstração, a Vodafone dá mais um significativo passo tecnológico no que diz respeito ao futuro da inovação em Portugal”, é sublinhado.

Além de apresentar o protótipo de um telemóvel 5G, esta demonstração concretiza os standards 5G Non-Standalone (NSA) fechados pela Indústria para a comercialização desta tecnologia.

Para Mário Vaz, CEO da Vodafone Portugal, “o momento que hoje se testemunhou é um importante marco que coloca a Vodafone, mais uma vez, na linha da frente da inovação em Portugal. Começámos a antecipar o Futuro há um ano, quando realizámos os primeiros testes de 5G em ambiente de laboratório, e hoje desvendamos mais um pouco da realidade que vamos começar a viver num futuro breve: smartphones 5G nas ruas, ainda mais versáteis e velozes que os atuais, capazes de responder às necessidades de comunicação dos nossos Clientes. A Vodafone sempre liderou a introdução de novas tecnologias em Portugal e hoje mostramos, mais uma vez, que o 5G não será exceção”, reforça.

Luis Silva, Presidente da Ericsson Portugal, acrescenta: “Governo, Academia, startups e empresas vão ter um papel preponderante dentro do ecossistema do 5G. Imagine-se o poder de uma indústria com 6 mil milhões de subscritores e o potencial que o 5G trará para todos estes intervenientes. Estão reunidas todas as condições para o desenvolvimento da rede móvel do futuro, e a Ericsson orgulha-se de, juntamente com a Vodafone, estar na liderança desta revolução”.

Primeira videochamada 5G, em ambiente de Realidade Virtual

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A par do protótipo do smartphone 5G foram ainda apresentados mais dois exemplos do estado atual desta tecnologia, nomeadamente a primeira videochamada, em ambiente de Realidade Virtual, realizada entre Lisboa e Orlando, nos Estados Unidos da América, e um jogo VR multiplayer.

“A Vodafone, que tem comprovadamente a melhor rede móvel do País, está preparada para a chegada do 5G, como hoje se testemunhou. Estamos, desde 2014, a tornar progressivamente a rede Vodafone 5G ready, preparando as nossas infraestruturas e a nossa arquitetura de rede para a quinta geração móvel. Temos dado prioridade à implementação de equipamentos agnósticos à tecnologia, que com um simples upgrade de software estarão prontos para a rede móvel do futuro”, reforça João Nascimento, CTO da Vodafone Portugal.

Com o evento hoje realizado, a Vodafone Portugal e a Ericsson demonstram, uma vez mais, as potencialidades do 5G. Estas demonstrações aconteceram durante a final do Big Smart Cities, competição de empreendedorismo promovida pelas duas Empresas, e que este ano teve o seu foco no 5G.

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Marcelo fala em “redescoberta do relacionamento político ao mais alto nível” com Israel

O Presidente da República terá convidado o seu homólogo Israelita “a visitar Portugal, se possível até ao fim do ano”

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Marcelo Rebelo de Sousa considerou, esta quinta-feira, que a sua deslocação a Jerusalém abriu “um caminho”, 25 anos depois da última visita de um Presidente português a Israel, e falou numa “redescoberta do relacionamento político ao mais alto nível”.

O Presidente da República falava aos jornalistas num hotel de Jerusalém, após ter participado no 5.º Fórum Mundial do Holocausto, a convite do seu homólogo israelita, Reuven Rivlin, com quem teve uma reunião bilateral na terça-feira, na qual disse sido acertada uma troca de visitas de Estado.

“Abriu-se um caminho. 25 anos depois, abriu-se um caminho, e houve uma redescoberta do relacionamento político ao mais alto nível entre Portugal e Israel, e redescoberta do peso da comunidade judaica ao longo da história em Portugal”, declarou.

“Agora, a parte executiva, a parte governativa, essa ficará provavelmente para quando houver um Governo definitivo em Israel”, acrescentou.

Mário Soares tinha sido o último Presidente da República a deslocar-se a Israel, em 1995, numa visita em que esteve também nos territórios palestinianos.

No final do seu encontro com Reuven Rivlin, na residência oficial do Presidente do Estado de Israel em Jerusalém, na terça-feira, Marcelo Rebelo de Sousa assinalou esse facto e disse que a reunião “correu muito bem” e que se verificou “uma aproximação” de posições sobre a situação regional.

Marcelo Rebelo de Sousa adiantou aos jornalistas ter convidado o seu homólogo Israelita “a visitar Portugal, se possível até ao fim do ano”, e que, a concretizar-se essa visita, que depende do “calendário apertado” de Reuven Rivlin, ficou acertado que fará depois uma visita recíproca a Israel.

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Unidade de Apoio Técnico Orçamental diz que carga fiscal é “ainda maior” do que o previsto

Orçamento do Estado 2020

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O conceito de carga fiscal usado pelo Ministério das Finanças na proposta orçamental não corresponde ao utilizado pelo INE e pela Comissão Europeia, afirma a UTAO, adiantando que o valor é “ainda maior” do que o previsto pelo Governo.

Segundo a Unidade de Apoio Técnico Orçamental (UTAO), “o conceito de carga fiscal utilizado pelo Ministério das Finanças no Projeto de Plano Orçamental para 2020 de dezembro não corresponde ao utilizado habitualmente pelo INE [Instituto Nacional de Estatística] e pela CE [Comissão Europeia], por não incluir os impostos sobre a produção e a importação cobrados em Portugal a favor do orçamento da UE [União Europeia]”.

Na apreciação final à proposta de Orçamento do Estado para 2020 (OE2020), os técnicos do parlamento contam que fizeram uma revisão do indicador de carga fiscal utilizado no plano orçamental, “de modo a torná-lo comparável com os resultados já apurados até 2018 e que incluem aquela parcela de impostos cobrada em território nacional”.

A revisão mostrou que a proposta orçamental “tem subjacente um aumento de carga fiscal em 2019, de 34,9% em 2018 (de acordo com os últimos resultados de contas nacionais publicados em dezembro último) para 35,0% em 2019”.

Já para 2020, continuam os peritos, “as projeções orçamentais têm implícito um novo aumento da carga fiscal, para 35,3% do PIB [Produto Interno Bruto]”.

Mas, defendem, “se adicionalmente se considerar a receita de impostos e contribuições sociais que não se encontrava especificada nas medidas de política orçamental, o aumento da carga fiscal em 2020 subjacente à proposta de OE2020 afigura-se ainda maior”, colocando-a em 35,4% do PIB, que é “o patamar mais elevado da história recente”, diz a UTAO.

Segundo os técnicos, na proposta de OE2020, “encontram-se omissas receitas de impostos e contribuições sociais de 223,7 milhões de euros em 2020, dos quais 213,7 milhões de euros associados a medidas de anos anteriores com efeitos de carry-over em 2020 e 10 milhões de euros decorrentes de novas medidas de política”.

A UTAO refere que questionou o Ministério das Finanças sobre estes montantes de receita em falta, mas “até ao fecho do relatório não foi possível obter um esclarecimento escrito”.

Apesar do valor histórico, a carga fiscal em Portugal é inferior à registada, em média, nos países da zona euro, dizem os técnicos do parlamento referindo que em 2018 foi de 34,9% do PIB em Portugal, contra 40,8% na área do euro.

A UTAO indica ainda que há diferenças na estrutura da carga fiscal, já que em Portugal ela é “mais concentrada na tributação indireta” representando 44% do total em 2018, enquanto nos países da área do euro a tributação indireta assume, em média, o peso de 33,1% do total.

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Três administradores da NOS renunciam aos cargos na operadora

Luanda Leaks

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Foto: confrasilvas.com / DR

Os três administradores não executivos da NOS ligados à empresária Isabel dos Santos, entre os quais o presidente do Conselho de Administração, Jorge de Brito Pereira, apresentaram, esta quinta-feira, renúncia aos cargos, divulgou a operadora de telecomunicações.

Em comunicado enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), a NOS refere que “Jorge de Brito Pereira, Mário Filipe Moreira Leite da Silva e Paula Cristina Neves Oliveira apresentaram esta quinta-feira, ao Conselho Fiscal, as respetivas renúncias aos cargos de membros não executivos do Conselho de Administração” da operadora.

A renúncia aos cargos acontece quatro dias depois de um consórcio de jornalistas ter divulgado o processo denominado Luanda Leaks, que revela alegados esquemas financeiros da empresária angolana Isabel dos Santos, filha do antigo chefe de Estado de Angola.

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