Seguir o O MINHO

Ave

Vizela está de parabéns pelos 21 anos de independência

Monumentos de homenagem ao Povo e a Manuel Campelos marcam as comemorações

em

Foto: CM Vizela

No próximo dia 19 de março, o Município de Vizela comemora o seu 21º aniversário, assinalando a luta pela autonomia administrativa do concelho, que viu finalmente o seu objetivo alcançado a 19 de março de 1998.

Em destaque vai estar o bolinhol enquanto produto turístico gastronómico, apostando na realização da Feira aliada às comemorações do aniversário do Município.

No entanto, as comemorações iniciam-se hoje, no Jardim Manuel Faria com um programa que se prolonga até ao dia 19 de março, segunda-feira.

Às 21:00 tem lugar a apresentação do Concurso Bandas de Vizela 2019, seguindo a atuação da banda Typical Me, vencedor do concurso de 2018. A noite termina com Djs, no Jardim Manuel Faria.

Amanhã, 16 de março, terá lugar a abertura da Feira do Bolinhol, pelas 11:00, que se prolonga até dia 19 de março, no Jardim Manuel Faria. Pelas 15:00 sobem ao palco do Jardim Manuel Faria os grupos locais e à noite terá lugar um concerto da banda vizelense Duvale.

Domingo, a tarde está reservada aos vizelenses 4 Mens e Tânia Sampaio, no Jardim Manuel Faria. Segunda-feira, dia 18 de março, terá lugar o concerto de Anselmo Ralph, às 22:00 no Jardim Manuel Faria.

O dia 19 de Março será marcado pelas cerimónias solenes. Às 9:00 terá lugar a celebração da missa solene do aniversário do Concelho, na igreja de S. Paio, seguindo-se a inauguração da Capela Mortuária de S. Paio.

Às 10:30 terá lugar a receção dos convidados no Edifício-sede do Município (Praça do Município), seguindo-se a inauguração dos Monumentos de Homenagem a Manuel Campelos e de Homenagem ao Povo de Vizela.

Às 11:00 terá lugar a sessão solene no Jardim Manuel Faria, onde a Câmara Municipal, ao abrigo do Regulamento do Conselho das Condecorações Municipais, vai distinguir personalidades e instituições com medalhas honoríficas.

A tarde voltará a ser de festa, no Jardim Manuel Faria, onde prossegue a Feira do Bolinhol, aliada a um tarde musical com os grupos da terra, a partir das 15:30.

Anúncio

Aqui chegado…

...temos uma pequena mensagem para partilhar consigo. Cada vez mais pessoas lêem O MINHO, jornal estritamente digital, líder de audiências. Ao contrário de outros órgãos de informação, optámos por não obrigar os leitores a pagarem para lerem as nossas notícias, mantendo o acesso à informação tão livre quanto possível. Por isso, como pode ver, precisamos do seu apoio.

Para podermos apresentar-lhe mais e melhor informação, que inclua mais reportagens e entrevistas e que utilize uma plataforma cada vez mais desenvolvida e outros meios, como o vídeo, precisamos da sua ajuda.

O MINHO é um órgão de comunicação social independente (e sempre será). Isto é importante para podermos confrontar livremente todo e qualquer tipo de poder (político, económico ou religioso) sempre que necessário.

Inspirados na filosofia seguida pelo jornal inglês "The Guardian", um dos mais importantes órgãos de comunicação do Mundo, também nós achámos que, se cada pessoa que lê e gosta de ler O MINHO, apoiar o futuro do nosso projeto, este será cada vez mais importante para o desenvolvimento da sociedade que partilhamos, a nível regional. Pela divulgação, partilha e fiscalização.

Assim, por tão pouco como 1€, você pode apoiar O Minho - e só demora um minuto. Obrigado.

Fafe

Mudança da Conservatória de Fafe para instalações arrendadas é “ridícula”, diz sindicato

Instituto de Registo e Notariado “não pagava nada no edifício do Tribunal e agora vai pagar não se sabe quanto, mas uns milhares de euros de certeza”

em

Foto: DR

O Sindicato dos Trabalhadores dos Registos e Notariado considerou hoje “ridícula” a decisão da tutela de mudar a Conservatória do Registo Civil de Fafe “do Palácio da Justiça para instalações arrendadas.

“A Conservatória do Registo Civil de Fafe, a funcionar no Palácio da Justiça, a custo zero, vai mudar, por ordem do Ministério da Justiça (MJ) e do Instituto dos Registos e Notariado (IRN), para novas instalações arrendadas”, lê-se num comunicado do sindicato.

Refere-se ainda que o Instituto de Registo e Notariado “não pagava nada no edifício do Tribunal e agora vai pagar não se sabe quanto, mas uns milhares de euros de certeza”.

Aquela organização representativa dos trabalhadores diz haver um “silêncio ensurdecedor” da tutela sobre o assunto, apesar do pedido de esclarecimentos nomeadamente quanto aos motivos para a mudança.

“Face ao silêncio ensurdecedor dos responsáveis e perante o desagrado dos trabalhadores e da estrutura sindical que os representa”, o STRN revela, no comunicado, “as condições que encontrou na nova morada da Conservatória do Registo Civil de Fafe, referindo que são “instalações novas, mas com mobiliário totalmente velho e obsoleto”.

Critica-se também o facto de o parque informático continuar a ser o mesmo, “velho e caduco, quando na realidade deveria ser novo”.

A disposição física do novo espaço, acrescenta-se, “não garante minimamente a privacidade do cidadão” e é “disparatada disposição das secretárias”.

No comunicado há também queixas em relação às instalações sanitárias e sobre a insuficiência do espaço, ao ponto de “ser extremamente difícil a colocação do quiosque do Cartão de Cidadão”.

“Este é o resultado dos doutos estudos de arquitetura de interiores ao serviço dos serviços públicos”, conclui o sindicato.

Sobre este assunto, o IRN assinalou hoje que as instalações que acomodam os serviços da Conservatória do Registo Civil de Fafe são provisórias.

Numa nota enviada à Lusa, esclarece-se ainda que a mudança de instalações foi justificada pela necessidade do espaço do Palácio da Justiça para reinstalação do Tribunal de Família e Menores da Comarca de Fafe.

Não obstante, acrescenta a tutela, “estas novas instalações, apesar de provisórias, asseguram melhores condições de trabalho e de atendimento, especialmente por comparação com as antigas instalações do Palácio da Justiça”, onde o atendimento era feito ao balcão, “sem lugares sentados, sem garantia das adequadas condições de privacidade e de comodidade, e com especial prejuízo para os cidadãos com mobilidade reduzida”.

Ainda sobre a situação atual, evidencia-se que “o mobiliário colocado nas novas instalações não é novo, mas está em perfeito estado de conservação e foi escolhido de acordo com as características do já existente, com vista a uniformizar a imagem do serviço”.

Acrescenta-se no esclarecimento do IRN que, “num contexto da mudança definitiva, programada para ser feita para a Loja do Cidadão de Fafe, haverá possibilidade de acautelar outras preocupações, designadamente, em matéria de mobiliário e de equipamentos”.

Continuar a ler

Guimarães

‘Beatas’ dos fumadores de Guimarães transformadas em tijolos ecológicos

As beatas são desinfectadas, trituradas e depois transformadas numa substância que se mistura na argila, explica a O MINHO, Juan Henriques, do Instituto Superior da Qualidade (ISQ)

em

O Instituto Superior da Qualidade (ISQ), o Laboratório da Paisagem, em Guimarães e o Centro de Valorização de Resíduos (CVR) deram as mãos para desenvolverem o E-tijolo. A ideia é incorporar pontas de cigarros em estruturas construtivas, nomeadamente tijolos mas também cerâmicas.

As também conhecidas como ‘beatas’, são dos elementos mais poluentes: “uma ponta de cigarro num litro de água é equivalente a esgoto doméstico”, revela Nuno Silva, do Laboratório da Paisagem.

Eco-Pontas e Papa-Chicletes. Foto: Facebook de Laboratório da Paisagem

Depois de vencer um concurso que passava pela constituição de uma bolsa de ideias com o intuito de transformar ideias inovadoras em iniciativas empresariais, a equipa do ISQ encontrou o projeto ‘EcoPontas e ‘papa-chicletes’ desenvolvido pelo Laboratório da Paisagem de Guimarães a que se viria a associar o Centro de Valorização de Resíduos.

“Definimos um esquema para incorporar o produto resultante do tratamento das pontas de cigarros em estruturas construtivas”, começou por explicar a O MINHO, Juan Henriques, do ISQ. As beatas são desinfectadas, trituradas e depois transformadas numa substância que se mistura na argila.

“Recolhemos as beatas e depois o Centro de Valorização de Resíduos, que tem muita experiência nesta área, reconverte numa substância. Nós agora estamos na fase de construir protótipos de tijolos que cumpram as normativas europeias”, revelou ainda.

O ISQ é o responsável pela fabricação dos protótipos e já há interessados no produto final: “temos duas empresas do sector cerâmico atentas ao nosso trabalho”.

Segundo o responsável do ISQ, os primeiros 15 quilos de pontas de cigarros recolhidos e depois de transformados, não chegaram para criar os primeiros 30 protótipos.

Juan Henriques explica que o e-tijolo tem duas vantagens: “consegue dar uma segunda vida a resíduos, neste caso beatas, que são uma componente altamente poluidora e depois consegue reduzir as necessidades energéticas na altura do fabrico. Estamos a falar de uma redução à volta dos 60%”.

A intenção da equipa do ISQ é construir uma parede num dos edifícios actualmente em reabilitação. “Esperamos ter os primeiros e-tijolos prontos ainda este ano, com os testes concluídos e dentro das normas europeias”.

Ecopontas

O projecto “Ecopontas e papa-chicletes” é desenvolvido pelo Laboratório da Paisagem, em Guimarães, tem três anos e já ganhou um prémio nacional em 2016 da Sociedade Ponto Verde. Nuno Silva explicou a O MINHO que o ‘Ecopontas’ já vendeu 100 estruturas para todo o país e que “o nosso contributo para o ‘E-Tijolo’ passa por fornecer a matéria prima para depois ser valorizada pelo CVR”.

Por mês são recolhidas em média 35 mil pontas de cigarro nas sete estruturas espalhadas pela cidade de Guimarães. “Tem sido um sucesso porque, desde o início, quisemos fazer algo diferente. Apostamos num design diferente e com perguntas provocatórias, no bom sentido”.

Cidades europeias apostam em ideias criativas para combaterem o fenómeno das pontas de cigarro no chão. Foto: DR

Isto é, nas estruturas estão inscritas perguntas, “normalmente com respostas de sim e não”, e as pessoas colocam a ponta do cigarro respondendo à questão.

“As pessoas têm aderido muito bem a esta iniciativa”, reconhece Nuno Silva que lembra: “ este é um problema ambiental enorme para a cidade e as pessoas não têm noção dos malefícios que uma simples ponta de cigarro tem para o ambiente”.

Se é verdade que há mais ‘beatas’ recolhidas na Primavera/Verão do que no Inverno porque “as pessoas saem mais de casa”, Nuno Silva revela que “vimaranenses já vão tendo mais conhecimento da existência destas estruturas, sobretudo nas áreas onde estão implementadas”.

UMinho, centro histórico e zona do estádio são os principais locais da sua implantação mas, segundo Nuno Silva, “há intenção da Câmara em colocar estes pontos de recolha em mais espaços públicos”.

Cascais, Funchal, Celorico de Basto e Viseu são, por exemplo, municípios que já aderiram a este projecto comprando estruturas para colocar em pontos estratégicos.

Continuar a ler

Cabeceiras de Basto

Detido por posse ilegal de arma após denúncia de ameaças à ex-mulher nas redes sociais

Em Cabeceiras de Basto

em

Um homem de 47 anos foi esta quarta-feira detido, por posse ilegal de arma, em Cabeceiras de Basto, num processo de violência doméstica, anunciou o Comando Territorial de Braga da GNR.

Em comunicado, aquela força de segurança refere que a investigação teve origem numa denúncia por violência doméstica, efetuada há cerca de um mês, em que a vítima, uma mulher 43 anos, após o termo da relação com o seu ex-companheiro agressor, era ameaçada através das redes sociais, com recurso e exposição de armas de fogo.

Da investigação resultou o cumprimento de um mandado de busca domiciliária, à residência do suspeito, tendo sido apreendido o seguinte material:

Foto: GNR

· Uma arma ilegal, uma vez que se tratava de uma pistola de alarme transformada em arma de fogo calibre 6,35mm;

· Duas caçadeiras;

· Uma arma de ar comprimido;

· Um aerossol de defesa – gás pimenta;

· 412 munições de vários calibres.

Os militares apuraram ainda que o visado, para além de ser detentor de uma arma ilegal, o mesmo não possui licença de uso e porte de arma e que as armas não têm qualquer documentação.

O suspeito está, neste momento, a ser presente no Tribunal Judicial de Guimarães, para aplicação de medidas de coação.

Continuar a ler

Populares