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Ave

Vizela admite possível surto no concelho e apela à não ida ao programa da RTP

Covid-19

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Foto: DR / Arquivo

A Câmara de Vizela admitiu hoje a “possibilidade de um surto” de covid-19 no concelho, depois de ter encerrado as atividades de tempos livres de uma escola onde foram confirmados dois casos positivos numa funcionária e numa criança.


Na quarta-feira, a câmara informou ter encerrado as atividades de tempos livres da Escola Básica 1 e do Jardim de Infância de Torre Tagilde, que estavam a ser frequentadas por 10 crianças, por ter sido detetado um caso de covid-19 numa funcionária.

Hoje, à Lusa, o presidente da câmara informou que uma das crianças que frequentava a Escola Básica de Tagilde está também infetada com covid-19, aguardando-se ainda os resultados dos testes realizados na comunidade escolar.

“Assim, e colocada a possibilidade de um surto, e apesar da situação já se encontrar a ser acompanhada pelas autoridades de saúde, a câmara municipal apela aos vizelenses para se manterem em casa, para assim, evitar a transmissão da doença na nossa comunidade”, pede a autarquia em comunicado.

Apela-se nomeadamente que a população não se desloque ao S. Bento – visita que “pode ser realizada em qualquer outro dia durante o ano” – ou ao Parque das Termas, “em particular no domingo, para assistir ao programa da RTP Aqui Portugal”.

“Evite a concentração de pessoas. Veja o programa em casa na televisão, em mais um momento de promoção e divulgação de Vizela”, lê-se no comunicado da autarquia.

Portugal contabiliza pelo menos 1.646 mortos associados à covid-19 em 45.679 casos confirmados de infeção, segundo o último boletim da Direção-Geral da Saúde (DGS).

A pandemia de covid-19 já provocou 555 mil mortos e infetou mais de 12,2 milhões de pessoas em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

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Ave

Um ferido após despiste em Fafe. Carro ficou na iminência de tombar

Em Travassós

em

Foto: Ivo Borges / O MINHO

Uma pessoa ficou ferida na sequência de um despiste em Fafe, ao início da noite desta terça-feira. O carro esteve prestes a tombar numa pequena ravina, valendo o trabalho dos bombeiros.

O acidente ocorreu na Rua do Arieiro, em Travassós, com alerta a ser dado às 22:33. Por motivos ainda não apurados, a viatura entrou em despiste acabando por tombar num pequeno barranco que dava para outra estrada inferior.

Foto: Ivo Borges / O MINHO

No local estiveram sete operacionais e duas viaturas dos Bombeiros de Fafe, uma ambulância Suporte Imediato de Vida do INEM e militares da GNR.

Fonte dos bombeiros disse que o ferido já estava fora do veículo à chegada da emergência, não sendo necessário desencarceramento.

Foto: Ivo Borges / O MINHO

A vítima foi transportada para o Hospital Senhora da Oliveira, em Guimarães, com ferimentos considerados ligeiros.

Testemunha no local disse a O MINHO que os bombeiros efetuaram “um grande trabalho” pela forma como “escoraram e estabilizaram a viatura”, impendindo que a mesma tombasse para o acesso inferior.

A GNR registou a ocorrência.

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Guimarães

Aluimento de muro faz tombar camião a um campo em Guimarães

Junto às pedreiras de Gondomar

em

Foto: António Cardoso / O MINHO

Um camião de transporte de brita tombou a um campo de cultivo, na tarde de segunda-feira, em Guimarães, provocando avultados danos na zona da cabine.

Ao que apurou O MINHO junto de testemunhas, a viatura procedia a manobras na Estrada Municipal 538, em Gondomar, em frente aos acessos da pedreira Nicolau de Macedo, explorada pelo grupo barcelense ABB, e a quem pertence a viatura, quando um muro terá aluído, provocando um deslizamento de terra e consequente tombo do camião.

Foto: António Cardoso / O MINHO

Foto: António Cardoso / O MINHO

Foto: António Cardoso / O MINHO

Fonte daquela pedreira disse a O MINHO que o muro estava já bastante danificado naquela zona, onde estava a ser feita a pavimentação da via pública.

A mesma fonte indica que o local já tinha vestígios de aluimentos anteriores, mas nada tão grave como o que aconteceu na segunda-feira.

“Felizmente, do acidente não resultou qualquer ferido, apenas danos avultados ao nível da cabine do camião”, disse a fonte.

Foto: António Cardoso / O MINHO

Foto: António Cardoso / O MINHO

Foto: António Cardoso / O MINHO

Ao que apurou o nosso jornal junto de fonte da empresa, há a possibilidade da pedreira pedir uma indemnização à Câmara Municipal, que é a gestora daquela estrada. “Estamos a avaliar essa situação”, disse.

A GNR de Guimarães esteve no local e registou a ocorrência.

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Ave

Têxtil de Famalicão cria “sweat” com gola que substitui a máscara

Covid-19

em

Foto: Divulgação

Uma têxtil de Vila Nova de Famalicão vai lançar, no outono, uma “sweat” que tem integrada uma gola de proteção, alternativa à máscara facial, com elevados níveis de filtração e respirabilidade, anunciou hoje a gerente.

Em declarações à Lusa, Márcia Oliveira sublinhou que a ideia foi criar uma “sweat” simultaneamente eficaz, funcional e atrativa.

“É um produto pensado essencialmente para o regresso às aulas. Em vez de terem de andar sempre com a máscara, os alunos terão apenas de levar a ‘sweat’, ficando o problema resolvido de uma forma ‘fashion’ e prática”, referiu.

Disse ainda que o produto se destina também às atividades de grupo, como caminhadas.

A gola ajusta-se ao rosto e, na zona frontal, agrega uma membrana de nanofibra que, segundo Márcia Oliveira, confere um nível de filtração de 99,9 por cento de todos os microorganismos e partículas perigosos presentes no ar.

Todas as peças têm acabamento antimicrobial de última geração, com efeito neutralizador de vírus envelopados, como é o caso do Sars Cov-2.

Ambas as tecnologias já foram testadas pelo Textile Research Institute, de Espanha, e pelo Institut Pasteur de Lile, na França, respetivamente.

A “sweat” estará disponível no mercado a partir do final de setembro.

O mercado nacional é o alvo imediato, mas a empresa já está a “fazer alguns contactos” com vista à exportação, designadamente para Espanha e França.

Com sede em Fradelos, Famalicão, a MO Tex – Márcia Oliveira Têxteis foi fundada há cerca de meio ano.

Pouco depois, surge a pandemia de covid-19 e a consequente crise económica e social, que obrigou muitas empresas a reinventarem-se.

“Foi o que fizemos. Nascemos com uma confeção têxtil ‘normal’ e rapidamente virámos a agulha para produtos que não estavam, obviamente, no nosso horizonte mas que passaram a ser prioritários por causa da pandemia”, explicou Márcia Oliveira.

Além da “sweat”, a MO Tex decidiu também apostar em máscaras, golas que servem que máscaras e calças de fato de treino.

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